tyranktor

I’m unlucky about meeting some people but they’re all lucky they’ve met me.

the MONSTRUKTOR

May 4, 2018

I see without sight and hear from the reverbations that I make of life. I feel the amplified resonance of silence from every pore of my mind. I devour what to do best, better, bestowing only my own demise, in the way I digest the dimensions of being alive. A complete man, a serious accident of incomensurable value, registering the future of my own story. This is how I came to explain myself the limitations of being a vision of intuition.

the MONSTRUKTOR

May 4, 2018

Maintain the flow of legacy. Obtain the ordinance of a curated goal through inclusion and opinion. Gain from participation and succeed from that flow of people, thoughts and concepts. Results are abundant, altruists to complement my visions are scarce.

the MONSTRUKTOR

May 3, 2018

Resonance @ fortuitous assembly of a background, made by, and for, a finite system of action, in which the actionable content can be measured in several spectrums, wave lengths and dimensions. Assertiveness, rigour, vision, passion and a very specific oddity.

the MONSTRUKTOR

May 3, 2018

The components of a system deflect the contextual participants of it’s reality.

the MONSTRUKTOR

May 2, 2018

A complete mind will be able to inspect the relation between the art in science and the science of art. For the transformation of knowledge to intelligence occur, and incite a diligent prosecution of an ambitioned goal, all the particles of doubt must settle in the awareness of life. This predisposition and mindset has to reside in the dimensionism surrounding the context of humans.

the MONSTRUKTOR

May 2, 2018

Masters and pupils must surpass themselves in definition, causality, concept and value. Only a successful relation of grandeur between their minds can justify such an approach to the eyes of the common. Therefore, it is of most importance that both, and not as individuals, can include the expanding content they’ve assembled into the construction of the human kind.

the MONSTRUKTOR

May 1, 2018

Agressor @ I am the prosecutor of critic, among good and constructive intentions. I am that one who makes others feel the force of gravity I demand upon life and contain the fission of the dogmas they didn’t know to exist inside themselves.

the MONSTRUKTOR

May 1, 2018

Past doesn’t exist anymore. I live in the present expectation of the future. Punishment or success, whatever it may be, it must be continuous with time and the notion of the illusion of mortality. This is me, I define who I am and what I am known for. Please forgive me, all those who don’t understand me and I am not able to do so. I have already forgave myself.

the MONSTRUKTOR

April 26, 2018

Estou rodeado de normais.

the MONSTRUKTOR

April 25, 2018

Persistence @ an ambitious, while fair, delirious pervasive persuasion of eternity and a remarkable brand. A simple thought thriving on the way I live learning how to engage in the advancement of a bigger percentage of use of my brain into the life of all.

the MONSTRUKTOR

April 22, 2018

Maintain the flow of legacy. Obtain the ordinance of a curated goal through inclusion and opinion. Gain from participation and succeed from that flow of people, thoughts and concepts. Results are abundant, altruists to complement my visions are scarce.

the MONSTRUKTOR

April 19, 2018

A perfect life is just, life. Perfectly imperfect.

the MONSTRUKTOR

April 17, 2018

Nem todos são calculistas, bons.

the MONSTRUKTOR

April 10, 2018

Nem todos são calculistas, bons.

the MONSTRUKTOR

April 10, 2018

Flow @ the state of the blind sight, of the silent profusion of noise, of inconspicuous reverbations, of the absent touch of certainty, of the repetion untill infinity of the present sureness. A constant supriment of ambition, desire and strength.

the MONSTRUKTOR

April 9, 2018

A arte de ser artista, não da arte, mas das artes, essas ardilosas variações do tema artista. Algo como, o artífice de algo artificial, astuto na medida antagónica da boa intenção e vontade ambiciosa em alcançar o que nunca será seu. O apanágio da resposta sã da evolução humana em artistices, financiadas publicamente por quem adire ao engodo, ou mesmo enganado, decide não ousar critério.

the MONSTRUKTOR

April 9, 2018

A arte de ser artista, não da arte, mas das artes, essas ardilosas variações do tema artista. Algo como, o artífice de algo artificial, astuto na medida antagónica da boa intenção e vontade ambiciosa em alcançar o que nunca será seu. O apanágio da resposta sã da evolução humana em artistices, financiadas publicamente por quem adire ao engodo, ou mesmo enganado, decide não ousar critério.

the MONSTRUKTOR

April 9, 2018

Extrapolation @ the deduction from the obvious, enhancing backwards validation and retro positives. Some are able to do it instinctively, I prefer to rationalize intents with facts, factors and conditions. This is my creative process in an advanced design thinking – applied generically to all mediums and not exclusively to a creative methodology – which disserts my everyday decisions with remarkable justifications, irrefutable detail and my incomparable assertive oddity.

the MONSTRUKTOR

April 8, 2018

Sou eu quem perde, ou é o mundo? Definitivamente, perda há, agora, quem amortiza melhor do que eu, é que quero ver quem. Sou um mestre em desculpar os outros, aceitar as suas frustrações com o meu empenho e disponibilidade, em ver o que nem sonham serem capazes, e mesmo assim, ainda tenho a certeza que o erro não é dar-me. O erro é ser como sou, estranho, anormal, simples, mente, diferente.

the MONSTRUKTOR

April 6, 2018

Sou eu quem perde, ou é o mundo? Definitivamente, perda há, agora, quem amortiza melhor do que eu, é que quero ver quem. Sou um mestre em desculpar os outros, aceitar as suas frustrações com o meu empenho e disponibilidade, em ver o que nem sonham serem capazes, e mesmo assim, ainda tenho a certeza que o erro não é dar-me. O erro é ser como sou, estranho, anormal, simples, mente, diferente.

the MONSTRUKTOR

April 6, 2018

Sofrer é um hábito, é uma rotina que não se pode explicar a todos, nem fazer desaparecer com a vontade. É uma virtude que se não for de vítima dá algo mais, algo que a mera palavra não consegue explicar. É um âmago de coragem que não depende desse resultado pontiagudo que geralmente se recusa, e pelo contrário intensifica o contornos de todas as formas. Ou então, estou em negação e preciso de ajuda para identificar-me como agressor.

the MONSTRUKTOR

April 5, 2018

Sofrer é um hábito, é uma rotina que não se pode explicar a todos, nem fazer desaparecer com a vontade. É uma virtude que se não for de vítima dá algo mais, algo que a mera palavra não consegue explicar. É um âmago de coragem que não depende desse resultado pontiagudo que geralmente se recusa, e pelo contrário intensifica o contornos de todas as formas. Ou então, estou em negação e preciso de ajuda para identificar-me como agressor.

the MONSTRUKTOR

April 5, 2018

Tenho que parar de negar que eu é que sou a obra prima, o tema único e principal da obra, a notabilidade de tudo o que me rodeia. Sim, sou eu.

the MONSTRUKTOR

April 4, 2018

Tenho que parar de negar que eu é que sou a obra prima, o tema único e principal da obra, a notabilidade de tudo o que me rodeia. Sim, sou eu.

the MONSTRUKTOR

April 4, 2018

Aukthor

Uncanny conditions will present the strangest results. Daily.

Idiosyncrasies of the course of action; the struggle to document the correct choices; always proposing advances in the preposition of predisposition; the ability to communicate openly, yet strategically manipulating the emissary, the recognition and the receiving order of understanding, and the message contained in the end result.

This is the measure of how I am able to continue to pursue my career, through authorship. Day by day.

I know it for ever, but I was deemed unworthy by the nearest jealousy. It prevented me, justified only by my ignorance (the one I can’t yet control, in the unfortunate belief in humans), to act upon it. I always give them the benefit of a true creed, trusting and joining their self quest. Mostly lies, put on display as soon as the barrier between belief and actionable demand acts as a filter. The particles of true competence are then retained and clog the dynamics of trust, intensifying the expectations of everyone’s interest into the current disappointment and usual mediocrity.

My awareness, was definitely imposed by the denial I must provide to the weak. I know it now by experience, by my expanded thinking of people and their things; I know it by the infinite connection of the point cloud nobody even sees as a shape. I know it dot by dot, one by one of them. Everyday.

I have things inside I can’t communicate. I know it, clearly. They are not secrets or even regrets, just indecipherable theorems of my own mundanity waiting for me to proccess them into the dissection of my uncomfortable rational passion about life. Patiently, as a sage and never as a pariah.

It’s hard to know what others don’t see and should feel about themselves but harder is to know how to say it and not be alowed to.

April 4, 2018

Dominance @ intellectual control over social reciprocal action through silent influence of the end result. From ice cream to shoes, or rockets, or kids, dominance affects only the infliktor by the strong opposition of the inflicted to acquire my new, and always unwelcome truth.

the MONSTRUKTOR

April 3, 2018

A extrema unção da mentira, repetida vezes e vezes sem conta, como se soubesses que já não vale a pena voltar à verdade. Ainda há tempo para a redenção, não é verdade?

the MONSTRUKTOR

April 1, 2018

A extrema unção da mentira, repetida vezes e vezes sem conta, como se soubesses que já não vale a pena voltar à verdade. Ainda há tempo para a redenção, não é verdade?

the MONSTRUKTOR

April 1, 2018

I have seen so many, with ambitions as large as their aptitudes, struggle to search for a distinctive profession and become valid through that, as a career. I too, have, and will continue to gather, amplifying my assertiveness into the production of strategic investruments that consolidates what am obliged to say: I establish only authorship, my own.

the MONSTRUKTOR

April 1, 2018

Exiguidade @ no acesso à minha atenção, pela necessidade que tenho de me ter mais em tempo e forma. Especialmente imposto, aos que não se dão da mesma maneira a si próprios, como sendo o apanágio do seu domínio e auto estima, e em resposta à minha suprema exigência.

the MONSTRUKTOR

March 29, 2018

Exiguidade @ no acesso à minha atenção, pela necessidade que tenho de me ter mais em tempo e forma. Especialmente imposto, aos que não se dão da mesma maneira a si próprios, como sendo o apanágio do seu domínio e auto estima, e em resposta à minha suprema exigência.

the MONSTRUKTOR

March 29, 2018

Notabilidade @ noção de ser quem sou, sem margem para dúvida, na abordagem que divide o mundo entre os que pertencem à raça por analogia e os que são indivisíveis pela sua singularidade.

March 27, 2018

Notabilidade @ noção de ser quem sou, sem margem para dúvida, na abordagem que divide o mundo entre os que pertencem à raça por analogia e os que são indivisíveis pela sua singularidade.

March 27, 2018

I am not what my constraints allow me to be.

the MONSTRUKTOR

March 27, 2018

Travão

Apetece-me muito mas sei que não posso, ainda. Há essa vontade de ser e fazer ser como ninguém, em mim, mas não a há dentro de quem me interessa. Erro, pois primeiro, interesso-me por toda a gente, e isso não está bem.

Eu sei o que quero, como quero e quando quero, mas nos outros há um limite que não se ultrapassa. É ócio, mais preguiça que dúvida, uma facilidade que se permito, erro, eu, pois dou sem pensar, eles não.

Erro. Não posso. Não devo, não tenho sequer que aligeirar a proximidade que permite essa usurpação da minha vontade de estar presente por mim só.

Eu sei que sou mais. Tudo. Mas também sou fácil, útil, perto, ductil. Sou e dou o que tenho na expectativa da execução, sempre gorada nas múltiplas vezes que repito o que digo até à exaustão.

Erro. Aprendo. Protejo-me pouco e os espertos vêem bem isso. São astutos na forma como se encavalitam em mim. Usam e abusam da minha infinita vontade de melhor, nunca mais.

Parar, porquê? Pelos outros, mais uma vez, ou por mim, de facto?

Sim, talvez, parar agora num sinal de força e reunião de ainda mais força. Juntar a visão à forma, ao discurso e ao foco. Simplesmente, prever orientar-me nesse labirinto de sucção humana para usar a solução à partida.

Sim, parar para avançar.

March 27, 2018

Travão

Apetece-me muito mas sei que não posso, ainda. Há essa vontade de ser e fazer ser como ninguém, em mim, mas não a há dentro de quem me interessa. Erro, pois primeiro, interesso-me por toda a gente, e isso não está bem.

Eu sei o que quero, como quero e quando quero, mas nos outros há um limite que não se ultrapassa. É ócio, mais preguiça que dúvida, uma facilidade que se permito, erro, eu, pois dou sem pensar, eles não.

Erro. Não posso. Não devo, não tenho sequer que aligeirar a proximidade que permite essa usurpação da minha vontade de estar presente por mim só.

Eu sei que sou mais. Tudo. Mas também sou fácil, útil, perto, ductil. Sou e dou o que tenho na expectativa da execução, sempre gorada nas múltiplas vezes que repito o que digo até à exaustão.

Erro. Aprendo. Protejo-me pouco e os espertos vêem bem isso. São astutos na forma como se encavalitam em mim. Usam e abusam da minha infinita vontade de melhor, nunca mais.

Parar, porquê? Pelos outros, mais uma vez, ou por mim, de facto?

Sim, talvez, parar agora num sinal de força e reunião de ainda mais força. Juntar a visão à forma, ao discurso e ao foco. Simplesmente, prever orientar-me nesse labirinto de sucção humana para usar a solução à partida.

Sim, parar para avançar.

March 27, 2018

A magnitude da purga, essa magnífica imagem que é, a renovada forma de ser novo, a magnânime indulgência do pretérito perfeito que é, a busca do que ainda não é nada para ninguém. Esse mistério propõe compromisso, perda e talvez até remorso, mas nunca em mim, e nunca irá ser a causa da morte do critério e da intensidade de viver assim. Nunca deixarei de ser quem sou, só para depois criar quem me rodeia.

the MONSTRUKTOR

March 21, 2018

A magnitude da purga, essa magnífica imagem que é, a renovada forma de ser novo, a magnânime indulgência do pretérito perfeito que é, a busca do que ainda não é nada para ninguém. Esse mistério propõe compromisso, perda e talvez até remorso, mas nunca em mim, e nunca irá ser a causa da morte do critério e da intensidade de viver assim. Nunca deixarei de ser quem sou, só para depois criar quem me rodeia.

the MONSTRUKTOR

March 21, 2018

Extravasar-me @ um ato auto inflito, fora do normal, que reconhece o direito ao atravessamento e vazamento de matéria valor, na direcção pública da exposição mediática e natural.

the MONSTRUKTOR

March 20, 2018

Envisioning planning without fallacies or segmented people, only tasks. Achieving the end goal by exact measure and proportional understanding of the given context. I am a predictionist?

the MONSTRUKTOR

March 13, 2018

A howling noise, only recognized as coming of a master, ascending from his own birth; the mark of this new age of enlightenment. The product of a human, decoding the prerequisites of a larger life into the particles that enable ignorance to leave. Intense, pungent, fulfilling, erect, this is the smell of ambition and perseverance, in the mind of the man.

the MONSTRUKTOR

March 12, 2018

Um homem no seu génio, não pode ser menos, pelo amor de escolha, muito menos, a de uma mulher. Irrevogável, como a morte, tentada, na forma do drama, somente a Alma controla a vontade de viver através do ponto notável – esse homem que a permite ser válida. Que dança de horrores terrenos, que perniciosa a vida de incomuns. Que retrato de mim.

the MONSTRUKTOR

March 11, 2018

Um homem no seu génio, não pode ser menos, pelo amor de escolha, muito menos, a de uma mulher. Irrevogável, como a morte, tentada, na forma do drama, somente a Alma controla a vontade de viver através do ponto notável – esse homem que a permite ser válida. Que dança de horrores terrenos, que perniciosa a vida de incomuns. Que retrato de mim.

the MONSTRUKTOR

March 11, 2018

Sim, um homem exigente permite-se ser um desafio.

the MONSTRUKTOR

March 11, 2018

Hei-de morrer com um único remorso na minha vida: não ter tido remorsos de nada.

the MONSTRUKTOR

March 9, 2018

Hei-de morrer com um único remorso na minha vida: não ter tido remorsos de nada.

the MONSTRUKTOR

March 9, 2018

The end result of this focused intensity is a remarkable insight into the notable future of titans. The leftovers are mediocrity and a regretful past.

the MONSTRUKTOR

March 8, 2018

Rules exist only to be extinct by the will of the sage.

the MONSTRUKTOR

March 7, 2018

Restrictions will always create more freedom.

the MONSTRUKTOR

March 7, 2018

Resent life or contempt people; explain actions with absurd emotions; constrain myself as the expansion of low expectations takes it place; accept nothing but the success of the assertive one, made of rigorous vision, passion and a very specific oddity.

the MONSTRUKTOR

March 6, 2018

Preciso desesperadamente mudar a minha imagem: todos me confundem com um gajo porreiro, mas que nunca deixa de magoar com a verdade e isso deixa-me triste porque eu não sou nada assim… Ó pá, eu só sou aquele gajo, porreiro, que gosta de estar bem, com todos, sempre na minha vida pacata, e a pensar no meu quentinho. Continuo sem perceber, porque me confundem, e é sempre com o que não lhes interessa, e é sempre quando eu lhes digo isso que fogem. Até acredito mais do que eles que eles não são medricas – pelo menos é o que me dizem – mas eu não penso muito nisso. Até porque, dizem que é da forma como eu falo, mas eu estou sempre a avisar que não é! É do conteúdo! Eu sei, eu preciso mesmo mudar a minha vida, rapidamente! É que até vem aí o sol, e tudo. Quentinho…! Ahhh… Vou mesmo mudar 😉

the MONSTRUKTOR

March 5, 2018

As if the weight of a simple breath could measure the inability to understand how much I am love. Coping with this cathartic fact – of what I can sense to arise from the track of the past – as a living chapter I have been writing in the long history of life, while living and always learning. I stopped free absorption and replaced it with my expelling path until I prove me, how I have beaten my own mortality.

the MONSTRUKTOR

March 4, 2018

Agora sei que nem o tempo me acompanha. Nem no espaço nem da dimensão que sabemos existirem várias. Seja por causa ou razão humana, minha ou por minha causa, em ambas há sempre uma diferença inconciliável entre pensar, agir e de facto fazer, por mim ou em grupo. É irascível o que vejo não acontecer; insuportável na insurreição da minha vontade mas também na decadência de vê-los mirrar. Extintos, auto inflitos, aflitos, mas vorazes a reivindicar o reino do nada, dedicam tudo a não ser como eu, um titã.

the MONSTRUKTOR

March 4, 2018

Este sucesso de viver o fracasso.

the MONSTRUKTOR

March 3, 2018

A serenidade, solene, em equilíbrio com tudo o que é necessário à minha volta. Sensível, sem dúvida do que ser humano significa para todos estes outros que vivem de mim.

the MONSTRUKTOR

March 3, 2018

A serenidade, solene, em equilíbrio com tudo o que é necessário à minha volta. Sensível, sem dúvida do que ser humano significa para todos estes outros que vivem de mim.

the MONSTRUKTOR

March 3, 2018

A vida de alguns é uma erva ao vento; esse sopro que o meu movimento provoca.

the MONSTRUKTOR

March 3, 2018

A vida de alguns é uma erva ao vento; esse sopro que o meu movimento provoca.

the MONSTRUKTOR

March 3, 2018

Mostly because I am perfectly able to cope with anything a human can’t process beyond dogma.

the MONSTRUKTOR

February 24, 2018

Cessar, seja o que for, para existir ou escolher o fim, é sempre o meu início.

the MONSTRUKTOR

February 21, 2018

Como um dependente, hoje purguei-me, deixei para trás a privação, e foi como num bom sono que me criei num novo ser.

Foi num descanso, num momento meu, de, e para mim, que ousei ver mais do que estava perto. Sinto que, como que, essa meditação de estado, pôde ser uma forma pessoal de ver mais do que o meu mundo. Pode até ser estranho dizê-lo, mas dá-me vislumbres do teu, e dos outros. Não é transe, nem transcendência, é só essa presença de alguém dentro de nós pela ausência de ser, dentro do nosso próprio corpo.

É claro uma questão de imaginar. Por vezes fantasias, por outras (vezes) lugares. Cenas completas com espectros e volumes não exatos de formas de algo, ou de alguém; as que soam como um algodão mais leve, mais solto, mas sem o sabor doce da realidade. Mas também não é essa a expectativa.

É um desígnio de cada um, incapaz de ser reproduzido, ou de ser representado de outra forma, que não essa que estás a ver agora. Posta por mim em ti, neste presente, deste momento, no exemplo de ser quem sou, a mostrar o que, e como, sou.

Seja em ti, ou dentro de ti, numa criação de algo, externo e alienígena, mas quase concreto para ti. Discreto é certo, real, tanto como um sonho que fica a meio.

Tanto, quando esse mesmo sonho nos deixa no limbo de querer ficar entre o acordar e o voltar. Uma transição de plano, num estado intermédio, onde a interpolação entre a associação do real com a propagação da vida, não passa de um sonho, esse sonho. Acordado. Confuso. Como estás agora, a forçar o entendimento da minha forma e de como descrevo a minha própria privação. Sim, é esse o tema em que te quero focar. Privar.

Concretamente, a privação de ser. Minha, tua, do real ou sonhado, um imaginado intermédio de tudo, ao nada. Um reflexo de um resíduo passado que ainda vibra por tão recente. Reverente. Presumo que ainda sentes essa parte que não te toca, mas que te deixa pleno do arrepio desta energia que ainda te atravessa a memória. Sentes uma polaridade invertida, uma transmissão elétrica de mim, para ti. Sentes essa presença. Um sentimento em forma de sensação. Agudizas e resvalas a epiglote, embora seguro, engoles a seco. Pausa.

Brotei assim de dentro de outro em mim, fui saindo, e saindo, só para voltar de novo. Eu gosto de voltar. Gosto muito de sair, mas não o faço por ninguém mais que eu. Gosto da forma tentada de ser tanto, que transbordo. Saio por fora de mim. Não fico fora, sem controlo. Extravaso, só. Gosto de voltar. Calmo, seguro e sempre a definhar a dúvida, pois essa, advém a certeza empírica do novo ser, ser quando sou assim, expansivo, e me levo aos melhores lugares que, ou onde, nunca estive. Porque volto.

É assim que me privo. De mim e a ti também. Privo-me de ser, para ser, outro, ou algo. Ver-me mais e só assim construir dentro, tudo o que se passa, fora. É por isso que me privo.

Emano electrões como resíduo, numa sinceridade estaminal, propícia a ser tudo o que a dor evitar. Projeto fotões, de outros, porque não sei ser luz, sou privado. Sou protões, iões, bosões de massa, sou essa partícula que é e dá massa, densidade. Privo com essa realidade, a que valida outros estados de matéria e existências várias.

Sou afinal uma privação. Não porque a exerço, mas porque a sou. Sou uma cortina, um filtro, um portal. Sou o grande protetor dessa passagem, dimensional, entre o homem e a sua visão de vida. A aprendizagem da luz e da sombra, numa noção alargada da ausência de ambos.

Sou dor inflita, aberta, carmim.
Sou uma voz pesada, de arbítrio e sem fim. Sou um azul meu, denso e vibrante.
Sou eu, e nunca serei bastante.

February 21, 2018

Como um dependente, hoje purguei-me, deixei para trás a privação, e foi como num bom sono que me criei num novo ser.

Foi num descanso, num momento meu, de, e para mim, que ousei ver mais do que estava perto. Sinto que, como que, essa meditação de estado, pôde ser uma forma pessoal de ver mais do que o meu mundo. Pode até ser estranho dizê-lo, mas dá-me vislumbres do teu, e dos outros. Não é transe, nem transcendência, é só essa presença de alguém dentro de nós pela ausência de ser, dentro do nosso próprio corpo.

É claro uma questão de imaginar. Por vezes fantasias, por outras (vezes) lugares. Cenas completas com espectros e volumes não exatos de formas de algo, ou de alguém; as que soam como um algodão mais leve, mais solto, mas sem o sabor doce da realidade. Mas também não é essa a expectativa.

É um desígnio de cada um, incapaz de ser reproduzido, ou de ser representado de outra forma, que não essa que estás a ver agora. Posta por mim em ti, neste presente, deste momento, no exemplo de ser quem sou, a mostrar o que, e como, sou.

Seja em ti, ou dentro de ti, numa criação de algo, externo e alienígena, mas quase concreto para ti. Discreto é certo, real, tanto como um sonho que fica a meio.

Tanto, quando esse mesmo sonho nos deixa no limbo de querer ficar entre o acordar e o voltar. Uma transição de plano, num estado intermédio, onde a interpolação entre a associação do real com a propagação da vida, não passa de um sonho, esse sonho. Acordado. Confuso. Como estás agora, a forçar o entendimento da minha forma e de como descrevo a minha própria privação. Sim, é esse o tema em que te quero focar. Privar.

Concretamente, a privação de ser. Minha, tua, do real ou sonhado, um imaginado intermédio de tudo, ao nada. Um reflexo de um resíduo passado que ainda vibra por tão recente. Reverente. Presumo que ainda sentes essa parte que não te toca, mas que te deixa pleno do arrepio desta energia que ainda te atravessa a memória. Sentes uma polaridade invertida, uma transmissão elétrica de mim, para ti. Sentes essa presença. Um sentimento em forma de sensação. Agudizas e resvalas a epiglote, embora seguro, engoles a seco. Pausa.

Brotei assim de dentro de outro em mim, fui saindo, e saindo, só para voltar de novo. Eu gosto de voltar. Gosto muito de sair, mas não o faço por ninguém mais que eu. Gosto da forma tentada de ser tanto, que transbordo. Saio por fora de mim. Não fico fora, sem controlo. Extravaso, só. Gosto de voltar. Calmo, seguro e sempre a definhar a dúvida, pois essa, advém a certeza empírica do novo ser, ser quando sou assim, expansivo, e me levo aos melhores lugares que, ou onde, nunca estive. Porque volto.

É assim que me privo. De mim e a ti também. Privo-me de ser, para ser, outro, ou algo. Ver-me mais e só assim construir dentro, tudo o que se passa, fora. É por isso que me privo.

Emano electrões como resíduo, numa sinceridade estaminal, propícia a ser tudo o que a dor evitar. Projeto fotões, de outros, porque não sei ser luz, sou privado. Sou protões, iões, bosões de massa, sou essa partícula que é e dá massa, densidade. Privo com essa realidade, a que valida outros estados de matéria e existências várias.

Sou afinal uma privação. Não porque a exerço, mas porque a sou. Sou uma cortina, um filtro, um portal. Sou o grande protetor dessa passagem, dimensional, entre o homem e a sua visão de vida. A aprendizagem da luz e da sombra, numa noção alargada da ausência de ambos.

Sou dor inflita, aberta, carmim.
Sou uma voz pesada, de arbítrio e sem fim. Sou um azul meu, denso e vibrante.
Sou eu, e nunca serei bastante.

February 21, 2018

Descompassado, desde que nasci. Seja por futuro, mas também pelo presente que nunca o é. Nada se alinha porque nada tem que se alinhar além do alinho que procuro de mim com o mundo. Pontos de uma vista particular, singular.

the MONSTRUKTOR

February 19, 2018

As a competent rebel, primitive or indigenous, bridging the abyssal epistemologies with nothing more than presence and existence. In front of, culture, being the artifact of the ethnographic politesation/politisation/pollination of a new curatorship. From the roots of my future, adhering from all the invisible frontiers of knowledge and enlightening the roar of the lion, from the taxonomic roar of dispossessed knowledge.

the MONSTRUKTOR

February 18, 2018

Character and talent are not indistinguishable from one another, and not made to be separated from the idea of a new possible advance. Context is a preposition of concept which relates to the proposal of value between the prosecutor of critic and the curator of innovation. The ratio between the simplification of both into each other is what i call my creative personality.

the MONSTRUKTOR

February 16, 2018

Ainda há, quem compare, ou se compare, com a minha capacidade de, ser, fazer, destruir, construir, criar, criticar, tudo, na sua forma de achar-se capaz. Nem de acompanhar… Phfffff… Quanto mais perceber! Alguns vão me ultrapassar, sim. Faço questão de os empurrar eu!!! Há anos!

the MONSTRUKTOR

February 15, 2018

Ainda há, quem compare, ou se compare, com a minha capacidade de, ser, fazer, destruir, construir, criar, criticar, tudo, na sua forma de achar-se capaz. Nem de acompanhar… Phfffff… Quanto mais perceber! Alguns vão me ultrapassar, sim. Faço questão de os empurrar eu!!! Há anos!

the MONSTRUKTOR

February 15, 2018

Quando o homem é preciso, para reinventar a própria necessidade, não vai querer o desnecessário.

the MONSTRUKTOR

February 15, 2018

Quando o homem é preciso, para reinventar a própria necessidade, não vai querer o desnecessário.

the MONSTRUKTOR

February 15, 2018

The correct stimulation pushes everybody above average. Self inflicted one raises me as a titan.

the MONSTRUKTOR

February 15, 2018

Knowledge and how humans apply it, passed from being too platonic, to a pure intelectual sodomy and igneous prevarication, all in the name of a few false fakes and posers.

the MONSTRUKTOR

February 13, 2018

Nunca vou preferir a imposição da vontade vigorosamente defendida, pela sublime dinâmica de viver na ação contínua que resulta da nossa vida comum.

the MONSTRUKTOR

February 12, 2018

Nunca vou preferir a imposição da vontade vigorosamente defendida, pela sublime dinâmica de viver na ação contínua que resulta da nossa vida comum.

the MONSTRUKTOR

February 12, 2018

É difícil explicar a diferença entre a vossa falsa modéstia e a minha humilde arrogância.

the MONSTRUKTOR

February 12, 2018

É difícil explicar a diferença entre a vossa falsa modéstia e a minha humilde arrogância.

the MONSTRUKTOR

February 12, 2018

Custo

A bitola, na qual vivo, é-me imposta por mim, mas vivo num ponto onde o escrutínio radical das minhas capacidades pelos outros é considerado um alimento de interesse público. Esses, fazem de mim um macro aviso de nutrientes em distribuição gratuita, como se eu fosse uma instituição. Uma beneficência inesgotável de cariz social e aproveitam-se assim, do meu nome, da minha força, competência, disciplina, dedicação, intensidade, coerência, raciocínio, crítica e criatividade, talento puro, capacidade de processamento, trabalho, gosto e educação, perseverança, visão, valor nominal, em vão. O aproveitamento do meu bom senso sobre a partilha pura, é extravasado pela força exterior da vontade imposta. Reivindicada.

Todos, mas todos, querem essa parte boa. Limpa, perfeita, saciante, saborosa. Não há nada que não se aproveite, e se por um acaso algo não sabe como o pedaço anterior, eu corto e substituo-o numa sangria colorida, mas curativa. Sou o principal dissecante de mim próprio, uso de um brio profícuo em rigor e qualidade da matéria-prima, sou pouco benevolente com material que não o notável, aprovado, biologicamente são.

Sirvo para tudo, e todos sabem disso, pois dependem da minha existência para essa validação individual da sua candidatura a humano. Sirvo de tudo, e todos fogem disso, pois mostro por reflexo a diferença entre a textura da mente que alimenta e o prato que vem servir-se de mais.

February 10, 2018

Custo

A bitola, na qual vivo, é-me imposta por mim, mas vivo num ponto onde o escrutínio radical das minhas capacidades pelos outros é considerado um alimento de interesse público. Esses, fazem de mim um macro aviso de nutrientes em distribuição gratuita, como se eu fosse uma instituição. Uma beneficência inesgotável de cariz social e aproveitam-se assim, do meu nome, da minha força, competência, disciplina, dedicação, intensidade, coerência, raciocínio, crítica e criatividade, talento puro, capacidade de processamento, trabalho, gosto e educação, perseverança, visão, valor nominal, em vão. O aproveitamento do meu bom senso sobre a partilha pura, é extravasado pela força exterior da vontade imposta. Reivindicada.

Todos, mas todos, querem essa parte boa. Limpa, perfeita, saciante, saborosa. Não há nada que não se aproveite, e se por um acaso algo não sabe como o pedaço anterior, eu corto e substituo-o numa sangria colorida, mas curativa. Sou o principal dissecante de mim próprio, uso de um brio profícuo em rigor e qualidade da matéria-prima, sou pouco benevolente com material que não o notável, aprovado, biologicamente são.

Sirvo para tudo, e todos sabem disso, pois dependem da minha existência para essa validação individual da sua candidatura a humano. Sirvo de tudo, e todos fogem disso, pois mostro por reflexo a diferença entre a textura da mente que alimenta e o prato que vem servir-se de mais.

February 10, 2018

I live in the inescapable loop of curiosity and self wonderment. My thirst for knowledge is easily surpassed by my gift of indexation and by the competent habilitation to construct a myriad of stories around me. All are true, and made of a systematic approach into a critical creative content. I develop not only the selected content but mainly the people who I choose and prove themselves ready for this opportunity to learn how to become eccentric parts of this ceremonial profession.

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February 7, 2018

I’m not miserable because, I workout regularly and train my diet to be able to eat healthy, drink responsibly and be happy with it all.

the MONSTRUKTOR

February 6, 2018

“Tu não percebes, que ficam desconfortáveis com a tua forma de ser, és muito intenso, muito rigoroso…” Continuo sem perceber, não quero. Ahhh… Como eu prefiro este meu dom da ignorância…

the MONSTRUKTOR

February 5, 2018

“Tu não percebes, que ficam desconfortáveis com a tua forma de ser, és muito intenso, muito rigoroso…” Continuo sem perceber, não quero. Ahhh… Como eu prefiro este meu dom da ignorância…

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February 5, 2018

Eu magoo, eu inflijo em todos o que mais cruel existe neles. Sou a personificação do medo que existe no reflexo pessoal da vida de cada um.. Mais do que somente o tonto que anui com o medíocre estado de estar sem ser…

the MONSTRUKTOR

February 5, 2018

Ainda há quem ache que vivo triste e projete assim em mim as desculpas de um remorso pessoal e intransmissível. Eu vivo feliz, intensamente constante e de acordo com o meu próprio reflexo de visão interior. Desde que me lembro de ser ser, só por breves falhas, é que vivi o que outros nunca me souberam explicar: porque escolher viver pouco, bastante, suficiente, para justificar a felicidade e a infelicidade de não ser quem se quer ser, não é para mim.

the MONSTRUKTOR

February 5, 2018

Ainda há quem ache que vivo triste e projete assim em mim as desculpas de um remorso pessoal e intransmissível. Eu vivo feliz, intensamente constante e de acordo com o meu próprio reflexo de visão interior. Desde que me lembro de ser ser, só por breves falhas, é que vivi o que outros nunca me souberam explicar: porque escolher viver pouco, bastante, suficiente, para justificar a felicidade e a infelicidade de não ser quem se quer ser, não é para mim.

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February 5, 2018

A felicidade da melancolia. Do sentimento bucólico que culpa a humanidade pela beleza de ser homem, eu, muito mais do que os homens à minha volta.

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February 5, 2018

A felicidade da melancolia. Do sentimento bucólico que culpa a humanidade pela beleza de ser homem, eu, muito mais do que os homens à minha volta.

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February 5, 2018

Já nem a tristeza me chega; já nem a mágoa de sentir os pulmões encher continuamente, em compasso com a batida normal. Calmo, mas sem visão. Sem mais força do que a que preciso para manter a noção de ser quem sou: totalmente livre de ser menos – por muito que me queiram dizer que não. Indiferente, mas convicto, nessa razão de ver, por ser só assim, afinal quem eu sou.

the MONSTRUKTOR

February 4, 2018

Já nem a tristeza me chega; já nem a mágoa de sentir os pulmões encher continuamente, em compasso com a batida normal. Calmo, mas sem visão. Sem mais força do que a que preciso para manter a noção de ser quem sou: totalmente livre de ser menos – por muito que me queiram dizer que não. Indiferente, mas convicto, nessa razão de ver, por ser só assim, afinal quem eu sou.

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February 4, 2018

Teste

E se o Rio desse à Costa e juntos formassem um governo?

Não seria nada de novo, grave ou mortal. Não seria uma má ideia ou até, um ponto de rutura político ou social. Não seria inultrapassável, mesmo a maneira barroca, como alguns dos seus teriam asco de tal. Não seria nada mau, esse exemplo, dado ao mundo, por Portugal.

O não, seria muito mais construtivo, curto e pedagógico. Seria discutido fatalmente, internamente, paradoxalmente, por igual; pelos melhores e valores, de todos, e não sobre um grupo de interesses, de um qualquer fulano de tal.

Um governo formado por um partido, não partido: unido, único e refletindo a forma bicéfola como todos devemos governance a nós próprios, por igual. Uma nova forma de estar e ser cidadão, ativo, proclamando o progresso do bem último, a comunhão total.

Ora, se não o fazemos, devíamos, pois reside no equilíbrio a forma final, o da vida comum. A aceitação do possível é pouco; precisamos da general, onde a dedicação ao plano vem de todos e não de feitos ou interesses de um que sabemos mal.

Sim é possível, sim será um momento de reflexão, ponto de onde todos podemos encontrar os argumentos positivos, os dos nossos votos ativos, em prol e na defesa do melhor para Portugal.

Essa ditadura, prescisa de eleições, pode ser a última gota ou maior avanço de sempre, só temos que decidir por eles, os milhões ignorantes.

PS conhecendo Portugal, depressa se entendiam e mudavam para o coiso e tal…

February 4, 2018

Teste

E se o Rio desse à Costa e juntos formassem um governo?

Não seria nada de novo, grave ou mortal. Não seria uma má ideia ou até, um ponto de rutura político ou social. Não seria inultrapassável, mesmo a maneira barroca, como alguns dos seus teriam asco de tal. Não seria nada mau, esse exemplo, dado ao mundo, por Portugal.

O não, seria muito mais construtivo, curto e pedagógico. Seria discutido fatalmente, internamente, paradoxalmente, por igual; pelos melhores e valores, de todos, e não sobre um grupo de interesses, de um qualquer fulano de tal.

Um governo formado por um partido, não partido: unido, único e refletindo a forma bicéfola como todos devemos governance a nós próprios, por igual. Uma nova forma de estar e ser cidadão, ativo, proclamando o progresso do bem último, a comunhão total.

Ora, se não o fazemos, devíamos, pois reside no equilíbrio a forma final, o da vida comum. A aceitação do possível é pouco; precisamos da general, onde a dedicação ao plano vem de todos e não de feitos ou interesses de um que sabemos mal.

Sim é possível, sim será um momento de reflexão, ponto de onde todos podemos encontrar os argumentos positivos, os dos nossos votos ativos, em prol e na defesa do melhor para Portugal.

Essa ditadura, prescisa de eleições, pode ser a última gota ou maior avanço de sempre, só temos que decidir por eles, os milhões ignorantes.

PS conhecendo Portugal, depressa se entendiam e mudavam para o coiso e tal…

February 4, 2018

Em toda a mudança há uma purga, um desejo entre o oportunismo e o suplício da perda, do conforto. Vivo há demasiado tempo a aceitar o conforto de todos, para todos, recusarem aceitar o meu desconforto. Sem males maiores do que a gratidão da descoberta pessoal, o reconhecimento inicial, o da primeira memória de reflexo, reclamo o que é meu, ganho.

the MONSTRUKTOR

February 2, 2018

Em toda a mudança há uma purga, um desejo entre o oportunismo e o suplício da perda, do conforto. Vivo há demasiado tempo a aceitar o conforto de todos, para todos, recusarem aceitar o meu desconforto. Sem males maiores do que a gratidão da descoberta pessoal, o reconhecimento inicial, o da primeira memória de reflexo, reclamo o que é meu, ganho.

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February 2, 2018

Pacto

Vivo num despudor de aceitação, mas nem de acordo com a mentira que vive dentro dos outros! Só, porque me deixo usar pela bondade e gratidão que emano, a que só, eu dou.

A retribuição não existe. Essa forma plena de obrigado é uma miragem concreta na cabeça de quem a profere, mas em mim… nem a sinto. Essa mentira contada a eles próprios aflige-me, pois de alguma forma pactuei com esta falta de carácter ao longo destes anos. Devia ter sido ainda mais direto, menos respeitador dessa demência que incapacita, mais eu – assertivo e inconvenientemente carrasco da falta de verdade – até porque, no final, quem sente a deficiência, sou eu.

Agora, que mostro da minha forma adulta o que não posso aceitar por cada um que me rodeia, sou um tirano. Sou desmedido e exagerado, demasiado intenso, demasiado sério. Pedem-me que mude, me mude. Que altere a forma rigorosa e assertiva de ser notável. Ser, rigoroso, exigente, disciplinado. Sagaz.

Quando posso ser visionário, sou finalmente eu. Livre, para criar dentro de todas as regras, sistemas e normas que alimentam a visão de excelência e notabilidade de onde nasci. Visualizo-me, e a eles, e nesse duplo reflexo ajo como o espelho da verdade. Assim vêem-se momentaneamente, miram-se incapazes. As pernas tremem da verdade incontornável, pública, despudorada, essa sim, algo em que aceito viver. São mesquinhos, mentem por pouco, até aceitam o roubo de uma carica por ser só isso, uma carica. São indecentes comigo, mas primeiro com eles. Escolhas.

Neste claro momento de mim, só, porque ninguém me acompanha, devo assumir essa solidão? Só, porque os carrego comigo, vou resignar-me a ser um ser, só? Só porque eles não são capazes eu tenho de abrandar? Há quem diga que temos que ajudar o próximo, há quem clame que nós somos o primeiro momento de ajuda aos outros, eu afirmo que me prefiro, só.

Vou continuar, mais adentro. Ninguém que eu conheço tem a capacidade de me ignorar, de ser indiferente ou que eu o seja a si. Sou marcante pela minha excentricidade humilde; pela minha intensidade que humedece os olhos aos amigos e as pernas ás que me cobiçam. Deixo sempre uma marca, sem cicatriz visível, mas com o tempo, transforma-se numa marca destruidora de normalidades. 

Sou só, este monstro humano, tirano, que é tão dócil como os poucos que me conseguiram afagar.

February 1, 2018

Pacto

Vivo num despudor de aceitação, mas nem de acordo com a mentira que vive dentro dos outros! Só, porque me deixo usar pela bondade e gratidão que emano, a que só, eu dou.

A retribuição não existe. Essa forma plena de obrigado é uma miragem concreta na cabeça de quem a profere, mas em mim… nem a sinto. Essa mentira contada a eles próprios aflige-me, pois de alguma forma pactuei com esta falta de carácter ao longo destes anos. Devia ter sido ainda mais direto, menos respeitador dessa demência que incapacita, mais eu – assertivo e inconvenientemente carrasco da falta de verdade – até porque, no final, quem sente a deficiência, sou eu.

Agora, que mostro da minha forma adulta o que não posso aceitar por cada um que me rodeia, sou um tirano. Sou desmedido e exagerado, demasiado intenso, demasiado sério. Pedem-me que mude, me mude. Que altere a forma rigorosa e assertiva de ser notável. Ser, rigoroso, exigente, disciplinado. Sagaz.

Quando posso ser visionário, sou finalmente eu. Livre, para criar dentro de todas as regras, sistemas e normas que alimentam a visão de excelência e notabilidade de onde nasci. Visualizo-me, e a eles, e nesse duplo reflexo ajo como o espelho da verdade. Assim vêem-se momentaneamente, miram-se incapazes. As pernas tremem da verdade incontornável, pública, despudorada, essa sim, algo em que aceito viver. São mesquinhos, mentem por pouco, até aceitam o roubo de uma carica por ser só isso, uma carica. São indecentes comigo, mas primeiro com eles. Escolhas.

Neste claro momento de mim, só, porque ninguém me acompanha, devo assumir essa solidão? Só, porque os carrego comigo, vou resignar-me a ser um ser, só? Só porque eles não são capazes eu tenho de abrandar? Há quem diga que temos que ajudar o próximo, há quem clame que nós somos o primeiro momento de ajuda aos outros, eu afirmo que me prefiro, só.

Vou continuar, mais adentro. Ninguém que eu conheço tem a capacidade de me ignorar, de ser indiferente ou que eu o seja a si. Sou marcante pela minha excentricidade humilde; pela minha intensidade que humedece os olhos aos amigos e as pernas ás que me cobiçam. Deixo sempre uma marca, sem cicatriz visível, mas com o tempo, transforma-se numa marca destruidora de normalidades. 

Sou só, este monstro humano, tirano, que é tão dócil como os poucos que me conseguiram afagar.

February 1, 2018

O bucólico instante de reconhecimento sobre a forma de ser humano; a melancólica virtude de olhar para trás ao caminhar para a frente; a nostalgia de agradar à morte com uma vida medíocre.

the MONSTRUKTOR

February 1, 2018

O bucólico instante de reconhecimento sobre a forma de ser humano; a melancólica virtude de olhar para trás ao caminhar para a frente; a nostalgia de agradar à morte com uma vida medíocre.

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February 1, 2018

Uma forma de conteúdo assertivo, rigoroso e apaixonante; uma visão da estranheza que me assalta as veias com a disponibilidade de um tufão.

the MONSTRUKTOR

January 31, 2018

Uma forma de conteúdo assertivo, rigoroso e apaixonante; uma visão da estranheza que me assalta as veias com a disponibilidade de um tufão.

the MONSTRUKTOR

January 31, 2018

Gosto de ajudar, penso sempre no próximo por defeito, isso mesmo, por ter um defeito, pois o feito nem me é dado a respeito. A retribuição imberbe não me chega, nem madura. Imbecis.

the MONSTRUKTOR

January 29, 2018