titan

Jack of all trades, master of them all.

July 31, 2019

Nunca foi pelo resultado. Nunca foi pelo número só. Nunca foi pelo que os outros esperam de mim. Nunca foi pelo que se espera de alguém como eu. Nunca foi por nada mais do que a catarse do percurso. Sempre pela prova do ser e fazer como o mundo precisa de saber.

the MONSTRUKTOR

November 27, 2018

Nunca foi pelo resultado. Nunca foi pelo número só. Nunca foi pelo que os outros esperam de mim. Nunca foi pelo que se espera de alguém como eu. Nunca foi por nada mais do que a catarse do percurso. Sempre pela prova do ser e fazer como o mundo precisa de saber.

the MONSTRUKTOR

November 27, 2018

Há pois em mim agora a calma de futuro. Essa certeza de, que o mundo é, somente uma desolação de humanidades e que nunca será a fantasia que nos é vendida em promoção. Uma forma específica, deles, entre desilusão e ansiedade, e entre a minha visão e consciência de ser como vejo, e quero ser.

the MONSTRUKTOR

September 18, 2018

Há pois em mim agora a calma de futuro. Essa certeza de, que o mundo é, somente uma desolação de humanidades e que nunca será a fantasia que nos é vendida em promoção. Uma forma específica, deles, entre desilusão e ansiedade, e entre a minha visão e consciência de ser como vejo, e quero ser.

the MONSTRUKTOR

September 18, 2018

Pacto

Vivo num despudor de aceitação, mas nem de acordo com a mentira que vive dentro dos outros! Só, porque me deixo usar pela bondade e gratidão que emano, a que só, eu dou.

A retribuição não existe. Essa forma plena de obrigado é uma miragem concreta na cabeça de quem a profere, mas em mim… nem a sinto. Essa mentira contada a eles próprios aflige-me, pois de alguma forma pactuei com esta falta de carácter ao longo destes anos. Devia ter sido ainda mais direto, menos respeitador dessa demência que incapacita, mais eu – assertivo e inconvenientemente carrasco da falta de verdade – até porque, no final, quem sente a deficiência, sou eu.

Agora, que mostro da minha forma adulta o que não posso aceitar por cada um que me rodeia, sou um tirano. Sou desmedido e exagerado, demasiado intenso, demasiado sério. Pedem-me que mude, me mude. Que altere a forma rigorosa e assertiva de ser notável. Ser, rigoroso, exigente, disciplinado. Sagaz.

Quando posso ser visionário, sou finalmente eu. Livre, para criar dentro de todas as regras, sistemas e normas que alimentam a visão de excelência e notabilidade de onde nasci. Visualizo-me, e a eles, e nesse duplo reflexo ajo como o espelho da verdade. Assim vêem-se momentaneamente, miram-se incapazes. As pernas tremem da verdade incontornável, pública, despudorada, essa sim, algo em que aceito viver. São mesquinhos, mentem por pouco, até aceitam o roubo de uma carica por ser só isso, uma carica. São indecentes comigo, mas primeiro com eles. Escolhas.

Neste claro momento de mim, só, porque ninguém me acompanha, devo assumir essa solidão? Só, porque os carrego comigo, vou resignar-me a ser um ser, só? Só porque eles não são capazes eu tenho de abrandar? Há quem diga que temos que ajudar o próximo, há quem clame que nós somos o primeiro momento de ajuda aos outros, eu afirmo que me prefiro, só.

Vou continuar, mais adentro. Ninguém que eu conheço tem a capacidade de me ignorar, de ser indiferente ou que eu o seja a si. Sou marcante pela minha excentricidade humilde; pela minha intensidade que humedece os olhos aos amigos e as pernas ás que me cobiçam. Deixo sempre uma marca, sem cicatriz visível, mas com o tempo, transforma-se numa marca destruidora de normalidades. 

Sou só, este monstro humano, tirano, que é tão dócil como os poucos que me conseguiram afagar.

February 1, 2018

Pacto

Vivo num despudor de aceitação, mas nem de acordo com a mentira que vive dentro dos outros! Só, porque me deixo usar pela bondade e gratidão que emano, a que só, eu dou.

A retribuição não existe. Essa forma plena de obrigado é uma miragem concreta na cabeça de quem a profere, mas em mim… nem a sinto. Essa mentira contada a eles próprios aflige-me, pois de alguma forma pactuei com esta falta de carácter ao longo destes anos. Devia ter sido ainda mais direto, menos respeitador dessa demência que incapacita, mais eu – assertivo e inconvenientemente carrasco da falta de verdade – até porque, no final, quem sente a deficiência, sou eu.

Agora, que mostro da minha forma adulta o que não posso aceitar por cada um que me rodeia, sou um tirano. Sou desmedido e exagerado, demasiado intenso, demasiado sério. Pedem-me que mude, me mude. Que altere a forma rigorosa e assertiva de ser notável. Ser, rigoroso, exigente, disciplinado. Sagaz.

Quando posso ser visionário, sou finalmente eu. Livre, para criar dentro de todas as regras, sistemas e normas que alimentam a visão de excelência e notabilidade de onde nasci. Visualizo-me, e a eles, e nesse duplo reflexo ajo como o espelho da verdade. Assim vêem-se momentaneamente, miram-se incapazes. As pernas tremem da verdade incontornável, pública, despudorada, essa sim, algo em que aceito viver. São mesquinhos, mentem por pouco, até aceitam o roubo de uma carica por ser só isso, uma carica. São indecentes comigo, mas primeiro com eles. Escolhas.

Neste claro momento de mim, só, porque ninguém me acompanha, devo assumir essa solidão? Só, porque os carrego comigo, vou resignar-me a ser um ser, só? Só porque eles não são capazes eu tenho de abrandar? Há quem diga que temos que ajudar o próximo, há quem clame que nós somos o primeiro momento de ajuda aos outros, eu afirmo que me prefiro, só.

Vou continuar, mais adentro. Ninguém que eu conheço tem a capacidade de me ignorar, de ser indiferente ou que eu o seja a si. Sou marcante pela minha excentricidade humilde; pela minha intensidade que humedece os olhos aos amigos e as pernas ás que me cobiçam. Deixo sempre uma marca, sem cicatriz visível, mas com o tempo, transforma-se numa marca destruidora de normalidades. 

Sou só, este monstro humano, tirano, que é tão dócil como os poucos que me conseguiram afagar.

February 1, 2018

Mesmo quando todos olham para baixo, eu ergo cada vez mais o meu alcance e miro por cima, suavemente e distante, a reler o que a vida deixou de ter sido.

the MONSTRUKTOR

January 11, 2018

Orgulha-te do que tu decidiste ser, o que tu és, e como já são tudo o queres de ti, para ti.

the MONSTRUKTOR

January 10, 2018

Orgulha-te do que tu decidiste ser, o que tu és, e como já são tudo o queres de ti, para ti.

the MONSTRUKTOR

January 10, 2018

The decisive moment when the maestro, the performer, the band, the act, the discipline, the legacy and the audience are a solo for the first time.

the MONSTRUKTOR

December 2, 2017

Ó arrabalde da alma, seu baldio enxoviado de saber, de querer, de mais, do meu nada.

Coluna privada, enxuta de bens meus, incomuns, e só por isso não é assim de toda a gente… muito menos deste povo de micose, o dessa coluna pública e plena de sentido lato, de generalizações das tais vontades comuns, a dessa gente pequena e atroz, neste arrabalde de nada vosso. Tudo, meu…

É nele que me privo de mim, me provo de tudo e me desunho de todo esse bafio, essa jorra purgada de pus, desde os pés, que me e levam na minha proposta de eternidade, na ambição suprema da maior dor jamais conhecida para os lados desta relativa dimensão. Atingir.

August 27, 2016

I understand something, then I have to start over again and again because I have to explain to others and at their pace. Frustrations are part of my current state, until my ascension.

the MONSTRUKTOR

July 19, 2016

Motivation by exaltation of mediocrity and punitive control is a doomed cause made from and for the unconscious pseudo enlightened.

the MONSTRUKTOR

July 12, 2016

Seeding for just enough time, to gather and collect, with maximum interests. As leaders are ordered to be demanding.

the MONSTRUKTOR

July 3, 2016

Only a simple man can foresee the destruction of deformative residual elements as a theory of domination and power gathering.

the MONSTRUKTOR

April 27, 2016

the apprentice

December 24, 2015

My beliefs will try to kill me until I die and even then they will see an arrogant poised assumed titanic monster looking back in an energetic angered fury.

the MONSTRUKTOR

July 30, 2015

Everything kept me true till the moment began and the last breathe comforts me with a smile of a Titan.

the MONSTRUKTOR

January 29, 2015

Decisive as a storm is time to tame the undecided.

the MONSTRUKTOR

December 31, 2014