Self

Passei anos à minha procura. Agora ando há anos a descobrir-me. Uma vida destas levará um homem a inscrever-se na sua própria história, demostrando para além de qualquer dúvida que o compromisso com a vida depende do laço íntimo e pessoal com a razão e forma de ser quem sou.

July 16, 2020

October 23, 2019

June 1, 2019

Defining what I am and how i thrive, not what I do or who I know.

. MONSTRUKTOR

March 5, 2019

Humble arrogance is an honest way to see one self detracted from the feud of hypocritical humility in which the world seems to settle human character.

. MONSTRUKTOR

March 5, 2019

Sou autor e sobrevivi à palavra artista. Curei-me desse mote de estar diferente por subterfúgios de fatos, perseverança e realidade. Preciso de pouco mas preciso de bem e o que me define é mais importante do que como me definem.

. MONSTRUKTOR

March 3, 2019

A higiene da mente só se reflete no olhar de novo para o nojo que fez o esgar da purga sequer, inflito; digno de ser admitido como um processo que cura.

. MONSTRUKTOR

January 30, 2019

Devo-me o mundo! E não paro enquanto tiver dívidas de vida, não aceito saldos a desfavor.

. MONSTRUKTOR

January 12, 2019

Devo-me o mundo! E não paro enquanto tiver dívidas de vida, não aceito saldos a desfavor.

. MONSTRUKTOR

January 12, 2019

Afinal, eu

Descrever o aspecto de dentro de mim é uma questão de observação, também da normalização da luz ambiente, e do quase perfeito reconhecimento da minha forma, do volume, da eterna textura e da cor invisível. Já reparei mesmo assim que isso não é uma verdade generalizada, pois mesmo por forma, a percepção partilhada desenha-se diferente de humano para humano. O que eu vejo, pode ser compatível com o que tu vês, mas sem uma relação entre o entendimento comum e o contexto dessa leitura esse relatório não passa de uma fantasia perceptível. Por vezes partilhado, o denominador é meramente comum e não contraria a necessidade de opinião individual, indivisível.

Desde a visão exterior, externa, de fora, desde fora, formal, rotineira e repetida, vejo um homem excêntrico e raro. Um ser, por vezes humano e sempre relacional, pronto a dar sem esperar menos do que receber numa medida exponencial, dono de um ciclo (esse sim) inumano, de livre vontade onde exijo sempre mais do que ilusão. Um exercício constante de teste, erro, sucesso, hipótese e abrangência, assentes somente na eterna curiosidade da espécie. Um homem, presencial, dominante, vertical, vociferal, visceral, intenso, cada vez mais perto da pedra líquida, do som gutural da calma e da epítome do azul negro.

Por dentro habita uma massa cada vez mais tensa, menos densa e clarividente. Uma experiência onde as partículas que flutuaram nesse meio estão assentes na polímase mitocondrial do intelecto, do consciente e da transição da dúvida para o comum. Fica assim só a certeza humilde desse arrogante conhecimento consciente da matéria e do material político nessa ética de viver acordado. “Vivo em mim como de mim se tratasse”, não outro qualquer pois não seria possível tanta dedicação nem empenho, sobretudo integridade e cuidado a um ser estranho e externo. Essa galopante forma de estar desde a minha honestidade, vence sem qualquer remissão esta abstração deste estranho ser que habito. Por isso cuido de mim como se estivesse realmente a precisar, até porque os outros também me fazem assim e faz-lhes bem a eles, porque não…

Eu, afinal, também sei do exercício de olhar um pouco mais como me pedes, só não o faço em primeiro lugar. Tenho que o fazer mais vezes até porque assim vou ser um pouco melhor só por saber estar.

January 8, 2019

Curating oneself is the first step to egocentric POLITICS!

the MONSTRUKTOR

December 15, 2018

Estou a conseguir inverter o meu ego, ao receber a eulogia de todos os que me perseguem. É importante para mim viver nessa fuga, de onde nunca vou parar de correr, atrás de tudo o que ele ainda não tem. Obrigado pelo que me dizem e obrigado Sérgio pelo que és para eles.

the MONSTRUKTOR

December 6, 2018

Também eu tenho dores de crescimento. Desde a artrose verborreica que me afeta a limpidez de discurso com cortes de complexidade; a corrosão da veia principal que não garante a correta oxigenação emocional numa vascularidade constante; até à mera calcificação crónica da tensão e do olhar que me fixam repetidamente nas camadas ulteriores dos seres fantasiosos com quem me cruzo.

the MONSTRUKTOR

December 1, 2018

Também eu tenho dores de crescimento. Desde a artrose verborreica que me afeta a limpidez de discurso com cortes de complexidade; a corrosão da veia principal que não garante a correta oxigenação emocional numa vascularidade constante; até à mera calcificação crónica da tensão e do olhar que me fixam repetidamente nas camadas ulteriores dos seres fantasiosos com quem me cruzo.

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December 1, 2018

Há pois em mim agora a calma de futuro. Essa certeza de, que o mundo é, somente uma desolação de humanidades e que nunca será a fantasia que nos é vendida em promoção. Uma forma específica, deles, entre desilusão e ansiedade, e entre a minha visão e consciência de ser como vejo, e quero ser.

the MONSTRUKTOR

September 18, 2018

Há pois em mim agora a calma de futuro. Essa certeza de, que o mundo é, somente uma desolação de humanidades e que nunca será a fantasia que nos é vendida em promoção. Uma forma específica, deles, entre desilusão e ansiedade, e entre a minha visão e consciência de ser como vejo, e quero ser.

the MONSTRUKTOR

September 18, 2018

É assim que me sinto, fechado, resumido e envergonhado por não saber o que mais, até do que posso dar, a todos os que me merecem, e mesmo que fortuito, furtado, usurpado pela egocrença, mantenho-me; sempre eu. #monstruktor #real #self #illusions #fantasy #director #creative #author #architect #designer #graphic #web #design #product (at Porto, Portugal)

July 11, 2018

É assim que me sinto, fechado, resumido e envergonhado por não saber o que mais, até do que posso dar, a todos os que me merecem, e mesmo que fortuito, furtado, usurpado pela egocrença, mantenho-me; sempre eu. #monstruktor #real #self #illusions #fantasy #director #creative #author #architect #designer #graphic #web #design #product (at Porto, Portugal)

July 11, 2018

É poderosa a presença da (minha) ausência e tão forte quanto o paradigma do discurso inaudível de dentro para fora, esse que despedaça mas garante que não cedi; sempre eu. #monstruktor #real #self #illusions #fantasy #director #creative #author #architect #designer #graphic #web #design #product (at Porto, Portugal)

July 6, 2018

É poderosa a presença da (minha) ausência e tão forte quanto o paradigma do discurso inaudível de dentro para fora, esse que despedaça mas garante que não cedi; sempre eu. #monstruktor #real #self #illusions #fantasy #director #creative #author #architect #designer #graphic #web #design #product (at Porto, Portugal)

July 6, 2018

Há em mim uma curiosidade suprema, uma ignorância arrogante que nem sempre se traduz para alguém e me permite que o que quero seja só mais, de mim, garantindo que não fujo mas o que sou; sempre eu. #monstruktor #real #self #illusions #fantasy #director #creative #author #architect #designer #graphic #web #design #product (at Porto, Portugal)

July 4, 2018

Há em mim uma curiosidade suprema, uma ignorância arrogante que nem sempre se traduz para alguém e me permite que o que quero seja só mais, de mim, garantindo que não fujo mas o que sou; sempre eu. #monstruktor #real #self #illusions #fantasy #director #creative #author #architect #designer #graphic #web #design #product (at Porto, Portugal)

July 4, 2018

Há pedaços que nos são arrancados pela rotina, outros que fazem questão de se arrancar por tudo o que não sabemos ainda, mas não são estes os grumos que me vão impedir de ter, e dar o mote, de ser ainda mais cruel como não sou; sempre eu. #monstruktor #real #self #illusions #fantasy #director #creative #author #architect #designer #graphic #web #design #product (at Porto, Portugal)

June 27, 2018

Há pedaços que nos são arrancados pela rotina, outros que fazem questão de se arrancar por tudo o que não sabemos ainda, mas não são estes os grumos que me vão impedir de ter, e dar o mote, de ser ainda mais cruel como não sou; sempre eu. #monstruktor #real #self #illusions #fantasy #director #creative #author #architect #designer #graphic #web #design #product (at Porto, Portugal)

June 27, 2018

Há uma ironia latente na imagem que nos traduz aos outros; nem sempre real nem sempre a fantasia em que acham que vivemos; sempre eu. #monstruktor #real #self #illusions #fantasy (at Porto, Portugal)

June 22, 2018

Há uma ironia latente na imagem que nos traduz aos outros; nem sempre real nem sempre a fantasia em que acham que vivemos; sempre eu. #monstruktor #real #self #illusions #fantasy (at Porto, Portugal)

June 22, 2018

Raciocinar @ acionar o rácio entre a razão e a importância da paixão na intensidade do contexto, o que damos à nossa própria vida. A capacidade de gerir objectivos e ambições, desde o meu alcance ao pragmatismo objetivo, quanto, e até, ao mais íntimo empírico diário de ser como eu.

the MONSTRUKTOR

April 29, 2018

Raciocinar @ acionar o rácio entre a razão e a importância da paixão na intensidade do contexto, o que damos à nossa própria vida. A capacidade de gerir objectivos e ambições, desde o meu alcance ao pragmatismo objetivo, quanto, e até, ao mais íntimo empírico diário de ser como eu.

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April 29, 2018

Nem todos são calculistas, bons.

the MONSTRUKTOR

April 10, 2018

Nem todos são calculistas, bons.

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April 10, 2018

Custo

A bitola, na qual vivo, é-me imposta por mim, mas vivo num ponto onde o escrutínio radical das minhas capacidades pelos outros é considerado um alimento de interesse público. Esses, fazem de mim um macro aviso de nutrientes em distribuição gratuita, como se eu fosse uma instituição. Uma beneficência inesgotável de cariz social e aproveitam-se assim, do meu nome, da minha força, competência, disciplina, dedicação, intensidade, coerência, raciocínio, crítica e criatividade, talento puro, capacidade de processamento, trabalho, gosto e educação, perseverança, visão, valor nominal, em vão. O aproveitamento do meu bom senso sobre a partilha pura, é extravasado pela força exterior da vontade imposta. Reivindicada.

Todos, mas todos, querem essa parte boa. Limpa, perfeita, saciante, saborosa. Não há nada que não se aproveite, e se por um acaso algo não sabe como o pedaço anterior, eu corto e substituo-o numa sangria colorida, mas curativa. Sou o principal dissecante de mim próprio, uso de um brio profícuo em rigor e qualidade da matéria-prima, sou pouco benevolente com material que não o notável, aprovado, biologicamente são.

Sirvo para tudo, e todos sabem disso, pois dependem da minha existência para essa validação individual da sua candidatura a humano. Sirvo de tudo, e todos fogem disso, pois mostro por reflexo a diferença entre a textura da mente que alimenta e o prato que vem servir-se de mais.

February 10, 2018

Custo

A bitola, na qual vivo, é-me imposta por mim, mas vivo num ponto onde o escrutínio radical das minhas capacidades pelos outros é considerado um alimento de interesse público. Esses, fazem de mim um macro aviso de nutrientes em distribuição gratuita, como se eu fosse uma instituição. Uma beneficência inesgotável de cariz social e aproveitam-se assim, do meu nome, da minha força, competência, disciplina, dedicação, intensidade, coerência, raciocínio, crítica e criatividade, talento puro, capacidade de processamento, trabalho, gosto e educação, perseverança, visão, valor nominal, em vão. O aproveitamento do meu bom senso sobre a partilha pura, é extravasado pela força exterior da vontade imposta. Reivindicada.

Todos, mas todos, querem essa parte boa. Limpa, perfeita, saciante, saborosa. Não há nada que não se aproveite, e se por um acaso algo não sabe como o pedaço anterior, eu corto e substituo-o numa sangria colorida, mas curativa. Sou o principal dissecante de mim próprio, uso de um brio profícuo em rigor e qualidade da matéria-prima, sou pouco benevolente com material que não o notável, aprovado, biologicamente são.

Sirvo para tudo, e todos sabem disso, pois dependem da minha existência para essa validação individual da sua candidatura a humano. Sirvo de tudo, e todos fogem disso, pois mostro por reflexo a diferença entre a textura da mente que alimenta e o prato que vem servir-se de mais.

February 10, 2018

I live in the inescapable loop of curiosity and self wonderment. My thirst for knowledge is easily surpassed by my gift of indexation and by the competent habilitation to construct a myriad of stories around me. All are true, and made of a systematic approach into a critical creative content. I develop not only the selected content but mainly the people who I choose and prove themselves ready for this opportunity to learn how to become eccentric parts of this ceremonial profession.

the MONSTRUKTOR

February 7, 2018

Já nem a tristeza me chega; já nem a mágoa de sentir os pulmões encher continuamente, em compasso com a batida normal. Calmo, mas sem visão. Sem mais força do que a que preciso para manter a noção de ser quem sou: totalmente livre de ser menos – por muito que me queiram dizer que não. Indiferente, mas convicto, nessa razão de ver, por ser só assim, afinal quem eu sou.

the MONSTRUKTOR

February 4, 2018

Já nem a tristeza me chega; já nem a mágoa de sentir os pulmões encher continuamente, em compasso com a batida normal. Calmo, mas sem visão. Sem mais força do que a que preciso para manter a noção de ser quem sou: totalmente livre de ser menos – por muito que me queiram dizer que não. Indiferente, mas convicto, nessa razão de ver, por ser só assim, afinal quem eu sou.

the MONSTRUKTOR

February 4, 2018

Pacto

Vivo num despudor de aceitação, mas nem de acordo com a mentira que vive dentro dos outros! Só, porque me deixo usar pela bondade e gratidão que emano, a que só, eu dou.

A retribuição não existe. Essa forma plena de obrigado é uma miragem concreta na cabeça de quem a profere, mas em mim… nem a sinto. Essa mentira contada a eles próprios aflige-me, pois de alguma forma pactuei com esta falta de carácter ao longo destes anos. Devia ter sido ainda mais direto, menos respeitador dessa demência que incapacita, mais eu – assertivo e inconvenientemente carrasco da falta de verdade – até porque, no final, quem sente a deficiência, sou eu.

Agora, que mostro da minha forma adulta o que não posso aceitar por cada um que me rodeia, sou um tirano. Sou desmedido e exagerado, demasiado intenso, demasiado sério. Pedem-me que mude, me mude. Que altere a forma rigorosa e assertiva de ser notável. Ser, rigoroso, exigente, disciplinado. Sagaz.

Quando posso ser visionário, sou finalmente eu. Livre, para criar dentro de todas as regras, sistemas e normas que alimentam a visão de excelência e notabilidade de onde nasci. Visualizo-me, e a eles, e nesse duplo reflexo ajo como o espelho da verdade. Assim vêem-se momentaneamente, miram-se incapazes. As pernas tremem da verdade incontornável, pública, despudorada, essa sim, algo em que aceito viver. São mesquinhos, mentem por pouco, até aceitam o roubo de uma carica por ser só isso, uma carica. São indecentes comigo, mas primeiro com eles. Escolhas.

Neste claro momento de mim, só, porque ninguém me acompanha, devo assumir essa solidão? Só, porque os carrego comigo, vou resignar-me a ser um ser, só? Só porque eles não são capazes eu tenho de abrandar? Há quem diga que temos que ajudar o próximo, há quem clame que nós somos o primeiro momento de ajuda aos outros, eu afirmo que me prefiro, só.

Vou continuar, mais adentro. Ninguém que eu conheço tem a capacidade de me ignorar, de ser indiferente ou que eu o seja a si. Sou marcante pela minha excentricidade humilde; pela minha intensidade que humedece os olhos aos amigos e as pernas ás que me cobiçam. Deixo sempre uma marca, sem cicatriz visível, mas com o tempo, transforma-se numa marca destruidora de normalidades. 

Sou só, este monstro humano, tirano, que é tão dócil como os poucos que me conseguiram afagar.

February 1, 2018

Pacto

Vivo num despudor de aceitação, mas nem de acordo com a mentira que vive dentro dos outros! Só, porque me deixo usar pela bondade e gratidão que emano, a que só, eu dou.

A retribuição não existe. Essa forma plena de obrigado é uma miragem concreta na cabeça de quem a profere, mas em mim… nem a sinto. Essa mentira contada a eles próprios aflige-me, pois de alguma forma pactuei com esta falta de carácter ao longo destes anos. Devia ter sido ainda mais direto, menos respeitador dessa demência que incapacita, mais eu – assertivo e inconvenientemente carrasco da falta de verdade – até porque, no final, quem sente a deficiência, sou eu.

Agora, que mostro da minha forma adulta o que não posso aceitar por cada um que me rodeia, sou um tirano. Sou desmedido e exagerado, demasiado intenso, demasiado sério. Pedem-me que mude, me mude. Que altere a forma rigorosa e assertiva de ser notável. Ser, rigoroso, exigente, disciplinado. Sagaz.

Quando posso ser visionário, sou finalmente eu. Livre, para criar dentro de todas as regras, sistemas e normas que alimentam a visão de excelência e notabilidade de onde nasci. Visualizo-me, e a eles, e nesse duplo reflexo ajo como o espelho da verdade. Assim vêem-se momentaneamente, miram-se incapazes. As pernas tremem da verdade incontornável, pública, despudorada, essa sim, algo em que aceito viver. São mesquinhos, mentem por pouco, até aceitam o roubo de uma carica por ser só isso, uma carica. São indecentes comigo, mas primeiro com eles. Escolhas.

Neste claro momento de mim, só, porque ninguém me acompanha, devo assumir essa solidão? Só, porque os carrego comigo, vou resignar-me a ser um ser, só? Só porque eles não são capazes eu tenho de abrandar? Há quem diga que temos que ajudar o próximo, há quem clame que nós somos o primeiro momento de ajuda aos outros, eu afirmo que me prefiro, só.

Vou continuar, mais adentro. Ninguém que eu conheço tem a capacidade de me ignorar, de ser indiferente ou que eu o seja a si. Sou marcante pela minha excentricidade humilde; pela minha intensidade que humedece os olhos aos amigos e as pernas ás que me cobiçam. Deixo sempre uma marca, sem cicatriz visível, mas com o tempo, transforma-se numa marca destruidora de normalidades. 

Sou só, este monstro humano, tirano, que é tão dócil como os poucos que me conseguiram afagar.

February 1, 2018

#personal #blue #self #portrait

January 25, 2018

It’s a fading conundrum, a fate of disbelief and of lack of continuity. It is made of disappointment and disaster, a specialized rotten faith of invisible sights, bigger spectrums of lost shades.

Small, dull, insignificant personas, insecure. I wish I was lighter and everything like to be them.

So many tricks to be equal, desires to stumble on myself, reborn. If only I was human. Smelling nice and scenting nothing in fear.

Believing in no thing to say, about them or us…

Arise from the track, still sparkling and chirping from the last locomotive in a melancholy of corrosion and lust made of sad ambitions.

This is a measure of demise, and empathy… I am able to cope it in such a manner I keep myself understandably absent.

Still empty of nothing but the fullness of myself.

November 24, 2017

Eficiência e eficácia são as principais diferenças de desempenho entre todos os que ambicionam reconhecimento. Seja auto infligido ou dependente do ambiente próximo, esta perniciosa bipolaridade de forma é o fundamento primordial de carácter profissional que reconheço em muitos.

A primeira diferença traduz produção competente, habilidade, organização e em casos especiais, a proficiência. Apregoa ser capaz de adjectivar a forma como o percursor se debruça sobre a tarefa e mede, em relação ao emissor, a capacidade e utilidade da ação. A segunda depende do resultado final, na perspectiva do qual e do quando se atinge. Sendo a eficácia uma unidade de medida quantificável, pela obtenção de um fim, define um espectro demasiado contextual à ação e ao seu receptor para ser possível uma generalização homogénea e de acordo com a universalidade desse mesmo entendimento.

É nesta relação que o ratio do binómio eficiência/eficácia não deve ser uma média obtida pela divisão algébrica de valores, mas inquestionavelmente uma adição de critérios, conscientes e instruídos, acumulada sem género e sem qualquer tipo de constrangimento e contexto. A relação entre termos é para mim, o fruto de uma progressão exponencial, natural e evolutiva.

Por muito que muitos apregoem serem capazes deste domínio, sei bem como, em consciência, e em auto análise, cada um desses muitos dirá que o resultado obtido é geralmente diferente do esperado. Este factor pronuncia de forma inexorável o engano em que a maioria se inflexibiliza pela falta de capacidade de adaptação ao desenvolvimento progressivo exponencial.

Juntas, estas diferenças são a última arma da excelência, pois fundem intensidade e conhecimento com perseverança e foco num valor final que designo de performance, o resultado final de tanta equação. Separadas, são somente a explicação do quanto a maioria não percebe nem saberá porque não me consegue acompanhar.

November 19, 2017

Ratio

Eficiência e eficácia são as principais diferenças de desempenho entre todos os que ambicionam reconhecimento. Seja auto infligido ou dependente do ambiente próximo, esta perniciosa bipolaridade de forma é o fundamento primordial de carácter profissional que reconheço em muitos.

A primeira diferença traduz produção competente, habilidade, organização e em casos especiais, a proficiência. Apregoa ser capaz de adjectivar a forma como o percursor se debruça sobre a tarefa e mede, em relação ao emissor, a capacidade e utilidade da ação. A segunda depende do resultado final, na perspectiva do qual e do quando se atinge. Sendo a eficácia uma unidade de medida quantificável, pela obtenção de um fim, define um espectro demasiado contextual à ação e ao seu receptor para ser possível uma generalização homogénea e de acordo com a universalidade desse mesmo entendimento.

É nesta relação que o ratio do binómio eficiência/eficácia não deve ser uma média obtida pela divisão algébrica de valores, mas inquestionavelmente uma adição de critérios, conscientes e instruídos, acumulada sem género e sem qualquer tipo de constrangimento e contexto. A relação entre termos é para mim, o fruto de uma progressão exponencial, natural e evolutiva.

Por muito que muitos apregoem serem capazes deste domínio, sei bem como, em consciência, e em auto análise, cada um desses muitos dirá que o resultado obtido é geralmente diferente do esperado. Este factor pronuncia de forma inexorável o engano em que a maioria se inflexibiliza pela falta de capacidade de adaptação ao desenvolvimento progressivo exponencial.

Juntas, estas diferenças são a última arma da excelência, pois fundem intensidade e conhecimento com perseverança e foco num valor final que designo de performance, o resultado final de tanta equação. Separadas, são somente a explicação do quanto a maioria não percebe nem saberá porque não me consegue acompanhar.

November 19, 2017

Fragments of me #fragments #visions #self #leg #foot #blue #dof #roto
(at Metro Bolhão)

October 6, 2017

Fragments of me #fragments #visions #self #upper #frame (at Metro Bolhão)

October 5, 2017

I’m here to express facts and not concerns.

the MONSTRUKTOR

September 30, 2017

I’m here to express facts and not concerns.

the MONSTRUKTOR

September 30, 2017

It’s hard see pure talent. For me is easier to recognize in others, and enhance it to the way the balance of their own sight is no longer a self commiseration of doubt but a certainty of truth.

the MONSTRUKTOR

September 5, 2017

Raise myself above all layers of specificity is the path to be more specific about what I want to do.

Jack of all trades, master of me.

the MONSTRUKTOR

June 28, 2017

The balance between being able to just absorb the world as an intrinsic part of it and the urge to make it mine as a craftsman would, is the endeavor I’m willing to take to my life, as is the will to the others I’m currently tolerating my attention.

the MONSTRUKTOR

May 14, 2017

People misunderstand me because of what I represent and not because of what I am. To them.

It’s very difficult to see, observe and accept the degree of raw human deference I carry in the mediocre reflection. You absorb. From me.

The strangest part of all this is that: the result is only bad for me who let myself be affected(?) by even the smallest being.

Learning. Strengthening. Evolving.

the MONSTRUKTOR

February 4, 2017

Once upon a time in a time I have been blind. 

I was such as if the world made a torch and damaged my sight with the incandescent truth. I had in me the lost turn of events before I weighted in others some of my presence. I was merely a passenger on my way to the implosion of a righteous man occurring deep inside my life. I was alone by me, burned by life.

I became blind by my own merit, by the way I had neglected the fact that I have an imposing deference in others, a terrific conundrum in my existence that makes them look constantly at me. This opacity of truth makes me a strange specialist in your reality and in the global obscurity of the darker light I carry.

I was blind and I deservedly got up from it when I was able to see the depth of my error. The error that was the simple demise of my own existence as made by me to me.

No one was to blame but me and so I did. No suffering was put on the shoulders of no one else but me, and so I did. I also forced gravity to direct a peculiar strength upon myself and i was nothing more than the black hole of my own extinction.

This way I added so much weight intrinsically transformed by the invisible me into the visible nothing i am now. This was still a poor presence, a reminiscent shadow of light I had in me for the next years. Those of cycles, made of long counting diagnosis and cathartic moments of infinite discoveries around awareness and conscience. This path was a gravitational pull of that darker matter making the years shorter, the radius narrower and the velocity increase exponentially. I then collected the debris of the billion stars around and made way of destruction, engulfing real worlds in the process.

I am now at the center of that peak, having in me the experience of an horizon of events and the mind adapted to this singular pull. I am that pull. 

I evolved into a supermassive black hole.

I expel and regorge myself incessantly.

I draw, construct, destruct from within the barriers of enlightenment with the disdain of faux luxury and hermitage. I am the hollow sage of my own future self.

I evolved and accepted the unequivocal tendency to practice good to others while still forgetting my own humanity in the way i am abused constantly and by the most close ones to me. I am peeling everyday those senses of a comatose human, waking the deepest nerves from the instinct of survival, from the natural reign i am the single owner of. 

I grow as time is time and still people only notice my flaws, my abnormal being and presence. That normal abnormality that becomes the insurgent moment of justifiable normalisation of my life and meaning by others. So they think while the only thing they achieve is distance and exponentially feed a titan made of me.

I still keep my diamonds inside as rocks yet to be dilapidated for another time, for the next time. Secured from the suspicious moments I have to create to keep my treasure alive.

I know I move in a thicker slug, a darker mud, the next despair of dirt and disemboweled self.

January 20, 2017

My biggest fear in life is of not being special enough for me.

the MONSTRUKTOR

November 30, 2016

Only someone truly beautiful can accept the ugliness of everything else while also being ugly with itself.

the MONSTRUKTOR

October 26, 2016

Those who take me for granted are denying themselves the particularity of my core.

the MONSTRUKTOR

October 6, 2016

A busy day, a busy schedule, a busy mind directing priorities at the wall of commitment and old habits of disregarding myself.

Nothing more simple and easy than to become an available human being among my own thoughts and security. This has repercussions emanating into everybody around me and the only reason for it is the unshakable respect for myself.

It came from the premise of exercise, food, activity and became a new way of being alive.

September 15, 2016

My problem is simple as when they look they don’t see me.

the MONSTRUKTOR

June 14, 2016

We project our biggest challenges in others and radically at the world around but, everything starts when we define the biggest challenge of all, us.

the MONSTRUKTOR

May 24, 2016

Beauty as an illusion is an illusion that destroys the ointment of truth in those who are in doubt.

the MONSTRUKTOR

May 15, 2016

Receiving, (is) giving others the pleasure to receive.

Giving, (is) denying the self centered experience of humans

… (and) takes an alien to implement.

May 11, 2016

Only a simple man can implement simplicity as simple as it is and be misunderstood by a complicated manipulative self centered experience of greed.

the MONSTRUKTOR

April 28, 2016

I’ve never been more optimistic about anything than now… Then, I realised i was only wondering inside a lucid dream, of another person. I woke up before myself and started conducting a beautiful day from all the things I could have found wrong. I slept again but now I had the comfort of awareness inside causality.

the MONSTRUKTOR

April 12, 2016

Older, darker, aware. Without enemies but with a legion of silent allies.

the MONSTRUKTOR

March 26, 2016

Perceptive of the settling, an innocuous moment of inverted sight brought by the sea of ceilings that condone the horizontal clarity. Deflecting light to give birth to the blackest truth of them all. Yet.

the MONSTRUKTOR

March 7, 2016

Wrecked, shredded, broken and slightly aware of the destruction. Everything is going to have a moment to decline the end. Anything, to retake the things that are not available. I can resume another cycle of destruction asap.

the MONSTRUKTOR

March 1, 2016

Gathering the things I need to rule, command, dictate, impose, as kindness and assisted discovery. Constructively assuming power and actively erecting scaffolds everywhere. Expressing irrefutable goals through the eyes of them all.

the MONSTRUKTOR

February 25, 2016

Take care of the things you need. Ignore the surplus of life. Gather experiences with the ones who have a role in you. Enjoy the simplest smile you see in the mirror. Overcome anxiety with elegance and poise. Collect nothing you cannot carry with others. Live life learning how to die, and become eternal.

the MONSTRUKTOR

February 22, 2016

I have initiated a quest, not clear, even for me, in the first place. I sent myself down the path of the ascending truth. I arrived, at the moment when all in life became clear as a dissipating foggy morning into a sunny exclamation of power. I kept sending signals to the blackness of the full mooned sky. I received a beeping transmission from the future I am intended to build. Me.

the MONSTRUKTOR

January 29, 2016

The fine balance between accepting a flaw or justifying it as characteristic can destroy my personality ego.

the MONSTRUKTOR

December 30, 2015

Entering the realm of truth, within the inept depth of darkness, blind of the prosaic eyes of humans, i can prevail with my sight, made of a thousand eyes.

Empty as a spore of life, conscious of the surrounding matter and flesh, embracing the landscape as if air was not enough, searching for nothing more than everything, I see.

Do not confuse me with one of the holy, or with a sacred answer to a mystery of enlightenment or even to a miracle of proneness among humans. I am a simple man. This is my power – and the same can be said of my visions – a built one, not made of a dark mystery beyond reason or understanding, but made of and from my truth. The truth that comes to surface in the eyes of the others, from the inner core of all this doubt, searched and found from the infinite radius of curiosity that surrounds my life, and makes them discomfortable in my presence.

This is power and is also a punishment of my earthly mistakes. The ones that make me functional to all of you, but keep me from rest from the common cure. The only exit to cure, is to continue to infect myself with more and more and rearrange the order of pain. I don’t fear the pain, as I learned to identify the symptoms of faith that keep the others safe but I still need to reassure self control.

I’m walking towards the sage, i know. This entity that resides inside you all and yet, exists bravely, only within a few of the aware. This is present in me as if a self reflection in a lightless mirror, the same who resembles the far side of the darkest moon and breaks reality in the engulfing light that cures and cares. Dissonant as a perished sound I continue my quest for light through dark.

The track of my life is never set and the disdain for the end is a respectful one. I keep grabbing life without fear of death. I live life learning how to die. This path is a free gift from me, to all who crossed my anger, care, friendship or even love.

I’m not blind, i just chose to see more with my eyes closed.

the MONSTRUKTOR

December 29, 2015

I have the positive power of no.

the MONSTRUKTOR

December 23, 2015

To prevail, achieve longevity, enforce on you the reasons why you need anything and keep aware a simple mind that sees beyond knowledge.

the MONSTRUKTOR

December 23, 2015

Again and again I comprehensively search for the reasons of destructive abuse and always find the same one prevailing: my own permission.

the MONSTRUKTOR

December 23, 2015

Life is nothing more than a rite of passage. Depends of you to make it a memorable memory.

the MONSTRUKTOR

December 21, 2015

When I realise a prophecy appearing to be broken I do assume a felony upon me is about to take part on decisions about my life.

the MONSTRUKTOR

December 18, 2015

The longest one, the heaviest, hardest, unpleasant as a rite, significant as yet another link in the chain of infinite changes is occurring, happening as I think and write, conscious of the path of destruction that builds empires, deducts and aligns a simple man.

the MONSTRUKTOR

December 15, 2015

Success or value? Value through success? Successfully valuable? Either way, keep it simple and achievable.

the MONSTRUKTOR

December 14, 2015

I came to the conclusion I’m not a creative mind.

I hate chaos, unless it’s organized by me.
I don’t believe in inspiration when I can listen to the synapses in my brain.
I prefer deduction to intelligence.

I always choose indexation to knowledge.
I rapport with people and bond them with trust, delivery, confidence.
I’m not talented.

I am just objective, simple, pure, true, abnormal in the accepted definition of creative.
I choose to think 90% of my time rather follow the rule of the dated doctrines.
I chose to be a jack of all trades and a master of none.

I am what I am and no one can question it but me.

the MONSTRUKTOR

December 10, 2015

Echoes of clarity, approaching footsteps of grandiloquence, epidemic disdain for the envied achievements, humbled appraise of the army of truth, and I still need to feel alive.

the MONSTRUKTOR

December 2, 2015

We’re defined by our choices, we just need to remember and put them to motion.

the MONSTRUKTOR

November 29, 2015

Education, knowledge, dreams, reality, anger, depression, critic, control, aware, fluid and now observational state.

the MONSTRUKTOR

November 22, 2015

The pleasing moments of just being.

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November 22, 2015

É mais difícil ficar por aqui e fazer do que sair e tentar.

the MONSTRUKTOR

November 22, 2015

É mais difícil ficar por aqui e fazer do que sair e tentar.

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November 22, 2015

There’s always the risk of becoming successful.

Even while performing efficiently, optimised and cohesively I must be aware of the darker bit of more, the further glance of hypothesis, the simple fate of glitter, the charged eyes of misery, the pocket filled with pockets of pockets, the loop, the hole, the absence, oblivion, obsolescence, nostalgia.

These predicates of lost faith are only the residue of experienced rationality – surely condemned in the eternal question of my self expression and magical thoughts – unaccessible to many as if the plague was upon me.

The dual layer, no longer competing, between conscience and sub conscience, it’s feeding a furnace of visions and melted gold. The value, the treasure, the gold, is always those around, those who believe and deliver. I’m just the glow, the one that cannot fade with patina.

The large breath of awareness is made true with success and measured in scales of nothing real, then I stopped and built the world, again.

the MONSTRUKTOR

November 20, 2015

Burning my interior self to the ground, just to build myself up again. Cyclically doing it because I do more than idealistic thoughts of creation. I project my personal yet universal thought patterns into your world, altering history with much needed expression.

the MONSTRUKTOR

November 19, 2015

I cannot be stepped when walking with giants, but I can step them when they pretend to 😉

the MONSTRUKTOR

November 17, 2015

Knowledge, the infamous word of daring prefixes. Suffice to say it doesn’t resemble any of the expected by any assumption, presumption of experience. Guiltless for some, heavy for the rest, unattainable for everything it represents to the commoner. Scarce.

the MONSTRUKTOR

November 6, 2015

Settling, setting the horizon into the adjusted brightness of my needs, while simple, exalting transcendence. Reassuring, restlessly accepting wisdom, integration and forgiveness into discipline and obliteration. Evolving, exceeding the acceptance of truth with visions of grandeur. Austere.

the MONSTRUKTOR

October 23, 2015

Don’t be limited by the inherent limits of others.

the MONSTRUKTOR

August 29, 2015

Young women see me as the delayable decision of their rational future, older ones as the lost and unattainable youthful achievement, while others just fall in love.

the MONSTRUKTOR

August 23, 2015

I always think of myself as different but who doesn’t?

the MONSTRUKTOR

August 22, 2015

Jealousy troubles who doesn’t know much about themselves.

the MONSTRUKTOR

August 6, 2015

the MONSTRUKTOR

August 6, 2015

I am the real me, no shape, no shadow can ever be as true as the real truth.

the MONSTRUKTOR

July 30, 2015