Myself

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December 16, 2018

Looking for the fantasy attic in Brussels #tsos #plaka #sessions #porto #iritrogoff #benjaminseroussi #oliviermarbeouf #curating #myself #egocentric #politics #structural #ethics #bohemian #researcher #hard #work #headache #thankyou #beautiful #mind #conjuntural #procedural #tessellation #contact #ines #see #you #soon #startinthemiddle #intellectual #brothel (at Palácio dos Correios)
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December 15, 2018

Senssness

Eu consigo fazer o mundo brotar, desde a pele que te cobre, à minha que sobra. É possível que seja uma boa altura para parar, até porque não há quem consiga fazer igual. Melhor, com certeza, mas ainda não vi ninguém copiar.

Dar a vez, por vez, ser a forma de retribuir ao mundo aquilo que nunca pedi, nem recebi, ou tive que ter para ser e servir o propósito de ser, ser. Deslocar-me para deixar passar, nem pensar; pensar, melhor é e faço, quando subo e puxo por tudo comigo, quando levo esse peso do umbigo dos outros e o deixo por aí, nú.

Daqui, verte uma substância invisível, inodora, e que convida o ónus a entrar. Substitui-se em todos os poros por novos topos, antes ocos, agora cheios mas não só de espaço; para voltar a encher, com o que ainda não faz falta, e que sei será pouco, efectivamente necessário para tudo o que faço chegar ao mundo.

Desse momento que só me interessa a mim, proponho um início que peca por ser só peça, a peça. É tão forte que dura, penetra e emana de dentro, ardente e não pouco, mas sobejamente, destrói o que ainda se mantinha real. Descarta em mim sentido, pele, carne, tudo passa a ser essa engrenagem normal, que me mata em ser capaz de ver-me a mim capaz de tudo.

E ninguém nota, sente ou vê, como me matam sem eu gritar a dor que me inflijo.

June 6, 2018

Sou eu quem perde, ou é o mundo? Definitivamente, perda há, agora, quem amortiza melhor do que eu, é que quero ver quem. Sou um mestre em desculpar os outros, aceitar as suas frustrações com o meu empenho e disponibilidade, em ver o que nem sonham serem capazes, e mesmo assim, ainda tenho a certeza que o erro não é dar-me. O erro é ser como sou, estranho, anormal, simples, mente, diferente.

the MONSTRUKTOR

April 6, 2018

Sou eu quem perde, ou é o mundo? Definitivamente, perda há, agora, quem amortiza melhor do que eu, é que quero ver quem. Sou um mestre em desculpar os outros, aceitar as suas frustrações com o meu empenho e disponibilidade, em ver o que nem sonham serem capazes, e mesmo assim, ainda tenho a certeza que o erro não é dar-me. O erro é ser como sou, estranho, anormal, simples, mente, diferente.

the MONSTRUKTOR

April 6, 2018

My greatest achievement in relation to my professional persona, is how I perceive inspiration, copy and interpretation as part of procedural creation. The first comes from my own demise as a human, the second as a compliment of a very peculiar kind to some, and the last, as the lack of vision, the world emancipates, as their opinions.

the MONSTRUKTOR

December 24, 2017

Input reality as it is.

the MONSTRUKTOR

October 19, 2017

Input reality as it is.

the MONSTRUKTOR

October 19, 2017

The simplicity of a human being can only be measured by the ability to stare at himself.

the MONSTRUKTOR

August 27, 2017

Legs. Stronger than ever and happy to submit to pain.

Acknowledging the weakest points of the weakest points is a new focus of macro importance. Being able to cope with the constant evolution and all the recent achievements means I have to search deeper into the reasons why I can or cannot be better, need to or not do at all.

This nano mitochondrial approach brings the perfect context for self knowledge and body and mind awareness in order to make the experience greater and more successful. More importantly, it makes the experience uniquely adequate and personal.

The more I know the more I want to be more. About myself.

I hope recovery is on par with performance.

July 20, 2017

In a time infiltrated by the ignorance of the result i see myself coping with formation and formats just to become readable enough for others to recognize my shape.

the MONSTRUKTOR

May 11, 2017

Lie to everybody who deserves it, except yourself.

the MONSTRUKTOR

July 8, 2016

How can I fight myself?

How can I win if the battle is only with myself, inside me?
How and why I must reassure of victory the same that proposed the terms of the battle, against me?
How can peace exist if no one is interested in it, or me?
How can I prevent innocents from light themselves in rage of the atrocities of doubt, in them?
How can I think about these proclivities when I’m merely thinking about the quality of information, about me?
How will I find the way to commiseration when all that led to pity was abruptly mistaken with weakness, of mine?

How can I stop fighting when all I have done all my life made me a eternal warrior, of truth?

“I must shout my name,
in the highest praise,
echoing in the deepest gorges
of the gurgling canyons,
bloody,
rumbling up to the banks of the standing armies,
enough to find those willing to fight,
just,
real and visible,
mere shadows of me.”

the MONSTRUKTOR

November 29, 2015

I got tired of waiting for someone to try to do it for me, I made it work. I made it a real monster, an undoubtedly present entity. Bigger than me, just to watch it engulf me in one thought. And start over again, rejoicing from this peculiar obsolescence.

the MONSTRUKTOR

September 26, 2015

Being angry against something is only a delay before looking at myself.

the MONSTRUKTOR

July 31, 2015

I make myself a target to shoot at everyday, every time, everywhere and i always hit it.

the MONSTRUKTOR

March 24, 2015