monstruktor

December 13, 2019

December 13, 2019

December 13, 2019

December 13, 2019

December 13, 2019

December 13, 2019

December 11, 2019

December 11, 2019

@serralves

December 6, 2019

December 6, 2019

November 22, 2019

November 20, 2019

November 1, 2019

October 31, 2019

October 31, 2019

October 31, 2019

October 31, 2019

October 31, 2019

A biografia descreve as ações, os pontos notáveis do espectro temporal que defino como meu ou, que o meu contexto selecionado prefere. É a narração da história ou das fantasias em que um Homem pode assentar as suas decisões, tanto quanto as suas ocasionalidades. A tua biografia nunca se esgota entre números, datas, ações, acontecimentos e ainda assim, dela, todos estes temas fazem parte. Uma biografia cheia de tempos, de espaços e tantos há ainda por criar, desenhar, pensar, fazer. Essa é a mordomia que auto-biograficamente a vida acena todos os dias. Em todos os tempos em que decides existir.

Os últimos tem sido de afirmação autoral, de uma voz segura do seu conteúdo e ainda mais da sua forma. E a linha? é mesmo preciso uma linha para definir os passos, um a um que compõe 40 anos de mil a descobrir?

20 de estudo, de prática, de pausa, de estudo outra vez, de perdas e ganhos convencionais, outros 10 de investigação pura, de formalização de metodologias e de formas de olhar as profissões, as ações, os nomes, a seriedade e a abjeção ao ignóbil formato de discussão definida por outro alguém, esses que nos formas e desviam. Mais 10, estes numa intensidade máxima de investimento em descendência — eu.

Essa década de voltar a olhar esperança, de forçar as frustrações até à descoberta de novos estudos, de novos olhos, agora orgulhosos do autor.

És autor.

És o autor polímata.

Uma definição difícil para quem não a entende, fácil, e isso é tudo o que importa — a percepção fiel de um Homem, agora com nome MONSTRUKTOR que escreve, desenha, pensa, forma, forma-se, cria. Cria a uma velocidade de outro lugar que este todo é muito pequeno.

Mais 10 e falamos outra vez.

awcat
curadora MONSTRUKTOR

September 9, 2019

After some insight over colors named after people there was this immediate urge to write about MONSTRUKTOR’s own identity. It’s characteristic black and blue hues have always been the most notable features and is indeed the deepest visual and intellectual representation of the author besides the name itself — the MONSTER that builds up creative content.

The mesh and the ambience that results from black and blue is a sensitive and very personal interpretation for the author. The blue ( to be more specific ) has such a big impact on the identification of this MAN that is already treated as the MONSTRUKTOR blue. It represents the purest form of a pigment that seeks and finds beyond any doubt the richness of its visuals.

From Klein’s synthetic ultramarine pigment we felt in love for this sort of mangetic color hues that look too odd, too beautiful, too brighter for our human perception. So, how deep is BLAUSTRUKTOR?

azurite . mineral copper via wikipedia

MONSTRUKTOR’s blue has the right amount of texture, deepness, density, equilibrium, madness, calmness, respect, form, meaning and so it goes like this :

through the night i found all colors combined as one
millions of spectrums revealed as an octopus to me
an open shell that still feels like a black hole
a place for my name, for my form, for my understanding, for my authorship
this is the blue in which i painted all my body and all my soul

awcat
curator MONSTRUKTOR

MONSTRUKTOR’s blue . 072C via studium

texto de awcat . Catarina Rodrigues . curadora

August 21, 2019

August 16, 2019

August 13, 2019

August 7, 2019

August 2, 2019

July 31, 2019

July 26, 2019

Vivo envolto numa pedagogia muito própria desde há demasiado tempo : nunca pela institucionalização da minha prática, mas sempre pela sensibilidade crítica da minha abordagem. Para a sustentabilidade dessa ecologia pessoal preciso de modelos de hipótese, de teste, e de análise, lugares onde a minha criação fundacional se iluda e desiluda da sua realidade prática, e ainda, onde as utopias possam dar lugar a novas considerações evolutivas e factuais. 

Esta construção é praticada em ambiente controlado de crítica e criação, modelando a estranheza da abordagem com a minha assertividade, própria de um crítico inquieto. Abraço quotidianamente ( a partir de um estruturalismo imaginado e autoral ) um sistema de sistemas que me permite abordar a universalidade polidisciplinar da minha decisão : criativa, procedural, administrativa, operacional, estratégica e também legal. Este sistema enquanto processo de atividade procedural, age como uma composição de argumentos rasos, envoltos no contexto da decisão e da irrefutabilidade. Desde as propostas e interações provenientes da arquitetura de informação – através das entidades conceptuais criticamente selecionadas – é possível delimitar um plano visionário, que se materializa num conjunto rigoroso de técnicas quantitativas e qualitativas, obrigatoriamente públicas e autoriginais.

O tempo deste sistema é o meu, e por isso comporta um universo de experiências pessoal. Para libertar a análise e a dependência do resultado desse ambiente condicional, proponho a prática da auto verificação e da irrefutabilidade. Este é um dos fatores de maior importância, em falta, nos sistemas de criação, nas práticas de produção e desde as instituições de formação. É por isso necessário discutir uma ética de remoção do ego académico, endogámico e obsoleto. É necessário encaminhar essa política capitalista perante o processo de criação para a extinção, favorecendo a progressão evolutiva do indivíduo criador ao invés da substituição pseudo curativa dos mesmos conceitos pelos mesmos conceitos.

Este ecossistema, prevalece unicamente numa relação de interdependência, entre as suas partes numa leitura antropocêntrica desta entidade autónoma, mas sempre relativa à sua relação humanizada – a garantia da realidade concreta do exercício que outrora ficcional, desde a mente de partida, agora promove a metodologia de modo a evitar propor soluções, propor em substituição a seleção do método, da prática e dos processos enquanto construção e percurso iterativo.

Do estúdio que domino, do design enquanto abordagem estruturalista, e do exercício prático tanto quanto real, pretendo ativar tanto o espaço de contacto ficcional, quanto o visitante real, numa participação pedagógica provocadora, onde até o tutor será tentado pela minha abordagem.

Porto Design Biennale 2019

— workshop 4 | 23–27 setembro 2019 [exposição 28 setembro]
DESIGN AS LEARNING: RE-EDIT
Por Jan Boelen e Vera Sacchetti

Porquê fazer design? Qual é o propósito do design? Estas são questões prospetivas para uma disciplina criativa que, mais do que nunca, se afigura esquiva a definições. Num mundo de recursos naturais depauperados, sistemas políticos e sociais exauridos, submetido a uma sobrecarga de informação, há muitos motivos urgentes para repensar a disciplina do design e uma necessidade crescente de nos focarmos na formação em design. Aprender e desaprender deveriam tornar-se processos integrantes de uma prática educativa contínua. Precisamos de novas propostas de organização social e de estruturação governativa, novas formas de viver com – e não contra – o planeta, de aprender a separar factos de ficções e de nos relacionarmos com cada um e, sinceramente, de simplesmente sobreviver. Este workshop toma como ponto de partida a publicação Design as Learning: A School of Schools Reader, produzida aquando da 4.ª Bienal de Design de Istambul, A School of Schools. Através de uma série de leituras coletivas, discussões e visitas in situ, vamos olhar para a formação em design através de diversos prismas, considerando de que modo diferentes modelos pedagógicos educativos têm sido implementados ao longo do tempo. Estas leituras, visitas e reflexões serão repensadas e reeditadas para dar forma a novas reflexões e caminhos alternativos para o design, a educação e a formação em design.

DIREÇÃO
Jan Boelen é diretor artístico da Z33 House for Contemporary Art em Hasselt, na Bélgica, um espaço dedicado à experimentação e inovação e à organização de exposições inovadoras de design e arte contemporânea, e do Atelier LUMA, um laboratório experimental de design em Arles. É curador da 4.ª Bienal de Design de Instanbul (2018). Dirige o departamento de Social Design na Design Academy Eindhoven, na Holanda.
Vera Sacchetti é curadora e crítica de design. Faz diversos trabalhos de curadoria, investigação e edição. Integra a iniciativa curatorial Foreign Legion e é cofundadora da agência de consultoria editorial Superscript. Foi curadora associada da 4.º Bienal de Design de Instamblul e conselheira curatorial da Bienal de Design de Liubliana, na Eslovénia. Os seus textos têm sido publicados na Disegno, Metropolis e na Avery Review, entre outras publicações.

July 16, 2019

© awcat

July 15, 2019

© awcat

July 12, 2019

Sejam coisas, ações, verbos e sobretudo adjetivos tudo cabe à partida. Mas há também aquilo que não, e segue no porão. Vistas, listas, pontos de eleição, paragens, paisagens lendárias e outros momentos futuros imaginários, são a carga pesada que é levada a sério. Ou serão apenas um #checkpoint a assinalar numa qualquer #bucketlist, numa demanda em forma de missão que nos obriga, pelos outros, a normalizar a nossa própria viagem? São estes nossos hábitos habitantes.

Mas será que voltamos ainda mais carregados? Será que o peso é maior à chegada do que foi à partida? Será que o que transporta vem afinal carregado de coisas novas, ou tem só o pó superficial deste agora?

Esta procissão de relíquias sagradas tem um propósito claro, eu é que ainda não sei qual é. Talvez no futuro saibamos olhar para trás e entender estes fluxos migratórios temporários ( como fazem os pássaros para sobreviver, ou os gafanhotos para viver ) , numa expectativa de aprender, se o que procuramos quando por aí andamos são recursos, ou é só a humanidade de querer encher relicários andantes. Uma vaidade de quem se cultiva ou a vaidade de outro #milestone alcançado?

Na ironia entre quem parte e quem chega, entre quem se adapta e quem se impõe, vejo muito clara a forma desvendada dos caixões que se passeiam pela rua acima, rua abaixo, cheios de um pouco de todos nós.

Qual a religião deste momento? quais as crenças que nela habitam? quais os deuses a quem se reza? qual o perdão final de quem carrega relicários, cheios de ouro e novidade? Chamar-se-á Economia Turística a deusa que guia essa mesma procissão?

Relicarium 2019 @SharedInstitute – Porto, Portugal

O conteúdo real é afinal uma amálgama de intenções, e não pode ser mais do que isso. Falsetes pessoais que definem uma fraca saúde mental e social, quase sempre comparativa pelos media que tanto impressionam. O indivíduo consciente dissociado do objeto e dependente da experiência para validar-se perante o mundo. Quem comanda quem? Onde está o controle?

Os comerciantes de relíquias e objetos sagrados pessoais traficam a nossa matéria invisível, aquela que se esconde em nós. Cedemos : na oportunidade de vender uma memória conservada para sempre; no futuro possível do argumento egoísta de uma conversa centrada em nós; muitas vezes autista; numa partilha que guarda sem vergonha esta viagem como mais um elo do percurso assoberbante que já não é a vida.

“Hoje eu sou isto e muito devo ao que colecionei.”

Serão muitas as vozes assim, tantas quantas as que deambulam porque sim, sem mais sentido, porque a vida ( económica ) lhes permite essa forma boémia de andar por aí. Afinal esse capital será sempre a carga que chega e a carga que parte.

Porto Design Biennale após,

workshop 1 | 10–12 maio 2019
DESIGN SYSTEMS: IMPOSSIBLE METHODS
Por Luiza Prado & Pedro Oliveira ( A Parede )

July 3, 2019

June 27, 2019

É na plena continuidade dos coletivos PLÁKA, que me encontro presente, no acionamento da cidade, e pela comunidade que a promove. Sinto a ação formativa, estruturante e pioneira que a cada passo toma controlo sobre a decisão de ser mais, não só alguma coisa, e como isso passou a comandar em cada participante o tempo da sua própria contemporaneidade. Como passei eu, a ser a ferramenta de contexto além da minha abordagem pessoal com o meu outro mundo.
A vivência desde a resistência da política da sobrevivência, uma aposta na perspetiva da ética, filosófica e sedimentada na base do conhecimento como observação do alheio, adjetivou cada participante com a relação dentro do seu ecossistema particular, como a garantia de acesso à camada mais comum.
E agora a prática, o acionamento da rotina pela experiência que suja, ensina, limpa e repete. Metodologicamente, a dissecação de objetivos, competências e responsabilidades, numa taxonomia tutorial de filosofia aplicada, prática. Mesmo temporária, e desde a leitura da escola oficina, pretendo criticar-me na posição que ocupo e dessa forma implicar o contexto que se cruza tangencialmente comigo; como poderá intersetar uma nova realidade aumentada, mais competente e consciente, feita não só de mim como dos outros que também se debatem para nunca parar de aprender.

Carta de motivação MONSTRUKTOR

PARA A ESCOLA E FORA DELA, a relação direta entre o que aprendemos e ensinamos, entre o que dou e recebo.

June 26, 2019

Aguardo uma derrapagem de sentido onde o espírito de um lugar, enquanto um movimento sem novo resultado, não será mais do que uma simples rotação de soslaio no teorema ecológico do momento em que suspiramos, desde as nossas ambições de futuro, uma incerta enquanto sóbria reflexão. Composto pelos fluxos piroclásticos, implícitos aos movimentos intelectuais e geradores de massa crítica, conto com o novo conteúdo – iluminista; com os novos contextos – paradoxos acelerados por um efeito Venturi renovador e lancinante; com as novas propostas – inflamadas pela interminável dúvida do pensador incomum.
Desejo um criterioso controlo da metodologia, procedural, uma execução magistral, na demonstração e/do domínio da forma e/do modo ( acima de tudo do modo ), pela partilha e experiência de atravessamento inter corpóreo, dos tutores e dos seus selecionados, na transmissão do tema proposto. Um rigor analítico, uma discussão revigorante, um registo horizontal que extravasará a performance individual deste grupo, transportado pretensiosamente para os novos horizontes intelectuais urbanos da cidade, além do contexto e da sua história.
Proponho uma seleção de consciência, de nível mitocondrial, onde não só os espaços mas também os sujeitos são acionadas como momentos expectantes, num desígnio estaminal que somente o resultado pela necessidade influenciará a formação definitiva do ato.

Carta de motivação MONSTRUKTOR

A interpretação das POLÍTICAS DE SOBREVIVÊNCIA no contexto do tempo, espaço, matéria e modo.

June 26, 2019

June 26, 2019

June 25, 2019

June 24, 2019

June 23, 2019

June 22, 2019

June 21, 2019

June 20, 2019

June 19, 2019

June 5, 2019

June 5, 2019

June 4, 2019

June 3, 2019

June 2, 2019

June 1, 2019

May 31, 2019

May 30, 2019

May 29, 2019

May 28, 2019

May 27, 2019

May 26, 2019

May 25, 2019

May 24, 2019

May 23, 2019

May 21, 2019

May 20, 2019

May 19, 2019

May 18, 2019

May 17, 2019

May 15, 2019

May 14, 2019

May 13, 2019

May 12, 2019

May 8, 2019

May 7, 2019

May 1, 2019

Em meio solúvel, em oficina, estúdio ou gabinete é onde a densidade do criativo do design melhor se enquadra e onde este participa com a marca, a estratégia, o tema e o suporte numa convergência de interesse tão real quanto pessoal e efémero. Em solubilidades diluídas como as de agência ou até de consultoria ( em contexto interno ou externo à equipa de projeto ), a produção do design é um paradoxo de aceitação e canibalismo intelectual, uma sodomia criativa e sobreposição da competência pela técnica e nunca pelo conteúdo.

Em qualquer dos casos, raramente alguém sabe bem o que fazer a partir do como fazer e não do quem fez o quê. Vale tudo e fica bem desde que a prevalência seja a da novidade, a nova. Fazem-se coisas que soam bem, parecem bem e não se garantem irrefutáveis : seja pelo profissionalismo criativo seja pelo incontestável processo de trabalho. Obviamente que a afetação irresponsável da criação a um profissional idealista e sem escrúpulos de si próprio para si próprio não ajuda e claro, deturpa a imagem do processo a quem detém o poder da comissão.
A culpa do design é dos designers e o estado atual dos meios de produção a estes dizem respeito, exclusivamente : senão exigimos o respeito a nós próprios e à profissão, nunca seremos prendados por ninguém ( mercado, academia, outros sectores ) com nada menos do que isso. A este cenário devemos afetar a própria definição de meios de produção : plena de sarcasmo e ambiguidade, voltada aos media, confundindo tudo e todos nos canais e nas ferramentas, desprestigiando os suportes e os conceitos basilares de aplicabilidade, legibilidade e de acesso universal, como se fosse demasiado difícil integrar e mesmo assim, o trabalho ficar com bom aspeto. Preguiça, falta de capacidade, ou pura e simplesmente a banalização do ensino da arte e do design.
São estes meios de produção que me interessa discutir, aprioristicamente e na base fundamental das gerações de criativos que são despejados em mercados de produção sem meios reais de criação. Propor novos sistemas metodológicos, desbloqueadores do acesso pela compreensão e entendimento do verdadeiro papel do criativo no design de comunicação seja ele mais ou menos gráfico.

Porto Design Biennale

April 29, 2019

Em meio solúvel, pelo domínio da técnica de base etimológica ( escrita, desenho, fotografia ) configuro como arte, a ciência da observação estrutural em registos naturais das ferramentas ( pessoais, instrumentos e paisagens ) que constroem um ensaio visual da perspetiva culturalista da catarse criadora coletiva. Finalizo com a expressão autoral.

. MONSTRUKTOR

April 6, 2019

A estrutura do ponto de contacto, desde o território humano ao território natural, desde a presença à ausência, desde a observação à intervenção, livre mas condicional : desde a origem, pela interferência, na exposição e comunicação, esse entendimento que nunca é cosmológico e nunca é quântico. Só uma física expressiva da oposição material entre o imaterial, numa dinâmica intangível que não na esteira do que me reuni até este ponto, na oportunidade do momento singular em que domino o tempo enquanto ele se revela nas camadas opostas de contacto.

. MONSTRUKTOR

April 6, 2019

Entendimento, sobre o território. 1. a noção pela presença habitada, diária e rotineira, quase displicente do que é essa realidade emocional – levada ao extremo da ignorância da paisagem dada como certa. 2. a noção imediata, realidade sensorial, razoável mas extremamente sectária de quem visita e como entende o território – a presunção reina sobre a ínfima capacidade de poucos, emular entendimento. 3. a noção induzida, numa psicose de grupo, onde a mente coletiva prevalece, não pela missão tida em conjunto, mas pela expetativa da realidade normalizada – sem destaque, sem liderança e onde somente a orientação educada e culturalista poderá assumir o papel criador.

. MONSTRUKTOR

April 6, 2019

Na diferença da história que se conta pelo registo do território ou pela representação ( intencional ) do que nos rodeia como património visual e paisagem material. Contar um corte técnico é diferente de contar um desenho simbólico de percurso, experiência e vivência interpretativa do real.

. MONSTRUKTOR

April 5, 2019

Combinações. Azáfama de técnicas que servem unicamente o contacto. Tal como um membro funcional se alonga em partes, também a forma de olhar o tempo se compõe de estratos : misturados milímetro a milímetro têm mais impacto. Captar pela fotografia, produzir pelo desenho e literar pela escrita são uma forma de conexão desde uma linguagem que trava o tempo com a eficácia da velocidade gravítica.

. MONSTRUKTOR

April 5, 2019

O registo exige observação. Essa meditação consciencial, processa o decurso do tempo no estado humano e organiza a noção de continuidade. Há alguma disrupção e distopia pela simples contaminação da presença, mas há de tudo que o ponto de contacto com a realidade ( o ponto de observação ) se permita. Há intensidade, sempre, e velocidade de acordo com a observação; por isso o tempo do registo é indicador de decisão escrita, desenhada ou captada.

. MONSTRUKTOR

April 5, 2019

Registos manuais desde a fonte do tempo ao quadro meandro do espaço. Captar a fotografia é desenhar a ação sináptica do tempo mais longo que o humano pode perceber + produzir um desenho alonga ainda mais a porta dimensional entre o tempo desse presente. Esse é o que se torna passado por quem o vê criar e será sempre uma leitura no futuro de alguém que não esteve lá, nesse tempo. É assim que viajo, nas técnicas do tempo, pelo veículo que me permite olhar o mundo da luz, a mente.

. MONSTRUKTOR

April 5, 2019

Ferramentas : pessoas, instrumentos e paisagens, coisas que têm sentido juntas tanto quanto separadas por mim. O conjunto ou a parte por si não têm a formulação do autor : é preciso autorar ! Arte, criação no verbo curar. Me a mim que junto sou um todo.

. MONSTRUKTOR

April 5, 2019

Para onde olhar… Para mim, para dentro ; para fora, para onde todos olham, estéticos… Para lado nenhum ou só para o lado…? Olha, mas vê, quase nem interessa para onde desde que a seguir digas o que vês! Afinal o que fitas só pode ser bom pois tenho sempre algo mais a dizer.

. MONSTRUKTOR

April 5, 2019

Curadoria, investigativa, interpretativa, subversiva ; a ferramenta constitutiva da construção simbiótica entre o artista e o criador na proporção da personalidade – a gosto ; invenção, engenho, contato e contágio ; a contaminação omnidirecional da comunicação infra pessoal onde o sujeito é a mensagem autoral . O substantivo que só pode ser verbo .

. MONSTRUKTOR

April 3, 2019