Moments

#over #shadows #winter #sun #woman #moments #dedication #sight #awcat #monstruktor #protective (at Mercado Ferreira Borges, Porto, Portugal)
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December 26, 2018

#moments #reflection #bus #transit #snap (at Centro Português de Fotografia (CPF))
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November 29, 2018

A magnitude da purga, essa magnífica imagem que é, a renovada forma de ser novo, a magnânime indulgência do pretérito perfeito que é, a busca do que ainda não é nada para ninguém. Esse mistério propõe compromisso, perda e talvez até remorso, mas nunca em mim, e nunca irá ser a causa da morte do critério e da intensidade de viver assim. Nunca deixarei de ser quem sou, só para depois criar quem me rodeia.

the MONSTRUKTOR

March 21, 2018

A magnitude da purga, essa magnífica imagem que é, a renovada forma de ser novo, a magnânime indulgência do pretérito perfeito que é, a busca do que ainda não é nada para ninguém. Esse mistério propõe compromisso, perda e talvez até remorso, mas nunca em mim, e nunca irá ser a causa da morte do critério e da intensidade de viver assim. Nunca deixarei de ser quem sou, só para depois criar quem me rodeia.

the MONSTRUKTOR

March 21, 2018

Domínio

Faço-me nascer, agora que sempre quis, quando afinal, nem preciso.

Essa vida, onde sou domínio, não me foge, nem muito, nem perto, é só essa presença de mim, que não me ilude.

É por isso que brindo ao espaço, o que é meu, ao fluido, que pelo tempo se dilui na transparência da cadência, mais e mais anormal.

Excêntrico, enquanto concêntrico, momentaneamente ascenso a camadas de mais e mais, simples. Menos denso, propenso a ser usado por mais.

Nunca reduzido em nada, elevado à dimensão da compreensão, mais e mais, simples.

O códice de uma vida que nunca se encriptou além do meandro da sua própria existência, é agora, o mais importante elo na transição para o valor que se encontra quando se avança, em frente.

Tanto, em tantos, os que rodeiam o meu mundo, meu, porque o fiz assim… Sem dono, livre de ser a sombra que me paira, protege e ampara a falta, a falha, o tempo.

Anímico, positivo como o sangue que corre além das minhas veias, nos monstros que vejo crescer, nascer, morrer e a sentir, o que a mim é somente corroborar, o génio do meu olhar.

January 24, 2018

Domínio

Faço-me nascer, agora que sempre quis, quando afinal, nem preciso.

Essa vida, onde sou domínio, não me foge, nem muito, nem perto, é só essa presença de mim, que não me ilude.

É por isso que brindo ao espaço, o que é meu, ao fluido, que pelo tempo se dilui na transparência da cadência, mais e mais anormal.

Excêntrico, enquanto concêntrico, momentaneamente ascenso a camadas de mais e mais, simples. Menos denso, propenso a ser usado por mais.

Nunca reduzido em nada, elevado à dimensão da compreensão, mais e mais, simples.

O códice de uma vida que nunca se encriptou além do meandro da sua própria existência, é agora, o mais importante elo na transição para o valor que se encontra quando se avança, em frente.

Tanto, em tantos, os que rodeiam o meu mundo, meu, porque o fiz assim… Sem dono, livre de ser a sombra que me paira, protege e ampara a falta, a falha, o tempo.

Anímico, positivo como o sangue que corre além das minhas veias, nos monstros que vejo crescer, nascer, morrer e a sentir, o que a mim é somente corroborar, o génio do meu olhar.

January 24, 2018

Perante mim, alguém, profissional, suposto, justificou-se incapaz de me acompanhar nos livros.

the MONSTRUKTOR

December 27, 2017

Perante mim, alguém, profissional, suposto, justificou-se incapaz de me acompanhar nos livros.

the MONSTRUKTOR

December 27, 2017

It’s a fading conundrum, a fate of disbelief and of lack of continuity. It is made of disappointment and disaster, a specialized rotten faith of invisible sights, bigger spectrums of lost shades.

Small, dull, insignificant personas, insecure. I wish I was lighter and everything like to be them.

So many tricks to be equal, desires to stumble on myself, reborn. If only I was human. Smelling nice and scenting nothing in fear.

Believing in no thing to say, about them or us…

Arise from the track, still sparkling and chirping from the last locomotive in a melancholy of corrosion and lust made of sad ambitions.

This is a measure of demise, and empathy… I am able to cope it in such a manner I keep myself understandably absent.

Still empty of nothing but the fullness of myself.

November 24, 2017

the seer

May 24, 2016

Experience life as if experience is the measure of living.

the MONSTRUKTOR

March 8, 2016

The simplest moments are the hardest to find. Once found they are not to be collected but there to be experienced.

the MONSTRUKTOR

January 16, 2016