life

The acknowledgment of a finite time gives me the meaning of an infinite life.

June 14, 2020

We are either for or against, pro or contra, agree or disagree…!

Consider this : you are 50% predictable and so is the other part.

Consider this : do something innovative, unexpected, arrogantly humble and simple.

Consider this instead of numerous predictable actions, mostly historically based point of views immediately obsolete from the start, in which you can only state the obvious. Everybody knows the outcome of our actions by know. We have sufficient data to know the result of most of our behaviours and yet we keep expecting a different result repeating over and over the same procedure…

For a moment, think on how you can stop racesexgender discrimination, inequality, privilege, patriarchy, etc… with something as simple as a whisper, inaction, color, overall kindness, rest, ecology, pedagogy and most of all with proper training!!! … An infinite number of advanced techniques of human and social engagement with one another instead of the usual escalation of despair and aggressiveness.

Take a step back, or even better, take a steep without any known direction and stop. Think omniously and reflect on that sensation of engulfing the energy from life itself just to give it all away! Once, to the ones who are not yet prepared to know how to receive it ( or achieve it ) and repeat till the day you become dust.

Rest, and become an agent of the unknown, of the absence of classification.

Binary is not enough to make it worth.

Evolve into the polinary state of your self.

June 8, 2020

In the end there’s dust, and on that dusk some of us will become ghosts.

June 7, 2020

Quanto mais só estás contigo, mais próximo estás de quem gostas, quando estás realmente acompanhado.

May 10, 2020

Esta morbidez, moderna, tele transmitida, atualizada em tempo real, estatística e logarítmica, fruto de uma psicose induzida à escala planetária, pode e deve ser objeto de ponderação, quem sabe, repúdio. Escolho manter a distância que a sanidade informada exige.

April 15, 2020

Alto, não exagerado, mas como se fosse fora da sua própria época. Uma voz grave exagerada, projectada talvez pela audição menos presente. Cabelo raro e feições marcadas a cinzel. Olhos escavados pela vida plena de experiências e feitos da cor da sua personalidade. Umas vezes, calmo, outras vezes, uma tempestade.

Sempre a pensar em construir, montar, destruir, desmontar, melhorar por vezes até, sem ser preciso mudar. Era assim que projetava as ações para tudo e era assim que acabavam os processos, em vícios de imaginar a nunca parar por nada.

Dono de coisas boas, com mais ou menos rodas, janelas, velas ou telas, é certo que não interessam mais agora, mas as que haviam, não serviam somente o ego, serviam também essa rosa de gente, que orientou pela vida fora.

Palavrões e tropeções, isso, sempre prontos a dar, distribuídos equitativamente, numa forma muito pouco democrática, de incluir toda a gente.

É assim o homem que conheço, a quem reconheço a parte que partilhou comigo, por isso não choro porque parte, mas celebro o seu novo começo, num horizonte de memória e muito apreço, um homem que eu também considerei amigo.

December 2, 2019

October 24, 2019

After a life, everything unfolds.

August 19, 2019

Por vezes a inquietação tem uma calma reflectida, aquela centelha de génio, aquela estranheza de forma, de ser, de ver.

Por vezes a inquietação não se chama inquietação, mas vida.

Aguardo que me vejas assim, não pela imagem que sou mas pelo que vi quando abri os olhos ao mundo.

June 5, 2019

I expect to learn from and experience my life until I have swallowed all the time I have to fulfill the act of biological notability.

May 7, 2019

Enemies are the ultimate external sign of a developed stature. Friends are the prevalent state of infinite scale, from within. Dissidents are the ones in the middle, occupying a dimensional space between those antipodes.

These three territories are a part of my theory conjuring the outer shell ( defensive attacks ) the inner depth ( critic and creationism ) and the obsolete social medium ( unequal procedural structures ).

Exhaling keeps the focus on the personal body ecosystem, inhaling subtracts the politics from the ethical conundrums of the past while breathing proficiently can make up for all the inefficient time spent living as a human.

May 5, 2019

My ambitions are simple : eternity, self awareness, a recognized evolutionary step in a polymatic human form, my own curated simplicity, and the acknowledgement of beauty as an ethical strand of kapital.

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March 15, 2019

Escrever a desenhar por palavras o que nos inquieta a vida.
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#siza #faup #textos #desenho #salaplana #life #achievement (at Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto)
https://www.instagram.com/p/Bu3VTmIlfes/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=1ricul8rqt9dx

March 11, 2019

#restless #drawing #life #create (at Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto – Institucional)
https://www.instagram.com/p/BuhBU9wlUbH/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=uvpohdpsd7es

March 2, 2019

Atenção [ a dependência do estado de outros e o trauma da falta de tempo para a vida ]

. MONSTRUKTOR

February 17, 2019

Quero morrer da lucidez, quando viver da falta dela.

. MONSTRUKTOR

January 29, 2019

Os apologistas são desnecessários, só dependem da existência da culpa e da punição. Seres inatos, passivos e destruidores de intenções puras, naturais e sem expetativas. Verdadeiras presunções ambulantes sobre o status quo, que nunca irão refletir a não ser no acumulado, nessa pilha de ninharias e inseguranças humanizadas. Inversores, da polaridade da verdade e da intenção simples que nunca será entendimento vulgar. Fúria sobre o &¡

the MONSTRUKTOR

December 15, 2018

Os apologistas são desnecessários, só dependem da existência da culpa e da punição. Seres inatos, passivos e destruidores de intenções puras, naturais e sem expetativas. Verdadeiras presunções ambulantes sobre o status quo, que nunca irão refletir a não ser no acumulado, nessa pilha de ninharias e inseguranças humanizadas. Inversores, da polaridade da verdade e da intenção simples que nunca será entendimento vulgar. Fúria sobre o &¡

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December 15, 2018

Sentir e reescrever>esse carinho que se constrói da empatia natural de ser_só isso-ser#Disforme na latência que incomoda até ao olhar_no desconforto de saber que esse tempo de dois não será a ganhar_na evidência dessa dança bailada que arrasta o peso da distância e do desejo_na solicitude em anexar um novo tempo e em descompasso e tão exigente_! Por isso vejo, inspiro o maior obrigado e continuo a ser vivo, só para aprender a morrer~•×

the MONSTRUKTOR

December 12, 2018

Sentir e reescrever>esse carinho que se constrói da empatia natural de ser_só isso-ser#Disforme na latência que incomoda até ao olhar_no desconforto de saber que esse tempo de dois não será a ganhar_na evidência dessa dança bailada que arrasta o peso da distância e do desejo_na solicitude em anexar um novo tempo e em descompasso e tão exigente_! Por isso vejo, inspiro o maior obrigado e continuo a ser vivo, só para aprender a morrer~•×

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December 12, 2018

A supremacia da descoberta constante é em si uma secreção efémera, que expele este paradigma dos nossos tempos em pepitas de ouro que derretem à vista. A falta de cuidado pelo trato é a regularidade na pseudo descoberta da realidade efémera. Saltitamos de opinião em vontade, de pessoa em atividade, tudo pelo bom nome do acumular e do falsamente chamado: a viver.

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November 29, 2018

A supremacia da descoberta constante é em si uma secreção efémera, que expele este paradigma dos nossos tempos em pepitas de ouro que derretem à vista. A falta de cuidado pelo trato é a regularidade na pseudo descoberta da realidade efémera. Saltitamos de opinião em vontade, de pessoa em atividade, tudo pelo bom nome do acumular e do falsamente chamado: a viver.

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November 29, 2018

A verdade é só uma

Aos que afecto – aos que deixo ficar – a essa horda de inadaptados – quais humanos – meio acordados ou já completos – aos que nunca vão perceber – aos que sentem ao de leve o meu toque – aos que fogem da minha inquietude – a todos os que mentem a partir da minha tranquilidade – aos que dependem de mim para existir – aos que existem para mim sem eu perceber nunca porquê – aos que são tudo o que eu nunca esperei – aos que são sãos – aos que me dão sanidade – aos que me exigem respostas – aos que eu ignoro, admiro ou sou pura curiosidade – aos que sobram – aos que nem tocam – aos comentários de sobriedade, seriedade, sem idade – a todos que cuido, a todos – esses que recebem sem ter que pedir – aos que acolho – aos que me deixam ver – aos queridos – aos molhos – aos amados – a ti meu amor – até outros que nunca te vou conseguir evitar – aos que perguntaram sempre – aos que tiveram medo de mim – aos que olharam de frente – aos que fugiam no fim – a elas – às desculpas, medos e receios – aos dias da noite e noites em mim – ao sol – e á estrada – sem anseios, na descoberta – ao acento errado – á estranheza – ao pacto – há vontade infinita, insólita, criadora – há e haverá sempre comigo uma estranha forma de ver, dever que exijo aos outros, de viver a aprender a morrer.

November 26, 2018

A verdade é só uma

Aos que afecto – aos que deixo ficar – a essa horda de inadaptados – quais humanos – meio acordados ou já completos – aos que nunca vão perceber – aos que sentem ao de leve o meu toque – aos que fogem da minha inquietude – a todos os que mentem a partir da minha tranquilidade – aos que dependem de mim para existir – aos que existem para mim sem eu perceber nunca porquê – aos que são tudo o que eu nunca esperei – aos que são sãos – aos que me dão sanidade – aos que me exigem respostas – aos que eu ignoro, admiro ou sou pura curiosidade – aos que sobram – aos que nem tocam – aos comentários de sobriedade, seriedade, sem idade – a todos que cuido, a todos – esses que recebem sem ter que pedir – aos que acolho – aos que me deixam ver – aos queridos – aos molhos – aos amados – a ti meu amor – até outros que nunca te vou conseguir evitar – aos que perguntaram sempre – aos que tiveram medo de mim – aos que olharam de frente – aos que fugiam no fim – a elas – às desculpas, medos e receios – aos dias da noite e noites em mim – ao sol – e á estrada – sem anseios, na descoberta – ao acento errado – á estranheza – ao pacto – há vontade infinita, insólita, criadora – há e haverá sempre comigo uma estranha forma de ver, dever que exijo aos outros, de viver a aprender a morrer.

November 26, 2018

A verdade é que sem pensar não faz sentido, e consentido obriga a pensar. Por isso apoio-me na pausa, na consideração, e detenho-me somente no carinho que tenho por mim próprio como a maior dádiva aos, e para os outros. É este narcisismo educado, consciente e produtivo que constrói a imagem que têm de mim os poucos que sabem que vivo invertido; que sentem a ausência do pedido na pele e que, pelo tempo, serão monumentos de perda, pranto e de uma posteridade póstuma. Posso pedir agora?

the MONSTRUKTOR

November 25, 2018

A verdade é que sem pensar não faz sentido, e consentido obriga a pensar. Por isso apoio-me na pausa, na consideração, e detenho-me somente no carinho que tenho por mim próprio como a maior dádiva aos, e para os outros. É este narcisismo educado, consciente e produtivo que constrói a imagem que têm de mim os poucos que sabem que vivo invertido; que sentem a ausência do pedido na pele e que, pelo tempo, serão monumentos de perda, pranto e de uma posteridade póstuma. Posso pedir agora?

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November 25, 2018

É assim, que de repente, tudo o que é, desaparece. Um instante de nada muda tudo, desde a parte ao todo e parte-me todo. Desmonto do pedestal de humano e continuo só a pé o caminho que me leva a ensinar o que aprendi, a pôr em palavras o que sinto na pele das marcas de homem, que de livre tem somente a marca do ferrolho.

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November 23, 2018

É assim, que de repente, tudo o que é, desaparece. Um instante de nada muda tudo, desde a parte ao todo e parte-me todo. Desmonto do pedestal de humano e continuo só a pé o caminho que me leva a ensinar o que aprendi, a pôr em palavras o que sinto na pele das marcas de homem, que de livre tem somente a marca do ferrolho.

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November 23, 2018

Bendita seleção, quando eu não sou mais do que um belo ser, a quem a natureza não DEU o que precisa, para só, viver.

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October 30, 2018

Bendita seleção, quando eu não sou mais do que um belo ser, a quem a natureza não DEU o que precisa, para só, viver.

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October 30, 2018

Por vezes encerramos para descansar… Mas é só para voltar ainda mais intensos! #studium #unbuilt #series #exhibition #gallery #bw #gate #door #closed #open #porto #architecture #design #graphicdesign #webdesign #productdesign #studio #life #work (at Studium . creative studio & gallery)
https://www.instagram.com/p/BopC97agK6T/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=16jjwduidf7tj

October 7, 2018

Por vezes encerramos para descansar… Mas é só para voltar ainda mais intensos! #studium #unbuilt #series #exhibition #gallery #bw #gate #door #closed #open #porto #architecture #design #graphicdesign #webdesign #productdesign #studio #life #work (at Studium . creative studio & gallery)
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October 7, 2018

Só quando me perdem é que me sentem.

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September 28, 2018

Só quando me perdem é que me sentem.

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September 28, 2018

Even a blind man can see.

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August 27, 2018

Thinking about how many times I’ve been through something and came out of it alive. Counting.

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August 17, 2018

O silêncio preenchido pela presença ausente; o ruído inaudível do temor na fatal intuição de vidas.

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August 3, 2018

O silêncio preenchido pela presença ausente; o ruído inaudível do temor na fatal intuição de vidas.

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August 3, 2018

My goal is to live beyond my physical presence within the people and minds I have rationally accessed and enlightened…

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July 23, 2018

Life is a simple matter of living.

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July 19, 2018

Focusing on your age is a limiting factor that is not relative to a conditional context but to an answer, made of dogmas, built to destroy self initiave, tolerance and evolution. A meaningful path will be a timeline made of adequate moments, realisations of true appeal for myself and of the dissemination from the benefits of it to all those who live around me.

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June 26, 2018

Apetece-me abraçar a morte e mostrar-lhe o que tenho; só para dizer, o quanto lhe vai custar, a isso, ser melhor e maior do que a minha forma de viver.

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May 7, 2018

Apetece-me abraçar a morte e mostrar-lhe o que tenho; só para dizer, o quanto lhe vai custar, a isso, ser melhor e maior do que a minha forma de viver.

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May 7, 2018

A cathartic life is made of the simplest moments.

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May 7, 2018

Past doesn’t exist anymore. I live in the present expectation of the future. Punishment or success, whatever it may be, it must be continuous with time and the notion of the illusion of mortality. This is me, I define who I am and what I am known for. Please forgive me, all those who don’t understand me and I am not able to do so. I have already forgave myself.

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April 26, 2018

Persistence @ an ambitious, while fair, delirious pervasive persuasion of eternity and a remarkable brand. A simple thought thriving on the way I live learning how to engage in the advancement of a bigger percentage of use of my brain into the life of all.

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April 22, 2018

Slown down, to the point of the unrecognizable motion of life. Observe and align intentions with the natural roam of the remains of our time. Take your part of the way.

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April 18, 2018

A perfect life is just, life. Perfectly imperfect.

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April 17, 2018

Sofrer é um hábito, é uma rotina que não se pode explicar a todos, nem fazer desaparecer com a vontade. É uma virtude que se não for de vítima dá algo mais, algo que a mera palavra não consegue explicar. É um âmago de coragem que não depende desse resultado pontiagudo que geralmente se recusa, e pelo contrário intensifica o contornos de todas as formas. Ou então, estou em negação e preciso de ajuda para identificar-me como agressor.

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April 5, 2018

Sofrer é um hábito, é uma rotina que não se pode explicar a todos, nem fazer desaparecer com a vontade. É uma virtude que se não for de vítima dá algo mais, algo que a mera palavra não consegue explicar. É um âmago de coragem que não depende desse resultado pontiagudo que geralmente se recusa, e pelo contrário intensifica o contornos de todas as formas. Ou então, estou em negação e preciso de ajuda para identificar-me como agressor.

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April 5, 2018

Travão

Apetece-me muito mas sei que não posso, ainda. Há essa vontade de ser e fazer ser como ninguém, em mim, mas não a há dentro de quem me interessa. Erro, pois primeiro, interesso-me por toda a gente, e isso não está bem.

Eu sei o que quero, como quero e quando quero, mas nos outros há um limite que não se ultrapassa. É ócio, mais preguiça que dúvida, uma facilidade que se permito, erro, eu, pois dou sem pensar, eles não.

Erro. Não posso. Não devo, não tenho sequer que aligeirar a proximidade que permite essa usurpação da minha vontade de estar presente por mim só.

Eu sei que sou mais. Tudo. Mas também sou fácil, útil, perto, ductil. Sou e dou o que tenho na expectativa da execução, sempre gorada nas múltiplas vezes que repito o que digo até à exaustão.

Erro. Aprendo. Protejo-me pouco e os espertos vêem bem isso. São astutos na forma como se encavalitam em mim. Usam e abusam da minha infinita vontade de melhor, nunca mais.

Parar, porquê? Pelos outros, mais uma vez, ou por mim, de facto?

Sim, talvez, parar agora num sinal de força e reunião de ainda mais força. Juntar a visão à forma, ao discurso e ao foco. Simplesmente, prever orientar-me nesse labirinto de sucção humana para usar a solução à partida.

Sim, parar para avançar.

March 27, 2018

Travão

Apetece-me muito mas sei que não posso, ainda. Há essa vontade de ser e fazer ser como ninguém, em mim, mas não a há dentro de quem me interessa. Erro, pois primeiro, interesso-me por toda a gente, e isso não está bem.

Eu sei o que quero, como quero e quando quero, mas nos outros há um limite que não se ultrapassa. É ócio, mais preguiça que dúvida, uma facilidade que se permito, erro, eu, pois dou sem pensar, eles não.

Erro. Não posso. Não devo, não tenho sequer que aligeirar a proximidade que permite essa usurpação da minha vontade de estar presente por mim só.

Eu sei que sou mais. Tudo. Mas também sou fácil, útil, perto, ductil. Sou e dou o que tenho na expectativa da execução, sempre gorada nas múltiplas vezes que repito o que digo até à exaustão.

Erro. Aprendo. Protejo-me pouco e os espertos vêem bem isso. São astutos na forma como se encavalitam em mim. Usam e abusam da minha infinita vontade de melhor, nunca mais.

Parar, porquê? Pelos outros, mais uma vez, ou por mim, de facto?

Sim, talvez, parar agora num sinal de força e reunião de ainda mais força. Juntar a visão à forma, ao discurso e ao foco. Simplesmente, prever orientar-me nesse labirinto de sucção humana para usar a solução à partida.

Sim, parar para avançar.

March 27, 2018

Obrigado aos meus modelos! @studiumpt @monstruktor @all_ways_cat @tiagonogueira21 @hugom4rtins @catiatpereira #studio #life (at studium)

March 23, 2018

Afasta-te das pessoas, desse sentimento que te contamina e te seduz. Deixa que a perda as invada e até eu sinta que é injusto. Faz com que a dúvida se dissipe, imediatamente após a descoberta dessa luz. Agonia é viver nesse estado, não é mudar para o meu patamar, que por ser elevado, não justifica, nunca, como, eu sou sempre magoado.

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March 22, 2018

Hei-de morrer com um único remorso na minha vida: não ter tido remorsos de nada.

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March 9, 2018

Hei-de morrer com um único remorso na minha vida: não ter tido remorsos de nada.

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March 9, 2018

Restrictions will always create more freedom.

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March 7, 2018

A serenidade, solene, em equilíbrio com tudo o que é necessário à minha volta. Sensível, sem dúvida do que ser humano significa para todos estes outros que vivem de mim.

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March 3, 2018

A serenidade, solene, em equilíbrio com tudo o que é necessário à minha volta. Sensível, sem dúvida do que ser humano significa para todos estes outros que vivem de mim.

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March 3, 2018

Pacto

Vivo num despudor de aceitação, mas nem de acordo com a mentira que vive dentro dos outros! Só, porque me deixo usar pela bondade e gratidão que emano, a que só, eu dou.

A retribuição não existe. Essa forma plena de obrigado é uma miragem concreta na cabeça de quem a profere, mas em mim… nem a sinto. Essa mentira contada a eles próprios aflige-me, pois de alguma forma pactuei com esta falta de carácter ao longo destes anos. Devia ter sido ainda mais direto, menos respeitador dessa demência que incapacita, mais eu – assertivo e inconvenientemente carrasco da falta de verdade – até porque, no final, quem sente a deficiência, sou eu.

Agora, que mostro da minha forma adulta o que não posso aceitar por cada um que me rodeia, sou um tirano. Sou desmedido e exagerado, demasiado intenso, demasiado sério. Pedem-me que mude, me mude. Que altere a forma rigorosa e assertiva de ser notável. Ser, rigoroso, exigente, disciplinado. Sagaz.

Quando posso ser visionário, sou finalmente eu. Livre, para criar dentro de todas as regras, sistemas e normas que alimentam a visão de excelência e notabilidade de onde nasci. Visualizo-me, e a eles, e nesse duplo reflexo ajo como o espelho da verdade. Assim vêem-se momentaneamente, miram-se incapazes. As pernas tremem da verdade incontornável, pública, despudorada, essa sim, algo em que aceito viver. São mesquinhos, mentem por pouco, até aceitam o roubo de uma carica por ser só isso, uma carica. São indecentes comigo, mas primeiro com eles. Escolhas.

Neste claro momento de mim, só, porque ninguém me acompanha, devo assumir essa solidão? Só, porque os carrego comigo, vou resignar-me a ser um ser, só? Só porque eles não são capazes eu tenho de abrandar? Há quem diga que temos que ajudar o próximo, há quem clame que nós somos o primeiro momento de ajuda aos outros, eu afirmo que me prefiro, só.

Vou continuar, mais adentro. Ninguém que eu conheço tem a capacidade de me ignorar, de ser indiferente ou que eu o seja a si. Sou marcante pela minha excentricidade humilde; pela minha intensidade que humedece os olhos aos amigos e as pernas ás que me cobiçam. Deixo sempre uma marca, sem cicatriz visível, mas com o tempo, transforma-se numa marca destruidora de normalidades. 

Sou só, este monstro humano, tirano, que é tão dócil como os poucos que me conseguiram afagar.

February 1, 2018

Pacto

Vivo num despudor de aceitação, mas nem de acordo com a mentira que vive dentro dos outros! Só, porque me deixo usar pela bondade e gratidão que emano, a que só, eu dou.

A retribuição não existe. Essa forma plena de obrigado é uma miragem concreta na cabeça de quem a profere, mas em mim… nem a sinto. Essa mentira contada a eles próprios aflige-me, pois de alguma forma pactuei com esta falta de carácter ao longo destes anos. Devia ter sido ainda mais direto, menos respeitador dessa demência que incapacita, mais eu – assertivo e inconvenientemente carrasco da falta de verdade – até porque, no final, quem sente a deficiência, sou eu.

Agora, que mostro da minha forma adulta o que não posso aceitar por cada um que me rodeia, sou um tirano. Sou desmedido e exagerado, demasiado intenso, demasiado sério. Pedem-me que mude, me mude. Que altere a forma rigorosa e assertiva de ser notável. Ser, rigoroso, exigente, disciplinado. Sagaz.

Quando posso ser visionário, sou finalmente eu. Livre, para criar dentro de todas as regras, sistemas e normas que alimentam a visão de excelência e notabilidade de onde nasci. Visualizo-me, e a eles, e nesse duplo reflexo ajo como o espelho da verdade. Assim vêem-se momentaneamente, miram-se incapazes. As pernas tremem da verdade incontornável, pública, despudorada, essa sim, algo em que aceito viver. São mesquinhos, mentem por pouco, até aceitam o roubo de uma carica por ser só isso, uma carica. São indecentes comigo, mas primeiro com eles. Escolhas.

Neste claro momento de mim, só, porque ninguém me acompanha, devo assumir essa solidão? Só, porque os carrego comigo, vou resignar-me a ser um ser, só? Só porque eles não são capazes eu tenho de abrandar? Há quem diga que temos que ajudar o próximo, há quem clame que nós somos o primeiro momento de ajuda aos outros, eu afirmo que me prefiro, só.

Vou continuar, mais adentro. Ninguém que eu conheço tem a capacidade de me ignorar, de ser indiferente ou que eu o seja a si. Sou marcante pela minha excentricidade humilde; pela minha intensidade que humedece os olhos aos amigos e as pernas ás que me cobiçam. Deixo sempre uma marca, sem cicatriz visível, mas com o tempo, transforma-se numa marca destruidora de normalidades. 

Sou só, este monstro humano, tirano, que é tão dócil como os poucos que me conseguiram afagar.

February 1, 2018

Celebrar!? Sim, para mim, por mim, no meu dia, à minha maneira e gosto, a significar e sugerir aquilo que me identifica bem e saudável, um processo pessoal, singular, próximo do ser que emana de mim. Simples.

the MONSTRUKTOR

January 17, 2018

Celebrar!? Sim, para mim, por mim, no meu dia, à minha maneira e gosto, a significar e sugerir aquilo que me identifica bem e saudável, um processo pessoal, singular, próximo do ser que emana de mim. Simples.

the MONSTRUKTOR

January 17, 2018

Por quem

Nas vezes que definho em palavras, sinto que nem progrido por mim.

Faço-o descriminado pelo tempo que me dão, as pessoas que desfilam no seu tempo, por mim.

Nesse ponto atemporal de pensar em mim não penso, sinto.

Muito pelos outros e muito pouco por mim.

Tenho que o fazer mais, e faço, sinto que sim.

Estou a fazê-lo agora, mas nem assim me sinto assim tanto em mim.

Mesmo a desfilar pelos poucos outros, alguns que me pedem mais que o faça, por mim, sinto que dou o que posso e não posso mais dar de mim.

Mas é assim que me sentem, esses outros que me pedem, que falam e devem tanto a eles, e ainda mais a mim. A dívida cresce, num retrato de mim, por isso retribuo para sempre em quadros de ser, até que…

A obra se mostra, cresce e robusta, vence o pudor do poder e deslumbra quem a vê ver. Afirma-se na frase que extinta, se faz sentida e impera desde esse fim. Um mural de estrela, feito da cidade que o viu nascer, essa obra, prima, que em mim nunca se irá mais ter.

Enfim.

January 3, 2018

I’m not afraid of my own death, I fear living unaware of death.

the MONSTRUKTOR

January 3, 2018

… even smiles can be overrated when people cannot distinguish the real importance of life.

the MONSTRUKTOR

December 24, 2017

Preciso perder o medo de desenhar.

the MONSTRUKTOR

December 23, 2017

When life’s asymmetry begs to settle.

the MONSTRUKTOR

December 22, 2017

The quantification of my life is, more, now!

the MONSTRUKTOR

December 3, 2017

Tyrant

Once I saw a little and fragile girl, leaning on her confounded side of awareness. She was envisioning a life of achievements, goals, usually, easily obtained by conformity and the clear presumption of the end result, happiness.

She was tactile, still and sensing the disturbances, thus synesthetic on the absorption of reality, and deeply committed to be more than her inherent legacy, but… She was compromised, within herself, with her family, around friends and inside lovers. She was a miscellaneous vulture, a cumbersome form of residue, latent, wrongly grinding desire from the flow of cope and flow again.

Normal, but abnormal in spectrum. Lasciviously laying on lies. Her. Without me. Just her, her world and her surroundings. Her.

I saw her, by the time I needed more of me. The time I had though of having, was entirely spent on her, this way I lost the time I had envisioned for me, but I take it as just a choice, never a regret, never. It’s preventative, as a diffuse understatement, and usually misunderstood (this way I can be more of me trough the ones that are unreasonably selfish about selfishness and altruism) but I can fulfill my needs from the inversion of care. I can feed my eyes from the sights of their success and her’s was, and still is, particularly satisfying. Still today, the pride of both of us tyrants, comes from the acknowledgement of self construction and premeditated evolution, self inflicted by her and inner felt from me. This is also the genesis of a conundrum, a fate of eternity among perennials. A mixed manner of saying a lot.

An osmosis, between entities and factual as of scientific evidence, and broader, and more intrusive into mundanes than ever. The clarity, of dedication and determination is surpassed only by the baffles of arrogance that bristles the cheeks of the privileged and satisfyingly nude audience. The gain, is even distorted by the gravity of the phenomenon and affects the world in the axis of homogenic alignment, with the strength of oddity and desire, for a delapidated consistent destruction. The proportions, are unmeasurable in every known distance of competence, interaction and result. The terror, resides in truth and is not enough to comply with the validation of the dimensional singularly in which both of us are aware of what we are aware of, and each other… And more, way more, including levels of engaging experiences, shared essentials and legacies of all the new tyrants in the form.

This is and can be described as descendance. This is and can be found in the depths of history as superiority. This is not a state of anthropological layers and absurd structures of mere humans. This is not arrogance and small decoys as most desire it to be. This is humble and pure, a pack of selected horde of performers, misunderstood in the beginning but revolving the facts of suffering and classification onto the power of strength and tokens of choices. The frey.

She is the first born from herself. A generated continuous cycle, a gravitic, forward and accelerating loop of consistent theorems and research of inhumanity. Her, simply a her. Powerfully pulling matter, spitting galaxies into chaos by care, exultation, disdain from and beyond reasons why. Vibrant, beaming.

I’m caught in a beam, that beam. Maybe I am the beam? Maybe I am the initial tractor beam that polarized her belief in change! Surely, I was the guidance of question… The retribute of many, many questions and focus, and orientation and true North. Nothing more. The job was done as it needed to start, by herself. And did. I saw it. Day after day, night, success, failure, defeat, win, small, new, big, strange, bitter, sweet, mine.

Now I know, engulfed by the shadow she projects to protect me from myself, that I will fade into the oblivion of talent and foreseable disruption she and her’s alike condoned me to live. In my own search for the best way to obsolescence, I am the old tyrant she thinks she is and more are forging themselves to the legion of their own sight. They are here to her, not me.

@catarinaplr

November 29, 2017

Day 1. 2. 1.

No more “days” likes these. The branded 120.

I don’t need anymore remarks, and specifically about a prominently found normality made of my life of achievements. All those findings are made possible by determination and pure choice: my determination and my choices.

I don’t feel obliged by no one but me, to live my life to the full extent of it, therefore, I am obliged by design to become a remarkable man in the coherence of my own existence.

I am made of me and of my own ambitions.

I design my choices, my solutions and every new problem I find with and within myself. I have creative and operational control. I am the strategist and the enforcer. The supervisor of my beliefs, reliefs and of everything that lies in this calling of theological proportions for as long as I want, and to aid who I want.

Welcome, Sérgio and… swim, bike, run.

October 23, 2017

Day 1. 2. 1.

No more “days” likes these. The branded 120.

I don’t need anymore remarks, and specifically about a prominently found normality made of my life of achievements. All those findings are made possible by determination and pure choice: my determination and my choices.

I don’t feel obliged by no one but me, to live my life to the full extent of it, therefore, I am obliged by design to become a remarkable man in the coherence of my own existence.

I am made of me and of my own ambitions.

I design my choices, my solutions and every new problem I find with and within myself. I have creative and operational control. I am the strategist and the enforcer. The supervisor of my beliefs, reliefs and of everything that lies in this calling of theological proportions for as long as I want, and to aid who I want.

Welcome, Sérgio and… swim, bike, run.

October 23, 2017

Even when my voice ceases to exist by myself it will still be heard from the ones singing the talent I have amplified in all of them.

the MONSTRUKTOR

October 21, 2017

Fragments of the last year #fragments #life #health #care (at Porto, Portugal)

October 17, 2017

Fragments of many women #fragments #visions #women #theatre #play #Porto #portugal #noaudience #audience #spectator #true #life (at Praça Gen. Humberto Delgado, Porto)

October 15, 2017

Finding contemplation is to allow your mind to rest at peace with the natural cycle of life. Being able to produce a contemplating life is to remarkably evolve my specie and insure the path to eternity among the crowd.

the MONSTRUKTOR

September 17, 2017

I grew up thinking I was smarter than others, and mostly relating to older people, to cope with that social dilemma so soon in my life. I’ve seen that look in her eyes and today she will start to formally cope with it.

the MONSTRUKTOR

September 12, 2017

Your truth is a lie you tell humanity until the day you don’t need it anymore. In that extinguishing moment, regret takes the place of gravity and the ascension to eternity its just a mere weight of loss. I am weightless.

the MONSTRUKTOR

September 10, 2017

Declutter, then add intentional evolutions made from the use of your personal experience.

the MONSTRUKTOR

September 2, 2017

One king, one voice, a single light and a precise direction, dominant and enlightened, successful and achieving higher than higher expectations.

This is how i see me, how i know i affect my self awareness in the cyclic progression of my life and in the way it influences everything around. 

Almost everyone i see progressing at a self inflated pace is fantasising on the this words as the normal description of their lives. Ah ha aha ahahahah… this is just the conundrum of the weak! This is the lightest thought of a doomed mind, envisioning the possibility of being able to cope with power only to fall in the ridiculousness of their own existence. How many have i seen directing truth as if it was true, and not realising the ridiculous fantasy they were directing at others. Oh, you small little people… How despair has reached you within, and in such an infected state, that you’re contaminating not only the host, but also the reality of some who seem to follow blindness itself. I pity no one, i commiserate only the time and matter they are wasting as humans.

But please don’t stop, please continue, because in that way I’m validated by my own actions and surely by all of your inactions.

August 30, 2017

When two people can outlast patience over an argument, they are certainly both wrong.

the MONSTRUKTOR

August 28, 2017

When arrogance lacks humility, its seen as perfect vanity.

the MONSTRUKTOR

August 28, 2017

Obviously the last one is the best, for some weeks…

the MONSTRUKTOR

August 10, 2017

I live in a paradox of knowledge and awareness: the more I find the less I know!

Strange?

the MONSTRUKTOR

July 4, 2017

Um desejo incomensurável de vida em mim é tão somente o quanto nos outros nunca se saberá por quem vivo assim.

the MONSTRUKTOR

July 4, 2017

Um desejo incomensurável de vida em mim é tão somente o quanto nos outros nunca se saberá por quem vivo assim.

the MONSTRUKTOR

July 4, 2017

Instead of having all the answers and everything explaining in life I prefer to have the access to the certainty of the simple way to accept and see things as they are.

the MONSTRUKTOR

July 2, 2017

I can deceive the result but I cannot deceive life.

the MONSTRUKTOR

June 16, 2017

Today, is just another date to forget.

Today I remember that clear moment, past and true, when the story took a decisive and enlightening stroke of awareness and energy towards a glorious reflection. I saw nothing but the wrongful choices of a possible and brighter future and therefore I acted accordingly.

That direction, the one established to my greatest ambition, could not be proven in that observed path of self and acknowledgeable destruction. Eternity must be achievable while I am alive and can enjoy the glory of life, learning how to die.

I still have to endure this times of final change, this times when a mature and improved self is ready to take part of the grand take.

I am writing a story with the thinnest and lightest calligraphy health can provide. I am what I eat, what I drink and what I can achieve physically, through and into myself.

Today is the day I remember my future.

June 8, 2017

The balance between being able to just absorb the world as an intrinsic part of it and the urge to make it mine as a craftsman would, is the endeavor I’m willing to take to my life, as is the will to the others I’m currently tolerating my attention.

the MONSTRUKTOR

May 14, 2017

I have the ability to interact with people in the most uncommon and uncomfortable ways.

Mostly, I end up showing them the lie in which they live in and how small and insignificant their insecurities are.

Rarely, others, become aware and act accordingly, enhancing this singular sense of human relations in a forward motion of clerical width.

the MONSTRUKTOR

May 3, 2017

Motivation comes in the form, of the most peculiar terms and conditions.

If i am forced to do something, I usually react accordingly to my condition of autonomous and responsible individual and in the precise terms I can foresee to be valuable and interesting to me. Like so I gather a stronger cause and effect connection with the result.

Life itself forced me to become better. My actions and choices are now insourced to make a better version, the last version, of myself. I feel it, I see it and I am making the initial concept of improvement even better.

There’s no choice but to be able to continue. Not only for me but specially for the ones around.

May 2, 2017

7.5k early in the day.

Simply preparing, mentally, the expected rough days ahead. A time where life and family are the priority and everything else needs to be taken care summarily.

Gathering focus and calm in the middle of a normal scene of life, just to say to myself how abject I am to be able to cope with nothingness.

Training to die a healthy man.

May 1, 2017

Difícil não é perder mas perceber que o tal perder podia ter sido evitado.

the MONSTRUKTOR

March 15, 2017

Difícil não é perder mas perceber que o tal perder podia ter sido evitado.

the MONSTRUKTOR

March 15, 2017

People defend only what they have by granted, making the wrong choice by unprotecting what they can loose. Importance is a deference of necessity and not by a small amount of faith, meaning that the intensity of the delivery and attention you give to what you need should be inverted and proportional to what you are ready to loose.

Unproportional and inverted goes the life of some, the majority of the unsatisfied, the dissidents of individual thinking and humanely dedication to a fruitful life with others.

the MONSTRUKTOR

March 13, 2017

Great way to check if the project is coming to the desired goal… Pushing harder and harder to see the new limits!
Done, and guess what?…

Technically evolved, aware, conscious and detailed. Committed to the bare minimum of excellence. Nothing more, nothing less.

Physically capable. Not yet a remarkable human or even a grand example of strength and achievement but I am now above normal. I am able to sustain such an affirmative cause by relying on the focus in am thrusting day by day, by being the traction of others while conducting my own path, by my own merit and formation I have now and is enough for me to spare. I am starting to influence so much more than myself.

Finally I can only assume I am what I want, by will and will alone, naturally becoming a better human by choice and assuming the new modus operandi as my healthy way of living life learning how to die.

February 20, 2017

People deserve what they can deal with without any sort of restraint until they are overwhelmed by my simple presence as a man and as a result of a remarkable and committed life.
Even aware of such grandeur they are not able to cope with the kind fact of difference as a way of being and not as an effort of a result.
This is the way I can see deeper inside each one of the supposed ones.

the MONSTRUKTOR

January 23, 2017

The resemblance with a smile is a pure coincidence as life continues to follow the path of least resistance and focus on all the others around me.

the MONSTRUKTOR

January 17, 2017

My unitary answer of omen proportions will reveal binary else as a pure excision of death related waste of time and space.

the MONSTRUKTOR

January 6, 2017