How

Curadoria, investigativa, interpretativa, subversiva ; a ferramenta constitutiva da construção simbiótica entre o artista e o criador na proporção da personalidade – a gosto ; invenção, engenho, contato e contágio ; a contaminação omnidirecional da comunicação infra pessoal onde o sujeito é a mensagem autoral . O substantivo que só pode ser verbo .

. MONSTRUKTOR

April 3, 2019

Sentir e reescrever>esse carinho que se constrói da empatia natural de ser_só isso-ser#Disforme na latência que incomoda até ao olhar_no desconforto de saber que esse tempo de dois não será a ganhar_na evidência dessa dança bailada que arrasta o peso da distância e do desejo_na solicitude em anexar um novo tempo e em descompasso e tão exigente_! Por isso vejo, inspiro o maior obrigado e continuo a ser vivo, só para aprender a morrer~•×

the MONSTRUKTOR

December 12, 2018

Sentir e reescrever>esse carinho que se constrói da empatia natural de ser_só isso-ser#Disforme na latência que incomoda até ao olhar_no desconforto de saber que esse tempo de dois não será a ganhar_na evidência dessa dança bailada que arrasta o peso da distância e do desejo_na solicitude em anexar um novo tempo e em descompasso e tão exigente_! Por isso vejo, inspiro o maior obrigado e continuo a ser vivo, só para aprender a morrer~•×

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December 12, 2018

A verdade é só uma

Aos que afecto – aos que deixo ficar – a essa horda de inadaptados – quais humanos – meio acordados ou já completos – aos que nunca vão perceber – aos que sentem ao de leve o meu toque – aos que fogem da minha inquietude – a todos os que mentem a partir da minha tranquilidade – aos que dependem de mim para existir – aos que existem para mim sem eu perceber nunca porquê – aos que são tudo o que eu nunca esperei – aos que são sãos – aos que me dão sanidade – aos que me exigem respostas – aos que eu ignoro, admiro ou sou pura curiosidade – aos que sobram – aos que nem tocam – aos comentários de sobriedade, seriedade, sem idade – a todos que cuido, a todos – esses que recebem sem ter que pedir – aos que acolho – aos que me deixam ver – aos queridos – aos molhos – aos amados – a ti meu amor – até outros que nunca te vou conseguir evitar – aos que perguntaram sempre – aos que tiveram medo de mim – aos que olharam de frente – aos que fugiam no fim – a elas – às desculpas, medos e receios – aos dias da noite e noites em mim – ao sol – e á estrada – sem anseios, na descoberta – ao acento errado – á estranheza – ao pacto – há vontade infinita, insólita, criadora – há e haverá sempre comigo uma estranha forma de ver, dever que exijo aos outros, de viver a aprender a morrer.

November 26, 2018

A verdade é só uma

Aos que afecto – aos que deixo ficar – a essa horda de inadaptados – quais humanos – meio acordados ou já completos – aos que nunca vão perceber – aos que sentem ao de leve o meu toque – aos que fogem da minha inquietude – a todos os que mentem a partir da minha tranquilidade – aos que dependem de mim para existir – aos que existem para mim sem eu perceber nunca porquê – aos que são tudo o que eu nunca esperei – aos que são sãos – aos que me dão sanidade – aos que me exigem respostas – aos que eu ignoro, admiro ou sou pura curiosidade – aos que sobram – aos que nem tocam – aos comentários de sobriedade, seriedade, sem idade – a todos que cuido, a todos – esses que recebem sem ter que pedir – aos que acolho – aos que me deixam ver – aos queridos – aos molhos – aos amados – a ti meu amor – até outros que nunca te vou conseguir evitar – aos que perguntaram sempre – aos que tiveram medo de mim – aos que olharam de frente – aos que fugiam no fim – a elas – às desculpas, medos e receios – aos dias da noite e noites em mim – ao sol – e á estrada – sem anseios, na descoberta – ao acento errado – á estranheza – ao pacto – há vontade infinita, insólita, criadora – há e haverá sempre comigo uma estranha forma de ver, dever que exijo aos outros, de viver a aprender a morrer.

November 26, 2018

É assim, que de repente, tudo o que é, desaparece. Um instante de nada muda tudo, desde a parte ao todo e parte-me todo. Desmonto do pedestal de humano e continuo só a pé o caminho que me leva a ensinar o que aprendi, a pôr em palavras o que sinto na pele das marcas de homem, que de livre tem somente a marca do ferrolho.

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November 23, 2018

É assim, que de repente, tudo o que é, desaparece. Um instante de nada muda tudo, desde a parte ao todo e parte-me todo. Desmonto do pedestal de humano e continuo só a pé o caminho que me leva a ensinar o que aprendi, a pôr em palavras o que sinto na pele das marcas de homem, que de livre tem somente a marca do ferrolho.

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November 23, 2018

Thinking about how many times I’ve been through something and came out of it alive. Counting.

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August 17, 2018

What can you do when you know what?

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October 4, 2017

What can you do when you know what?

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October 4, 2017

Your truth is a lie you tell humanity until the day you don’t need it anymore. In that extinguishing moment, regret takes the place of gravity and the ascension to eternity its just a mere weight of loss. I am weightless.

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September 10, 2017

The world must not reward knowledge by itself, but reward the ones who use it back to the world.

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August 29, 2017

The simplicity of a human being can only be measured by the ability to stare at himself.

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August 27, 2017

Doing right must take less effort than doing wrong.

Even though it seems simple and clear as a concept to every one alive, materializing it is the hardest thing I have ever witnessed as a human.

The key is to learn.

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April 22, 2016

Recognition is respect and not social awareness. Fame is relative and depends mainly of social networking and availability to cast the expected reactions of others in your life.

I chose to be just a simple man, with a history told by many and remembered by all.

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March 30, 2016

No man should ever be forced to live a life where he couldn’t learn.

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March 18, 2016

Experience life as if experience is the measure of living.

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March 8, 2016

Pride, left knee, right shoulder, left thumb, right shin, right elbow, right wrist, entire lower back, left hip, right ankle, headache and a smile for more.

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April 12, 2015

Cried,
watching myself,
alone,
without a conductor or master,
without a choir of applause in the recognition of,
while alive,
being awake inside of me.

Fought,
relentlessly fought,
discovered by none and appraised by all,
every single none,
who took time to listen,
to meet,
me.

Cried,
I still do,
but I made it a choir,
of everything I fought to be me,
and give to you.

All.

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February 17, 2015

There are infinite ways to see the world but only one matters.

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February 7, 2015

A bloody nose usually means you’ve been in a fight, unusually that fight was with your inside.

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January 30, 2015