domain

Exiguidade @ no acesso à minha atenção, pela necessidade que tenho de me ter mais em tempo e forma. Especialmente imposto, aos que não se dão da mesma maneira a si próprios, como sendo o apanágio do seu domínio e auto estima, e em resposta à minha suprema exigência.

the MONSTRUKTOR

March 29, 2018

Exiguidade @ no acesso à minha atenção, pela necessidade que tenho de me ter mais em tempo e forma. Especialmente imposto, aos que não se dão da mesma maneira a si próprios, como sendo o apanágio do seu domínio e auto estima, e em resposta à minha suprema exigência.

the MONSTRUKTOR

March 29, 2018

Custo

A bitola, na qual vivo, é-me imposta por mim, mas vivo num ponto onde o escrutínio radical das minhas capacidades pelos outros é considerado um alimento de interesse público. Esses, fazem de mim um macro aviso de nutrientes em distribuição gratuita, como se eu fosse uma instituição. Uma beneficência inesgotável de cariz social e aproveitam-se assim, do meu nome, da minha força, competência, disciplina, dedicação, intensidade, coerência, raciocínio, crítica e criatividade, talento puro, capacidade de processamento, trabalho, gosto e educação, perseverança, visão, valor nominal, em vão. O aproveitamento do meu bom senso sobre a partilha pura, é extravasado pela força exterior da vontade imposta. Reivindicada.

Todos, mas todos, querem essa parte boa. Limpa, perfeita, saciante, saborosa. Não há nada que não se aproveite, e se por um acaso algo não sabe como o pedaço anterior, eu corto e substituo-o numa sangria colorida, mas curativa. Sou o principal dissecante de mim próprio, uso de um brio profícuo em rigor e qualidade da matéria-prima, sou pouco benevolente com material que não o notável, aprovado, biologicamente são.

Sirvo para tudo, e todos sabem disso, pois dependem da minha existência para essa validação individual da sua candidatura a humano. Sirvo de tudo, e todos fogem disso, pois mostro por reflexo a diferença entre a textura da mente que alimenta e o prato que vem servir-se de mais.

February 10, 2018

Custo

A bitola, na qual vivo, é-me imposta por mim, mas vivo num ponto onde o escrutínio radical das minhas capacidades pelos outros é considerado um alimento de interesse público. Esses, fazem de mim um macro aviso de nutrientes em distribuição gratuita, como se eu fosse uma instituição. Uma beneficência inesgotável de cariz social e aproveitam-se assim, do meu nome, da minha força, competência, disciplina, dedicação, intensidade, coerência, raciocínio, crítica e criatividade, talento puro, capacidade de processamento, trabalho, gosto e educação, perseverança, visão, valor nominal, em vão. O aproveitamento do meu bom senso sobre a partilha pura, é extravasado pela força exterior da vontade imposta. Reivindicada.

Todos, mas todos, querem essa parte boa. Limpa, perfeita, saciante, saborosa. Não há nada que não se aproveite, e se por um acaso algo não sabe como o pedaço anterior, eu corto e substituo-o numa sangria colorida, mas curativa. Sou o principal dissecante de mim próprio, uso de um brio profícuo em rigor e qualidade da matéria-prima, sou pouco benevolente com material que não o notável, aprovado, biologicamente são.

Sirvo para tudo, e todos sabem disso, pois dependem da minha existência para essa validação individual da sua candidatura a humano. Sirvo de tudo, e todos fogem disso, pois mostro por reflexo a diferença entre a textura da mente que alimenta e o prato que vem servir-se de mais.

February 10, 2018

Já nem a tristeza me chega; já nem a mágoa de sentir os pulmões encher continuamente, em compasso com a batida normal. Calmo, mas sem visão. Sem mais força do que a que preciso para manter a noção de ser quem sou: totalmente livre de ser menos – por muito que me queiram dizer que não. Indiferente, mas convicto, nessa razão de ver, por ser só assim, afinal quem eu sou.

the MONSTRUKTOR

February 4, 2018

Já nem a tristeza me chega; já nem a mágoa de sentir os pulmões encher continuamente, em compasso com a batida normal. Calmo, mas sem visão. Sem mais força do que a que preciso para manter a noção de ser quem sou: totalmente livre de ser menos – por muito que me queiram dizer que não. Indiferente, mas convicto, nessa razão de ver, por ser só assim, afinal quem eu sou.

the MONSTRUKTOR

February 4, 2018

What any other man do, get onto it and change the rules.

the MONSTRUKTOR

October 13, 2017

Gently, the sun, into my orbital domain.

the MONSTRUKTOR

September 21, 2017

Gently, the sun, into my orbital domain.

the MONSTRUKTOR

September 21, 2017

Growth happens at the proportional pace of enlightenment, while self inflation is a measure of influence of the surroundings. This is best when related to the ability to be at peace with my own worth. And I’m worth a lot. She is bigger and already imposing, at the comfortable distance, her affection of power and dominant position… I wonder when she will see it as clearly as I have since the moment I smelled her.

the MONSTRUKTOR

September 13, 2017