disappointment

Enquadrar uma pretensão×assumir o desejo_será essa a vocação de uma simbiose inusitada√ou somente a decadência da inocência que restava™> É neste limbo-de entre o poder do estado natural+como argumento biológico_ao humano artificial e expectante que assume a sua vontade-que vivo a descobrir um caminho°que escrevo acompanhado na solidão^futura da minha excêntrica forma de ser, humano.

the MONSTRUKTOR

December 13, 2018

Enquadrar uma pretensão×assumir o desejo_será essa a vocação de uma simbiose inusitada√ou somente a decadência da inocência que restava™> É neste limbo-de entre o poder do estado natural+como argumento biológico_ao humano artificial e expectante que assume a sua vontade-que vivo a descobrir um caminho°que escrevo acompanhado na solidão^futura da minha excêntrica forma de ser, humano.

the MONSTRUKTOR

December 13, 2018

Através de mim, na presença de um adiamento, consigo observar tudo o que ficou, como sempre, por fazer. Sei sobre mim, de mim, de outros, entre um, dois ou mais níveis de conhecimento, o que assalta a vontade e como sempre tambem, a falta dela. De mim reza a desilusão, dos outros a ilusão de querer/ter a mesma desilusão que eu. O que lhes falta é perceber que a desilusão que emito é um subproduto do resíduo de ser, ESTOICAMENTE, um momento onde a forma clássica de viver se funde com a minha. Falta, então, aquilo, que da minha apuro e concentro: ser contagiado por mais vontade de não ter vontade nenhuma.

the MONSTRUKTOR

October 29, 2018

Através de mim, na presença de um adiamento, consigo observar tudo o que ficou, como sempre, por fazer. Sei sobre mim, de mim, de outros, entre um, dois ou mais níveis de conhecimento, o que assalta a vontade e como sempre tambem, a falta dela. De mim reza a desilusão, dos outros a ilusão de querer/ter a mesma desilusão que eu. O que lhes falta é perceber que a desilusão que emito é um subproduto do resíduo de ser, ESTOICAMENTE, um momento onde a forma clássica de viver se funde com a minha. Falta, então, aquilo, que da minha apuro e concentro: ser contagiado por mais vontade de não ter vontade nenhuma.

the MONSTRUKTOR

October 29, 2018

Aukthor

Uncanny conditions will present the strangest results. Daily.

Idiosyncrasies of the course of action; the struggle to document the correct choices; always proposing advances in the preposition of predisposition; the ability to communicate openly, yet strategically manipulating the emissary, the recognition and the receiving order of understanding, and the message contained in the end result.

This is the measure of how I am able to continue to pursue my career, through authorship. Day by day.

I know it for ever, but I was deemed unworthy by the nearest jealousy. It prevented me, justified only by my ignorance (the one I can’t yet control, in the unfortunate belief in humans), to act upon it. I always give them the benefit of a true creed, trusting and joining their self quest. Mostly lies, put on display as soon as the barrier between belief and actionable demand acts as a filter. The particles of true competence are then retained and clog the dynamics of trust, intensifying the expectations of everyone’s interest into the current disappointment and usual mediocrity.

My awareness, was definitely imposed by the denial I must provide to the weak. I know it now by experience, by my expanded thinking of people and their things; I know it by the infinite connection of the point cloud nobody even sees as a shape. I know it dot by dot, one by one of them. Everyday.

I have things inside I can’t communicate. I know it, clearly. They are not secrets or even regrets, just indecipherable theorems of my own mundanity waiting for me to proccess them into the dissection of my uncomfortable rational passion about life. Patiently, as a sage and never as a pariah.

It’s hard to know what others don’t see and should feel about themselves but harder is to know how to say it and not be alowed to.

April 4, 2018

Por quem

Nas vezes que definho em palavras, sinto que nem progrido por mim.

Faço-o descriminado pelo tempo que me dão, as pessoas que desfilam no seu tempo, por mim.

Nesse ponto atemporal de pensar em mim não penso, sinto.

Muito pelos outros e muito pouco por mim.

Tenho que o fazer mais, e faço, sinto que sim.

Estou a fazê-lo agora, mas nem assim me sinto assim tanto em mim.

Mesmo a desfilar pelos poucos outros, alguns que me pedem mais que o faça, por mim, sinto que dou o que posso e não posso mais dar de mim.

Mas é assim que me sentem, esses outros que me pedem, que falam e devem tanto a eles, e ainda mais a mim. A dívida cresce, num retrato de mim, por isso retribuo para sempre em quadros de ser, até que…

A obra se mostra, cresce e robusta, vence o pudor do poder e deslumbra quem a vê ver. Afirma-se na frase que extinta, se faz sentida e impera desde esse fim. Um mural de estrela, feito da cidade que o viu nascer, essa obra, prima, que em mim nunca se irá mais ter.

Enfim.

January 3, 2018

Disappointment brings information and knowledge from the causer.

the MONSTRUKTOR

October 17, 2017