blue

After some insight over colors named after people there was this immediate urge to write about MONSTRUKTOR’s own identity. It’s characteristic black and blue hues have always been the most notable features and is indeed the deepest visual and intellectual representation of the author besides the name itself — the MONSTER that builds up creative content.

The mesh and the ambience that results from black and blue is a sensitive and very personal interpretation for the author. The blue ( to be more specific ) has such a big impact on the identification of this MAN that is already treated as the MONSTRUKTOR blue. It represents the purest form of a pigment that seeks and finds beyond any doubt the richness of its visuals.

From Klein’s synthetic ultramarine pigment we felt in love for this sort of mangetic color hues that look too odd, too beautiful, too brighter for our human perception. So, how deep is BLAUSTRUKTOR?

azurite . mineral copper via wikipedia

MONSTRUKTOR’s blue has the right amount of texture, deepness, density, equilibrium, madness, calmness, respect, form, meaning and so it goes like this :

through the night i found all colors combined as one
millions of spectrums revealed as an octopus to me
an open shell that still feels like a black hole
a place for my name, for my form, for my understanding, for my authorship
this is the blue in which i painted all my body and all my soul

awcat
curator MONSTRUKTOR

MONSTRUKTOR’s blue . 072C via studium

August 21, 2019

June 27, 2019

#reflection #night #day #red #blue #sky #porto #art #gallery #painting #magic #hour #walk #street #omw #orange #mirror #storefront #sillouette #ocaso #lusco #sunset (at Rua Miguel Bombarda / Porto Art District)
https://www.instagram.com/p/BrLRMcxlycI/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=1p2s16j2hzvdn

December 9, 2018

There are days when my color blue is a simpler black.

the MONSTRUKTOR

December 1, 2018

MONSTRUKTOR, the auKthor

I move, i’ll always move

#monstruktor #aukthor #identity #blue&black #sidemove #kreator (at Porto, Portugal)

July 30, 2018

MONSTRUKTOR, the auKthor

Poster series “Error” and repeat again, until the “Error” becomes a strenght. i insist and insist and insist until i eat it all up.

#monstruktor #author #identity #poster #error #kreator #graphic #creative #blue #gradient

curation @all.ways.cat (at Porto, Portugal)

June 18, 2018

MONSTRUKTOR, the auKthor

My hands

#monstruktor #aukthor #identity #blue&black #myhands #kreator (at Porto, Portugal)

May 22, 2018

#lion #lionking #scaffolding #rock #roll #hole #plastic #blue #Color #depth #layer (at Porto District)

February 25, 2018

Língua

Plano quase bidimensional, com a projeção do invisível desde a matéria elementar do primeiro plano, até ao final.

Sólidos, cor e volumes, descritos pela base do R, do G, do B e pela explicação do K.

Estrutura, partições e constituintes, pontos notáveis e a luz/sombra/volume que tudo decifra.

Uma composição de clareza, definição e intenção.

A simples estratégia da estranheza, nas entranhas do roubo, as do segundo olhar: o que capta a essência além do somente visível.

January 30, 2018

Língua

Plano quase bidimensional, com a projeção do invisível desde a matéria elementar do primeiro plano, até ao final.

Sólidos, cor e volumes, descritos pela base do R, do G, do B e pela explicação do K.

Estrutura, partições e constituintes, pontos notáveis e a luz/sombra/volume que tudo decifra.

Uma composição de clareza, definição e intenção.

A simples estratégia da estranheza, nas entranhas do roubo, as do segundo olhar: o que capta a essência além do somente visível.

January 30, 2018

#personal #blue #self #portrait

January 25, 2018

Royal, ultra, cobalt…

the MONSTRUKTOR

December 23, 2017

Fragments of me #fragments #visions #self #leg #foot #blue #dof #roto
(at Metro Bolhão)

October 6, 2017

the seer

January 27, 2016

Do preto, impulsivo no branco, o mesmo que se renega. A vontade íntima de ver em ser visto, o memento nostálgico, crítico desse passado em que tudo se coloca quando importa o que passou.

Do vermelho, que jorra, que abraça a ferida e dela foge, recusa a parte de que não é mais e dói. Deixa para trás um coágulo que marca e nem sempre fica para sempre. Parte, sai, atenua em laranja, mas forte, vibrante e lascivo como de onde nasceu.

Do azul, esses celestes amargos de vida e solidão, de medo sem medo, pelas mudanças de tom, essas luzes fortes que fracas se tornam graças, são facas. Retalham, cortam sem fim e sem fio, magoam, maculam, mas fazem peças inteiras de um todo que se quer ler em partes.

Do dourado, tom, matéria brutal que predomina nos audazes, esses que encontram os maiores tesouros que ninguém sabe ainda contar.

De todas as cores, o êxtase do conjunto, a hegemonia da ordem e da força, essa vontade do eterno em prevalecer puro como o branco.

the MONSTRUKTOR

July 28, 2015