Black

MONSTRUKTOR, the author

May 14, 2020

MONSTRUKTOR, the author

May 6, 2020

MONSTRUKTOR, the author

April 22, 2020

March 31, 2020

Depósito de Bagagem @Estação de Metro Bolhão, Porto, Portugal

O estado comatoso da mala, em viagem, escondida da vista de todos mais uma vez, como sempre.

May 26, 2019

There are days when my color blue is a simpler black.

the MONSTRUKTOR

December 1, 2018

#shadow #light #black #white #tunnel #feup (at FEUP)

April 25, 2018

@stefansagmeister welcome to the last goodbye of/to #bolhao #market #Porto #Portugal #refurbishment #black #white #extreme #set #snapseed #experiment #design #architecture #pov #decay #implode #roof #ancient (at Mercado do Bolhão)

April 12, 2018

Língua

Plano quase bidimensional, com a projeção do invisível desde a matéria elementar do primeiro plano, até ao final.

Sólidos, cor e volumes, descritos pela base do R, do G, do B e pela explicação do K.

Estrutura, partições e constituintes, pontos notáveis e a luz/sombra/volume que tudo decifra.

Uma composição de clareza, definição e intenção.

A simples estratégia da estranheza, nas entranhas do roubo, as do segundo olhar: o que capta a essência além do somente visível.

January 30, 2018

Língua

Plano quase bidimensional, com a projeção do invisível desde a matéria elementar do primeiro plano, até ao final.

Sólidos, cor e volumes, descritos pela base do R, do G, do B e pela explicação do K.

Estrutura, partições e constituintes, pontos notáveis e a luz/sombra/volume que tudo decifra.

Uma composição de clareza, definição e intenção.

A simples estratégia da estranheza, nas entranhas do roubo, as do segundo olhar: o que capta a essência além do somente visível.

January 30, 2018

Mesmo quando todos olham para baixo, eu ergo cada vez mais o meu alcance e miro por cima, suavemente e distante, a reler o que a vida deixou de ter sido.

the MONSTRUKTOR

January 11, 2018

The hardest shadow is cast by the strongest light #light #strong #cast #shadow #White #black (at Porto District)

December 2, 2017

the MONSTRUKTOR

July 15, 2017

Do preto, impulsivo no branco, o mesmo que se renega. A vontade íntima de ver em ser visto, o memento nostálgico, crítico desse passado em que tudo se coloca quando importa o que passou.

Do vermelho, que jorra, que abraça a ferida e dela foge, recusa a parte de que não é mais e dói. Deixa para trás um coágulo que marca e nem sempre fica para sempre. Parte, sai, atenua em laranja, mas forte, vibrante e lascivo como de onde nasceu.

Do azul, esses celestes amargos de vida e solidão, de medo sem medo, pelas mudanças de tom, essas luzes fortes que fracas se tornam graças, são facas. Retalham, cortam sem fim e sem fio, magoam, maculam, mas fazem peças inteiras de um todo que se quer ler em partes.

Do dourado, tom, matéria brutal que predomina nos audazes, esses que encontram os maiores tesouros que ninguém sabe ainda contar.

De todas as cores, o êxtase do conjunto, a hegemonia da ordem e da força, essa vontade do eterno em prevalecer puro como o branco.

the MONSTRUKTOR

July 28, 2015

Hey… oooh…

Sheets of empty canvas, untouched sheets of clay
Were laid spread out before me as her body once did.
All five horizons revolved around her soul as the earth to the sun
Now the air I tasted and breathed has taken a turn

Ooh, and all I taught her was everything
Ooh, I know she gave me all that she wore

And now my bitter hands chafe beneath the clouds of what was everything.
Oh, the pictures have all been washed in black, tattooed everything…

I take a walk outside, I’m surrounded by some kids at play
I can feel their laughter, so why do I sear?
Oh, and twisted thoughts that spin round my head, I’m spinning, oh,
I’m spinning, how quick the sun can drop away

And now my bitter hands cradle broken glass of what was everything
All the pictures have all been washed in black, tattooed everything…

All the love gone bad turned my world to black
Tattooed all I see, all that I am, all I’ll be… yeah…

Uh huh… uh huh… ooh…

I know someday you’ll have a beautiful life,
I know you’ll be a star in somebody else’s sky,
But why, why, why can’t it be, can’t it be mine?

Aah… uuh..

Too doo doo too, too doo doo

the MONSTRUKTOR #PEARLJAM

May 9, 2015

Stars in galaxies are feasted together by the gravity of the black matter in the center of everything.

the MONSTRUKTOR

April 26, 2015

Rare moments of clarity can enlight a restless life with the insurance of a brighter mind but they cannot fulfill the hunger of eternal matter imprisoned in a black hole.

the MONSTRUKTOR

February 16, 2015

The exposed core isn’t near the event horizon you cannot understand.

the MONSTRUKTOR

February 14, 2015