Aceitei a saga do pensamento, resoluto e destemido, como se só da minha coragem pudesse existir. Como se de uma fé irónica se tratasse, destacada pela realidade em querer pertencer aos demais.
Esta viagem pessoal, encadeia tempo e espaço, pessoal e coletivo, numa noção de cultura em constante construção e faz-me pensar em todos os modernos ignorantes que agora são urbanos, muito mais que os provençais.
Que os há, há.