Em tempo de crise as oportunidades surgem e são sempre algo de extremo. Mudança, revolução, progresso, são tudo palavras perniciosas que esses extremos usam para pacificar a nova ordem a implantar. De novo, tudo se repete, e de contexto em contexto, o mundo desenrola um novo ciclo, que repete o âmago da condição e forma humana.