Um perfeccionista deve ser um pensador livre, nunca exigente de algo tão simples como o rigor, a disciplina e muito menos a competência.

Esse pensador, livre dos modelos instituídos por teologias devassas, precisa atingir o que é fundamental na estranheza da criação além da autoria, na originalidade da visão mundana, na excelência da observação técnica e assumir a notabilidade irrefutável de construir para os outros os portais que deslumbram o seu próprio mundo.