Vivemos entre a matéria rebelde dos dias, na crueza dessa marca que conta a história do amanhã. Só assim se explica o como se há-de tornar real, desde assumir que da laje de pedra ao lodo, há sinais que não são marcas, mas fundem o tempo na fluência do rio que desagua para o passado. É este o ciclo que renovo, não por mim que de calendário só percebo a ordem, mas por todos, a quem dou o que tenho e daí só espero receber um obrigado. Obrigado. (at Lordelo Do Ouro, Porto, Portugal)
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— the monstruktor

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December 31, 2018


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