Teste

E se o Rio desse à Costa e juntos formassem um governo?

Não seria nada de novo, grave ou mortal. Não seria uma má ideia ou até, um ponto de rutura político ou social. Não seria inultrapassável, mesmo a maneira barroca, como alguns dos seus teriam asco de tal. Não seria nada mau, esse exemplo, dado ao mundo, por Portugal.

O não, seria muito mais construtivo, curto e pedagógico. Seria discutido fatalmente, internamente, paradoxalmente, por igual; pelos melhores e valores, de todos, e não sobre um grupo de interesses, de um qualquer fulano de tal.

Um governo formado por um partido, não partido: unido, único e refletindo a forma bicéfola como todos devemos governance a nós próprios, por igual. Uma nova forma de estar e ser cidadão, ativo, proclamando o progresso do bem último, a comunhão total.

Ora, se não o fazemos, devíamos, pois reside no equilíbrio a forma final, o da vida comum. A aceitação do possível é pouco; precisamos da general, onde a dedicação ao plano vem de todos e não de feitos ou interesses de um que sabemos mal.

Sim é possível, sim será um momento de reflexão, ponto de onde todos podemos encontrar os argumentos positivos, os dos nossos votos ativos, em prol e na defesa do melhor para Portugal.

Essa ditadura, prescisa de eleições, pode ser a última gota ou maior avanço de sempre, só temos que decidir por eles, os milhões ignorantes.

PS conhecendo Portugal, depressa se entendiam e mudavam para o coiso e tal…

— the monstruktor