Studium @ the 04

Desta vez há uma mão de ferro, há a imposição de uma insígnia que atravessa a mente de rompante como a minha nova identidade.

Desta vez invertida, numa simetria convergente e nunca oposta, uma mudança de paradigma, para perto, pois esta também é a mão que conta. O equilíbrio do poder vivo entre o que era e o que será, foi, é. Mais. Par. Para? Nada, somente para marcar mais um ponto nessa espiral gravítica para a frente.

É esta que declara o momento que vivo, pleno de resposta e de conjunto, fruto de vivos e ativos, declarativos sagazes e altruístas meus. É neste apoio de conforto entre gigantes que se roçam, que sei que o mais que nos assume não é o insucesso, mas sim o carácter do feito atingido por avançado despudor da excelência e da nossa própria notabilidade.

É esta que me deu a certeza que sim. Assumidamente sim, preenchida pelo caminho, na forma e conteúdo, a mim porque também preciso de ser um com as minhas próprias mãos. Quase sempre nãos, de quem protege, de quem se preocupa é de quem é o couraçado que nunca se afunda, nem finda! e que agora detém os mais procurados sins de todos. Pecados, nenhuns, pois é na prevalência da verdade onde orbito e sou o tal único que sabe o que sente.

A mão esquerda? Sim, a mão que sempre esteve lá, bastava olhar para ela a mirar a outra.

— the monstruktor

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June 22, 2017


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