Como eu gosto de aproveitar no perigo a comoção de viver. Naquele momento em que muda o estado da matéria e me sinto dono e senhor da vontade de querer continuar.
Nas vezes que estou acompanhado pela minha solidão penso menos em mais, mas quando há em mim a multidão que sussurra, aprecio com mais saber o limite do sabor a vida.
Por isso faço. Avanço. Penso e faço. Penso e avanço. Paro só quando estou cansado e descanso. Depois avanço. E faço.
Onde quer que seja, é a fazer que me sinto incompleto. É no raio da ação que determino a força de alcance, embate, rebate e potência do meu interesse em mais. Mas por vezes também sei que não controlo bem, tudo o que tenho a dar, e dou e de tal maneira, que nem ar recebo de volta.
Assim sei mais um pouco daquilo que me faz bem sem parar.
the MONSTRUKTOR