Na alma, uma paisagem escolhida de entre máscaras que enganam o Ícaro e tocam o alaúde, dançando tristes, quase em trajes fantásticos de pudor.
Canto no modo que sei ser o meu amor, vencedor, feito de vida oportuna, descrédito, dos que parecem acreditar na minha felicidade, a mesma que mistura na canção a luz da lua.
Triste e enquanto bela, fugaz como a calma, que emociona o leão no sabor do sangue férreo, denso como um arvoredo que soluça o vigor da saúde num jato de ecstasy delgado, feito da mármore que me viu nascer.
the MONSTRUKTOR