E eis que definho
Numa avalanche que purga.
A leva vai cheia de rastilhos perdidos.
Um dia, sonhos,
No outro memórias.
Mas em fim se hão de encontrar
Desnorteados, agora de novo alinhados
Cheios de vista e saber, renovados,
Só para serem de novo usados,
Por quem nunca deixou de os amar.
É nesse tanto que sei restar um pouco.
Estar e estar em mim,
Pois diferente ou bacoco,
Não faz parte do mesmo,
Que vai sempre pensar assim.
the MONSTRUKTOR