Há uma inquietude em mim, decerto,
uma vontade ganha, vontade e mais,
do que tenho por ter.

Vejo o que olho a ver de uma forma de ninguém.
Cheiro e tenho a certeza de ser,
mais do que até eu sei.

Carrego um peso leve, que deixo a flutuar por perto.
Ponho bem alto uma vontade e subo.
Origem da inquieta certeza que me faz um homem completo.

Paro quando morrer?
Ou quando todos morrerem em mim?

Paro quando essa inquietude passar…
Ou quando esses passarem por mim.

NUNCA!

the MONSTRUKTOR