Existe uma forma pura de olhar com erro.
O mesmo que nasce na mente de quem vê.
Só é erro porque quem é visto, nunca assume que quem vê pode saber saber mais do que quem está visível. É nesta troca de olhares que devemos ver o que não vemos. Estamos cegos pelo que achamos ver e raramente nos empenhamos em ver mais do que achamos ser o campo que alcança a vista.
O limite dessa fronteira está definido somente pelo preconceito incólume de quem nos viu nascer de determinada maneira e nos prefere ver na defesa desse estado mais pacato em vista.
Uma falta de visão. Projectar em nós próprios a sombra da tacanha luz quando sabemos que quem nos vê, vê mais do que julgamos crer, mesmo no escuro.
Quem nos vê, mira um farol, uma visão segura, guia presente ouvida também por quem não vê somente.
the MONSTRUKTOR