A ciência exata das coisas depende da percepção individual. Afirmo-o desde o âmago da minha visão relativa, contextual e pessoal. Afirmo-o também por ti que me lês.

Mesmo na absoluta certeza da ciência, podemos encontrar derivas positivas e satisfatórias.

Mesmo com pontos de vista provados, podemos sempre divergir na abordagem ao resultado.

Mesmo que o resultado se mantenha estável podemos argumentar versão/variável ou alternativa, seja de raíz metodológica ou outra que tal.

Só não aceita a proposta da incoerência, da dúvida e da incerteza quem nunca se provou errado pelo simples prazer do processo per se, esse do fazer.

Só não aceita a mudança quem não sabe alimentar a sua própria dúvida e se senta em cima do resultado.

Só padece de menos quem acha que mais é exato.

July 3, 2020

The acknowledgment of a finite time gives me the meaning of an infinite life.

June 14, 2020

Initiative, intuitive, inspirational daily performance or the sum of all fails….

June 8, 2020

We are either for or against, pro or contra, agree or disagree…!

Consider this : you are 50% predictable and so is the other part.

Consider this : do something innovative, unexpected, arrogantly humble and simple.

Consider this instead of numerous predictable actions, mostly historically based point of views immediately obsolete from the start, in which you can only state the obvious. Everybody knows the outcome of our actions by know. We have sufficient data to know the result of most of our behaviours and yet we keep expecting a different result repeating over and over the same procedure…

For a moment, think on how you can stop racesexgender discrimination, inequality, privilege, patriarchy, etc… with something as simple as a whisper, inaction, color, overall kindness, rest, ecology, pedagogy and most of all with proper training!!! … An infinite number of advanced techniques of human and social engagement with one another instead of the usual escalation of despair and aggressiveness.

Take a step back, or even better, take a steep without any known direction and stop. Think omniously and reflect on that sensation of engulfing the energy from life itself just to give it all away! Once, to the ones who are not yet prepared to know how to receive it ( or achieve it ) and repeat till the day you become dust.

Rest, and become an agent of the unknown, of the absence of classification.

Binary is not enough to make it worth.

Evolve into the polinary state of your self.

June 8, 2020

In the end there’s dust, and on that dusk some of us will become ghosts.

June 7, 2020

Violence generates violence. Attack implies defense. Aggressiveness produces fear. Talking louder escalates to shouting discussions and to desperate screaming.

Everybody knows this arguments and still everybody forgets about them.

Everybody!

June 7, 2020

I don’t use this for any type of judgment than my own;

for any type of political discussion or informal intelectual engagement;

for any and specific sort of moral activism such as race/gender positioning and/or religious supremachismes;

for anything dealing with illegal activities such as the ones intending to disrespect/deflect even a millimeter from ALL rights dued to making and to planet earth noted on common known universal texts and ethical agreements;

for any type of ignorance, lie, pseudo intellectualism and mediocrity;

and finally, for anything that could impact the exponential prosperity of human culture as a whole.

Therefore I acknowledge rules, love, capitalism, sex and everything in between as perfectly relative to me and to everybody else.

June 7, 2020

What makes us a bit more aware of life isn’t the quantity of things we accomplish but the simplest moments of reflexion, in which we can sit back, enjoy and relax, life itself.

Almost redundant, this is a statement specifically adequate for these days, this dormant days when a game is being played but nobody knows the rules of engagement, and the half-part is nowhere near the peak of personal enlightenment.

Maybe I am overrating the need to know and be ( myself ), but I cannot foresee a more important time for that than now.

I can only digress myself from the present in order to evaluate/relate my own absence of union/realtion with humanity. And for that, I feel myself diverting from the bases and the truest chores of a nostalgic past… made from the simple moments alone, with a now unachievable notion of care and truth, a powerful inner competence to others.

You may call it whatever you prefer, I call it being ready to it all. I am ready and distractions don’t affect what I am, sense and do. I am compulsive in feeding my core with care for others giving them always my full attention. I am real, true and to myself in that way of giving everything I got to others. This is why I keep getting disappointed with people. The ones who are not, and just because they get easily distracted…

I am, therefore distractions are not.

June 2, 2020

From the first take on space this actors are getting better and better. Ever since the moon landing the scenes and the sets are becoming truly believable and real. Can’t wait for the next chapter in Mars.

May 31, 2020

Persistência bacoca ou a ilusão do sucesso. Presunção de talento ou ausência crítica. Contextual ou referencial. Imaturo ou pioneiro. Ponderado ou simplesmente insolente. Garantidamente insuficiente para o açougue da sociedade contemporânea. Deslocado pela existência de apenas uma visão pura e peculiar. Obstinado pela obsolescência divina, proclamada desde bem fundo, do meu interior. O âmago de uma geração eterna e a decadente visão do normal. Completamente desilusão. Perseverante por feitoria, defeituoso por erudição, morto por nunca vacilar de pé.

May 26, 2020

May 26, 2020

O ato da criação, ou o reconhecimento existencial da criatividade é uma prática eminentemente social e exclusivamente humana; contacto por proximidade é algo relevante mas também relativo, sugerindo que a orientação, a supervisão e o desenvolvimento processual são actividades possíveis à distância, desde que propostas num quadro de autonomia individual e desempenho normalizado.

1. como preparar os profissionais para a normalização de base processual e metodológica por forma a garantir a avaliação à distancia do seu trabalho individual em ambiente de estúdio?

2. este processo aniquila ou amplifica o potencial criativo de cada indivíduo/colectivo?

3. inserido num sistema metodológico o criativo ganha ferramentas, processos e termos comparativos. Pode assim perder autonomia e potencial de investigação boémia?

4. qual a posição do cliente neste ecossistema?

5. onde estão as ameaças? Perdas? Uso o termo com muita relutância…

6. qual o papel da academia na formação de base do arquiteto na metodologia do processo de trabalho? Considerar o factor de decisão, autonomia e delegação de competência.

May 25, 2020

A presciência, seja ela sobre a vida ou da própria morte é um exercício fugaz, com um impacto residual, prontamente substituído pelo destino incontrolável.

Eu não me sinto ao volante de nada que não da própria sensação de controlo.

Determinismos em perspectiva, tudo o que faço pode ser então determinado a partir do meu ponto de origem, interligado com o meu grupo direto de relações e influenciado pelo nosso grupo alargado e global de elementos orbitais. Cientificamente possível, haja potência suficiente para o estudar, este caso é possível. Relacionar a minha vida com a minha vivência na forma em como o indivíduo se insere no processo coletivo.

Eu sou o que serei amanhã. Eu sou o que sei depois. Eu sou o que ainda não sei.

Nada do que eu possa antever será verdade, tudo depende da próxima interação concluída, intrinsecamente dependente do nada. Volátil, inesperada, espontânea, fatal. Sem qualquer regra possível, nem sequer afeta pela mecânica quântica do próprio significado de aleatória. A vida sem destino é afinal um sonho ou a própria vida explicada pela realidade?

Por um lado explicamos tudo, por outro nada se pode explicar. O binómio bi polar prevalece na nossa demagogia ocidental. É aqui que o limite da nossa compreensão segue pela linha do conforto e da resignação. Há mais hipóteses, sejam extremas, híbridas ou complementares mas há mais hipóteses.

A solução binária encaixa perfeitamente na política de supremacia e divisão segregatária da sociedade humana. A favor ou contra, connosco ou convosco, preto ou branco. Esta definição exige a leitura de uma barreira, um lado, uma convicção, um poder. E basta falar sobre o assunto, apenas identificar os pressupostos para sentir o erro, a falta e a inadequação desta proposição. Uma parte, só.

No entanto, quando penso no indivíduo, a parte, só esse ser, o ponto singular da existência ( e do tal ponto de origem ) penso na definição de unitário. Só essa unidade faz o conjunto e não precisa de mais partes para ser o que é. Precisa do coletivo para prevalecer e prosperar é certo, mas de todos os pontos possíveis com quem se pode relacionar, pode ser o que é com um mínimo de um. Ou dois, se pensarmos na génese biológica do próprio ser animal.

Não pretendo relacionar temas tão díspares como causais, mas não consigo deixar de pensar que precisamos de mais alternativas a partir do ser individual. O que vejo provado e inalterado é o oposto do que descrevo : cada vez menos hipóteses e cada vez mais a diluição da unidade.

A escolha deixou de fazer sentido ou então será aleatóriamente a causa da nossa perdição coletiva. Binário de novo este reacionário viral, contamina demasiado tanto a decisão individual como a coletiva.

Precisamos saltar fora deste ciclo interminável de destruição intelectual. Preciso de uma nova ordem de nada, responsável pela leitura correta das postilhas fundacionais da humanidade que nunca serão escritas, preciso viver nas suas múltiplas aplicações e degenerações positivas ou não, aceitando nada menos que uma construção procedural, genética e sem necessidade de catalogação de todos os envolvidos nesta visão da humanidade.

É assim que antecipo a minha própria liberdade, não porque alguma vez estivesse preso mas porque decidi ver diferente do que me mostraram passado, presente e futuro.

Vivo assim os meus dias, plenos de tudo o que posso e tenho ao redor, vivo assim com a gente que adoro, e no seio do seu amor.

May 22, 2020

Sempre que eu tentava ela tinha uma desculpa pronta. Parecia um arranjo teatral, ora um ora outro, numa dinâmica miserável entre a vontade e a falta de ânimo. Deixava a impressão que se falava do fim. Sugestões disto, sugestões daquilo, na tentativa de exaltar algum repúdio pela situação em que estava a viver. Era claro o desafio que se impunha, mas ela nunca o assumiu como tinha feito antes.

Tenho memórias de garra e luta que me foram gravadas pela clara atenção à sobrevivência, à prevalência e à minha própria superação pela mesma pessoa que agora me estava a fazer confrontar o oposto.
Não em mim, mas na atitude dela.
Não como desistência, mas como resignação.

O caso nunca se agravou demasiado, manteve-se como uma tendência de lamúria constante. Proveitoso para qualquer situação, como uma ferramenta poderosa a favor do declínio auto infligido, – o qual sabemos, não poder ser invertido. Este caminho inclinado, pende para o irrefutável momento em que nos opomos a nós, à nossa própria existência e dele só podemos definir a gravidade da inclinação. É variável, sempre consoante o momentum que pretendemos após esse fim, após o nosso tempo presente. Por isso lutei, no início.

Também eu me resigno, não por mim mas pelo respeito que tenho pelos outros e ela tem tudo o que é meu. Ou será o oposto? Orgulhoso e teimoso, mantendo a minha inquietude sobre o assunto, mantive-me firme na decisão de acompanhar alguém que merece o meu respeito e não me exige obrigação ao cuidado. Mais do que impor a suposta normalização do bem estar, posso, podemos, ajudar a manter a sanidade dessa decisão por muito que nos ferva o sangue ter que o aceitar.

Este paradigma do respeito é uma mensagem difícil de passar. Como aceitar e respeitar? Como absorver a abordagem de alguém que na nossa perspetiva está no caminho oposto às nossas próprias decisões e conselhos? O que fazer e que posição tomar? O extremo, reacionário e agitado pode resolver realmente algo ou define somente a inevitável ruptura ao escalar os termos de uma decisão que nunca foi nossa à partida?


Para muitos as respostas são simples, mas quando o caso é a nossa própria mãe, desafio qualquer um a ter o sangue frio de dizer que sim, que são simples. Não são, e aceitar isso fez-me respeitar a mim próprio. Esta transição permitiu que a calma e a ponderação me invadisse com a magnanimidade benevolente de um carinho singular, o da construção pessoal como um ser, humano que sou.

Agora sim, estou em paz com a minha vontade de ajudar.
Agora sim posso cuidar como sei, do que sei ser importante cuidar.
Agora sei que não cuido do corpo de alguém na tentativa de prolongar essa existência egoísta para mim.
Agora sei que o que tenho de volta me constrói como o filho que sou e ainda mais como o homem que se prolongará após o tal caminho inclinado.
E comigo levo a minha mãe, e não somente a memória, mas a essência da mulher que foi e sempre será, quem me permitiu ser assim.

May 21, 2020

I can be seen as arrogant and narcissist. That is mainly due to the way I am able to speak from within, free from guilt and while sharing a deeper insight on existence.

May 19, 2020

The adequate time for a global leap forward, concerning connection, awareness and solidarity. Made from the opportunity of our own available time to reflect, this peculiar event impacted the deepest core of the egocentric capitalist society and provided an insight on alternative paths to perseverance, prevalence and prosperity.

By any means short of humanistic values, my argument surely applies the rule of survival, instinct and evolution by reflecting on less, better and enough. People can decide (rather than be forced into), to practice the application of more, best, or in some cases luxuriously opulent ways of life.

This is innovation in its purest form and it’s being directed undifferentially at the global society as an homogenous mob of individual humans. Children, adults and elderly are being given differentials to deal with but the choice is not made by another human and that changes everything.

This common, resilient factor of union, brings us the presence of enlightenment in quantum states of etymological significance, and therefore must be united with our collective will to ensure equity, elegance and above all, dignity.

When the great depression brought us the viral spread of capitalism, almost a century ago, it would not foresee how this was an appropriate solution but nevertheless a temporary answer to a bigger conundrum of human proportions: how to thrive on adversity.

We, as a race, kind, generous and singular in each mitochondrial iteration for this centuries in which we are our own gods should stand still, enjoying the pendular momentum that brought us here, to this precise space time spark of history, and ignite our future with you, ourselves, in the broadest convocation of all of us. This must be made together, in all the different ways we have learned how to live, and live we must, learning how to die.

Thank you to those that came before me to enlighten my way of empowering awareness from deep inside my real core.

May 17, 2020

MONSTRUKTOR, the author

May 14, 2020

Quanto mais só estás contigo, mais próximo estás de quem gostas, quando estás realmente acompanhado.

May 10, 2020

MONSTRUKTOR, the author

May 6, 2020

A forma como observas a vida dos outros afeta a experiência que tens da tua. O oposto também é verdade, complementar e profusamente elementar.

May 4, 2020